10/11/2006 17h07 – Atualizado em 10/11/2006 17h07

Campo Grande News

Os pedidos através da mídia ajudaram a família de Letícia Silva Paes, de 11 anos, a conseguir as doações de sangue do tipo O rh negativo necessárias para o tratamento da criança, que está internada em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Universitário. Após passar mal e haver suspeita de que fosse uma virose, foi diagnosticada leucemia. Primeiro, os médicos tentam recuperar plenamente as funções dos rins da criança, debilitados com a proliferação de leucócitos, que subiram de 40 mil para 600 mil. Reabilitada a atividade renal, começa a quimioterapia e as transfusões para a menina receber apenas plaquetas do sangue. A queda acentuada pode provocar hemorragias e até morte. O pai de Letícia, o professor de Educação Física Hudson Cruz Ortiz, disse que ficou surpreso com o diagnóstico. Ele presumia que a doença deixasse as crianças debilitadas, situação que nunca viu na filha, sempre saudável, afirmou. Ele disse que reconhece que a menina vai agora passar por um tratamento penoso (a quimioterapia), com efeitos colaterais. Ortiz agradeceu as doações- a menina tem o sangue do chamado tipo raro. O pai conta que ele e a esposa tem sangue de fator positivo. Ele pede a outras pessoas que tenham ficado sensibilizadas e se programaram para doar sangue que fiquem alerta. Dentro de 90 dias, em nova etapa do tratamento, serão necessárias novas doações. Ele afirmou que o volume de doações permitiu até repasse a outras pessoas.

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