28/04/2014 17h09 – Atualizado em 28/04/2014 17h09

O estabelecimento de ensino, localizado no bairro Santa Rita, é dos mais tradicionais de Três Lagoas e atende grande número de alunos

Léo Lima

Vários são os prédios públicos em Três Lagoas onde o estado de abandono é evidente. Em edição anterior, a reportagem do Perfil News publicou a situação em que se encontra a calçada em redor da Escola Estadual Edwards Corrêa, principalmente em frente à biblioteca, na rua Bom Jesus, no bairro Interlagos: mato e sujeira tomam conta.

Agora, a reportagem foi até a rua Manoel Pedro de Campos, 1965, no bairro Santa Rita, onde funciona a Escola Estadual João Ponce de Arruda. Não foi diferente, o mato toma contra dos arredores do colégio, que tem ainda um agravante: a caixa d’água que abastece o estabelecimento de ensino está estragada, enferrujada, com perfurações e está com vazamento forte e constante.

O fato foi registrado na manhã desta segunda-feira (28). A reportagem colheu material fotográfico, ilustrando o estado tanto da calçada quanto da caixa d’água.

PROVIDÊNCIAS

A professora Lourdes Raimunda dos Santos Nascimento, diretora da escola João Ponce, ao ser questionada sobre os problemas apresentados, disse que já pediu providências há algum tempo e está no aguardo das soluções.

No tocante à questão do mato na calçada, Lourdes disse que “a parte externa [limpeza do colégio] é de responsabilidade da Prefeitura”. Alegou que já entrou em contato com o setor competente e que teve o retorno de que em breve vai ser feita a roçada de todo arredor da escola.

No que se refere ao problema da caixa que abastece o colégio com água, Lourdes resume: “é sério”. Isto, com relação ao estado em que se encontra o equipamento. Segundo ela, no ano passado técnicos da Secretaria de Educação do Estado estiveram na escola para avaliar o estado da caixa d’água. “Analisaram a situação e retornaram para Campo Grande e até agora estamos esperando a solução”, comenta.

Conforme a diretora, ofícios foram enviados para vários departamentos da rede estadual, inclusive para a Secretária de Educação e até o momento nenhuma providência foi verificada. “Tenho os documentos para comprovar”, garante.

A escola funciona nos três períodos (matutino, vespertino e noturno) e atende cerca de 980 alunos.

A caixa d'água vaza constantemente na escola, que tem ainda problemas com o mato na calçada (Foto: Ricardo Ojeda)

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