04/10/2017 14h43

Mutação

Dizem fontes palacianas que o entrosamento político entre Reinaldo Azambuja (PSDB) e o deputado federal Vander Loubet (PT) tem causado ciumeiras nos quadros petistas sul-mato-grossenses e também – óbvio – nas bases tucanas. Sobrinho de Zeca do PT, seu companheiro de bancada, Vander se transformou num “parceirão” do governador em Brasília.

Meio caminho

Aliás, esse entendimento político entre petista e tucano só confirma as articulações de bastidores em torno da composição de eventual a chapa única visando à reeleição de Azambuja em 2018, conforme adiantamos recentemente. O chapão suprapartidário teria também a participação do PMDB de André Puccinelli.

Pendências

O governo de Mato Grosso do Sul promete pagar dívida de mais de R$ 21 milhões às prefeituras relativas a cinco meses de atraso de programas como Farmácia Básica, Saúde da Família, Agentes de Saúde, Agentes de Endemias e Sistema Prisional. A cobrança foi feita pelo presidente da Assomasul, Pedro Caravina, em nome do Cosems/MS (Conselho de Secretários Municipais de Saúde de MS).

Orçamento

O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), enviou na terça (3) à Mesa Diretora da Câmara de Vereadores o projeto de lei do orçamento para 2018. O valor previsto é de R$ 3,702 bilhões, 3,1% maior que o de 2017, de R$ 3,590 bilhões. Apesar do aumento de R$ 112.397.000, várias áreas estão com previsão de investimento menor, segundo a Casa de Leis.

Fim da farra

Até que enfim, os senadores aprovaram na terça-feira (3) a emenda que cria uma cláusula de desempenho, a partir de 2018, para as legendas terem acesso ao Fundo Partidário e ao tempo gratuito de rádio e TV. Com isso, as chamadas legendas de aluguel vão perder a boquinha em épocas de eleições. Aqui em MS, por exemplo, tem um dirigente de partido pequeno que só vive desses favores.

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