21/02/2018 08h08

Mercado persa

Os ministro e líderes negam que a reforma da Previdência esteja enterrada. Para Padilha, é possível aprová-la em outubro, após as eleições. Ele entende que os parlamentares que hoje não votam com o governo podem mudar de ideia caso não sejam reeleitos. Já o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirma que “as condições políticas [para aprovação da reforma] virão com a eleição de outubro”. Em outras palavras, quem perdeu pode entrar na barganha.

Apagão

Meio que fora dos holofotes da imprensa desde que foi colocada pra fora do PSB por não seguir as normas partidárias, a deputada Tereza Cristina (DEM-MS) assumiu a presidência da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), no lugar do colega Nilson Leitão (PSDB/MT), que pegou a liderança do partido na Câmara dos Deputados. Promete incluir em pauta discussões políticas públicas mais eficientes ao desenvolvimento do agronegócio nacional.

Eu juro

Tereza Cristina também garante que vai dar prioridade à modernização das leis vigentes sobre defensivos agrícolas, licenciamento ambiental e aquisição de terras por empresas brasileiras com maior capital estrangeiro. “Só é possível garantir segurança jurídica e competitividade ao setor se buscarmos modificar a legislação atual. São leis defasadas e que travam o desenvolvimento social e econômico do Brasil”, afirma.

Aleluia

O presidente da Assomasul, Pedro Caravina, comemorou a aprovação do crédito para auxílio financeiro a municípios no valor de R$ 2 bilhões, dos quais, as 79 prefeituras de MS vão dividir cerca de R$ 29 milhões. É que Congresso aprovou projeto de lei que abre crédito para os Ministérios da Educação (R$ 600 mil), da Saúde (R$ 1 bilhão) e do Desenvolvimento Social (R$ 400 mil), que viabiliza o auxílio financeiro aos municípios que está previsto na Medida Provisória 815/2017. Agora é rezar para o dinheiro não mofar nos cofres do Tesouro Nacional.

Mea-culpa

Ao se manifestar sobre o pedido de socorro financeiro pelos prefeitos, o próprio Palácio do Planalto reconheceu que apenas em 2017, estima-se que os municípios tenham deixado de receber cerca de R$ 4 bilhões por meio do FPM. Segundo o Ministério da Fazenda, “as transferências da União, bem como as receitas próprias dos entes federados, vêm se realizando abaixo das expectativas e das projeções das administrações municipais desde 2015”.

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