14/11/2006 08h11 – Atualizado em 14/11/2006 08h11

Terra

O bancário Paulo Eduardo Steinbach atropelou e matou sua mulher, Yara Margareth Paz Steinbach, no Bairro Itaguaçu, em Florianópolis (SC). De acordo com a mãe de Paulo, ele acreditava estar sendo traído. Testemunhas afirmaram que ele agiu com frieza após o atropelamento. O assassinato ocorreu ontem, por volta do meio-dia, em frente a uma clínica. No banco de trás do carro, estavam os dois filhos da vítima, um deles, 3 anos, do casamento com Paulo. O outro, uma menina de 11 anos, era de um primeiro relacionamento de Yara. Com o impacto do choque, a mulher caiu sobre o capô do veículo, que continuou em movimento até esmagá-la contra um muro. A batida foi tão forte que acionou o air bag do veículo. De acordo com o Jornal de Santa Catarina, o professor universitário Marcos Benghi retirou Paulo de dentro do carro após a batida no muro. Ele afirmou que o bancário desceu do automóvel dizendo que sabia o tinha feito e não seria preciso prendê-lo porque não fugiria. No local do atropelamento, a vítima sofreu uma parada cardíaca, mas os bombeiros e o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) conseguiram reanimá-la e transferi-la ao Hospital Celso Ramos, onde ela morreu. O casal vivia junto havia quatro anos, segundo a família de Paulo. A delegada de Proteção à Mulher e ao Menor, Maria Carolina Opilhar, abriu inquérito por homicídio doloso qualificado e motivo fútil. A pena para o crime varia de 12 a 30 anos de prisão e o acusado é julgado por júri popular.

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