Williams Araújo

Mudanças

O governador eleito Reinaldo Azambuja (PSDB) se reúne nesta quarta-feira com os deputados estaduais. Na Assembleia Legislativa, o tucano deve tratar das mudanças estruturais que pretende promover em seu governo a partir de janeiro do ano que vem, além de discutir o orçamento.

Tais mudanças devem ser votadas pelos parlamentares até o dia 15 de dezembro, quando então os trabalhos devem ser encerrados.

Imbróglio

O caso Gisa voltou à tona e promete dar dor de cabeça a muita gente graúda. Desta vez, foi a CGU (Controladoria Geral da União) que descobriu a falcatrua com prejuízo milionário ao município, ou melhor, ao povo de Campo Grande.

Esse episódio remonta à administração peemedebista da Capital, que aprovou o projeto e deixou a bomba de efeito retardado explodir nas mãos de sucessores. Mas como devem existir pegadas, é só a justiça seguir o fio da meada.

Desidratado

Por agregar grandes desgastes durante o tempo em que reinou absoluto no comando de Campo Grande, o PMDB dificilmente virá com força para disputar a prefeitura em 2016. Nomes que despontam no partido já falam em abandonar o barco para não ficar com as marcas da derrota em seus currículos.

Mas como os tempos são de renovação, muito provavelmente algum nome tucano deve surgiu com força total para disputar o cargo.

Inchaço

Se não bastasse o tremendo abacaxi que irá deixar para Reinaldo Azambuja descascar assim que assumir o Parque dos Poderes, André Puccinelli adiantou ontem que autorizou a formação de mais 50 sargentos e 100 cabos como forma de aumentar o efetivo policial.

Isso sem contar a dívida milionária com a União e obras inacabadas, como o polêmico Aquário do Pantanal, que certamente renderá muitas notícias, seja entregue ou não.

Impasse

O assassinato da indígena Marinalva Manoel, 27 anos, em Dourados, no início de novembro, levou o deputado estadual Zé Teixeira (DEM) à tribuna da Assembleia na sessão de ontem. Ele reforçou o fato de a morte não ter qualquer ligação com as disputas pela terra.

De acordo com o inquérito policial lido na tribuna pelo democrata, essa hipótese é descartada. “Não há qualquer ligação com o conflito de terras. As notícias têm denegrido a imagem de Mato Grosso do Sul”, argumentou.

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