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Iraque diz que frustrou motivos para um ataque dos EUA

17/09/2002 09h45 – Atualizado em 17/09/2002 09h45

O vice-primeiro ministro do Iraque, Tareq Aziz, disse nesta terça-feira que frustrou qualquer justificativa para um ataque liderado pelos Estados Unidos ao permitir o retorno de inspetores de armas das Nações Unidas.

Todos os motivos para um ataque foram eliminados – afirmou Aziz em uma conferência transmitida ao vivo pela TV al-Jazeera.

Aziz disse que o ceticismo dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha à readmissão de inspetores da ONU no Iraque revela as document.write Chr(39)verdadeiras intenções contra Bagdádocument.write Chr(39).

De acordo com a agência oficial de Bagdá, o presidente do Iraque enviará uma carta à Assembléia Geral da ONU nos próximos dias. O documento será entregue pelo ministro das Relações Exteriores iraquiano, Naji Sabri , que está em Nova York.

Apesar do movimento de recuo de Bagdá, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Shimon Peres, disse que a concordância do Iraque em aceitar a volta dos inspetores de armas das Nações Unidas não evitará uma ação contra Saddam.

O compromisso dos Estados Unidos é extenso, muito claro, e quase não vejo como poderão recuar – disse Peres à Rádio Israel.

Outros países se manifestaram nesta terça-feira sobre a decisão diplomática iraquiana. O presidente do Irã, Mohammad Khatami, disse que o Iraque deve agir de acordo com resoluções das Nações Unidas, mas repetiu que seu país se opõe a qualquer ataque dos Estados Unidos a Bagdá.

O Iraque deve sucumbir às exigências das Nações Unidas. Hoje a política equivocada dos EUA criou tensão no mundo. É uma tradição perigosa, em que um país poderoso ataca qualquer outro país quando deseja – disse Khatami.

Já o Japão, precavido, quer saber se o Iraque vai cumprir a promessa de abrir seu arsenal incondicionalmente.

A questão é o que vai acontecer a partir de agora. O Iraque vai cumprir o que está na carta? Temos que observar cuidadosamente – disse o porta-voz do governo japonês, Yasuo Fukuda. As informações são da Reuters

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