Casos notificados chegam a quase 500 em janeiro; número é muito inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, mas a evolução do número de casos preocupa

Janeiro é sinônimo de calor e chuva em todo o Brasil – e em Três Lagoas não é diferente. O período mais quente do ano traz, junto com as chuvas, as pragas tropicais. Entre elas, o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika, febre amarela e chikungunya.

Após fechar 2019 com mais de 5800 notificações da doença – mais da metade deles registrados de janeiro a março – a cidade volta a ser assombrada pela sombra do mosquito.

Em boletim divulgado hoje, 29, a Secretaria Municipal de Saúde confirma que o número de casos notificados no primeiro mês do ano se aproxima de 500.

A menos de uma semana do fechamento do mês, os 493 casos notificados neste ano representam menos da metade das notificações registradas em janeiro do ano passado (1249).

No entanto, a evolução dos casos, semana a semana, preocupa: foram 78 casos notificados suspeitos na primeira semana, 108 na segunda, 86 na terceira semana e, agora, mais 221 casos. Do total, 88 já foram constatados como positivo e 42, negativos.

Comentários