08/08/2017 07h21

“Apareceu a Margarida”. Foi assim que um gaiato se manifestou em rodinhas políticas palacianas depois da aparição pública de André Puccinelli (PMDB), em ato de assinatura para licitação de obras de saneamento no valor de R$ 4,104 milhões, nas cidades de Naviraí, Eldorado e Inocência. É que o italiano andava meio arredio após a delação premiada do Grupo JBS.

Sobrevida

Aliás, há quem acredite que o ex-governador dará a volta por cima caso as denúncias sobre recebimento de propina milionária em seu governo não sejam comprovadas. A leitura que se faz é que o líder peemedebista surgirá como franco favorito para disputar o governo de MS em 2018. Há controvérsias!

Ele voltará

Distante, porém, de olhos bem abertos para o processo sucessório estadual o ex-deputado Londres Machado (PR) planeja voltou ao cenário político sul-mato-grossense, segundo interlocutores com trânsito na conzinha do cardeal republicano. A articulação – dizem – tiraria do páreo a filha Grazielle Machado (PR), que iria pra casa cuidar da família.

Flerte

Presidente regional do PDT, Dagoberto Nogueira aproveitou a presença do ex-ministro e dirigente nacional do partido, Carlos Lupi, em ato político em Campo Grande, semana passada, para rasgar elogios ao juiz Odilon de Oliveira. “Estamos trabalhando a vinda do juiz Odilon para somar força conosco tão logo ele se aposente neste segundo semestre de 2017. Sem dúvida nenhuma, será um grande nome para disputar as eleições para governador de nosso Mato Grosso do Sul”, arriscou mesmo diante da ausência do magistrado.

Espelho meu

Durante a convenção do PDT, Dagoberto revelou que o partido tem como meta eleger não só o presidente da República, o governador de MS, mas também dois deputados federais e de 4 a 5 representantes na Assembleia Legislativa. Em tempo: a cúpula brizolista informou que o juiz
só não esteve presente à solenidade de posse de seu filho à frente do diretório municipal, o vereador Odilon de Oliveira Jr, por questões éticas. Hum!

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