Segundo ela discussão que terminou em agressão começou por “lembranças do passado”; ela também se recusou a informar o paradeiro do homem

Uma mulher, vítima de violência doméstica, foi parar na UPA na noite da última terça-feira, 8, em Três Lagoas, com ferimentos no rosto, braço e pescoço.

Ela havia sido agredida pelo marido pouco antes. A Assistente Social do posto, que identificou a violência contra a mulher, acompanhou a ocorrência.

Em conversa com a vítima, os policiais descobriram que ela e o marido bebiam em casa quando começaram a falar sobre assuntos diversos, incluindo situações do passado. O diálogo causou uma discussão calorosa entre ambos e o homem agrediu a esposa, causando uma hematomas no rosto da mulher e vermelhidão no pescoço e braço direito.

A Polícia afirmou à mulher seus direitos, de acordo com a Lei Maria da Penha. Apesar disso, ela disse que não representaria contra o marido. A irmã da mulher e a assistente social insistiram para ela reconsiderar e dar queixa, mas ela afirmou que não o faria, em respeito aos filhos e porque o amava.

Além disso, ela se recusou a informar à polícia o paradeiro do autor. Os policiais deixaram claro à vítima que, mesmo contra sua vontade, uma ocorrência seria lavrada e entregue na Depac, pois é assim que determina a lei que rege a violência contra mulher.

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