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quarta-feira, 10 de junho de 2026
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Irmão e cunhada do ex-prefeito de Sonora morrem em grave acidente na BR-163

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Socorristas e policiais no atendimento. (Foto PRF/Coxim Agora)

Um grave acidente registrado por volta das 13h40 desta quinta-feira, 28 de maio, resultou na morte de um casal na BR-163, no km 753, entre Coxim e Sonora, nas proximidades da entrada de acesso à região das Palmeiras.

As vítimas foram identificadas como o empresário Janir José Maggioni, de 60 anos, irmão do ex-prefeito de Sonora, Zelir Maggioni, o “Mano”, e a esposa dele, Sonia Aparecida Andrade Silva, de 59 anos.

Segundo informações apuradas pela reportagem, o casal estava em uma caminhonete Chevrolet S-10 parada no sistema “pare e siga”, implantado devido às obras de manutenção na rodovia, quando o veículo foi violentamente atingido na traseira por um caminhão frigorífico.

Com a força do impacto, a caminhonete ficou prensada entre carretas, deixando os ocupantes sem chances de sobrevivência.

O motorista do caminhão frigorífico ficou ferido e foi socorrido pela equipe de resgate da Motiva Pantanal, sendo encaminhado ao Hospital Regional Álvaro Fontoura Silva, em Coxim.

Militares do Corpo de Bombeiros de Coxim realizaram um delicado trabalho de desencarceramento para a retirada das vítimas das ferragens.

Fonte: Coximagora

Com ministro André Mendonça, Fiems traz a Bonito reunião da diretoria da CNI pela 1ª vez

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Foto: Divulgação

Mato Grosso do Sul sediou encontro com presidentes de federações industriais de todo o país

Mato Grosso do Sul sediou pela primeira vez uma reunião da diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A cidade de Bonito foi escolhida pela Fiems, entidade anfitriã, para receber presidentes de federações da indústria de todo o país e membros da diretoria plena da CNI. O encontro desta sexta-feira (29/05) contou com a presença de convidados especiais para debater assuntos de interesse da indústria nacional, como o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). 

O presidente da Fiems e vice-presidente da CNI, Sérgio Longen, falou da importância para Mato Grosso do Sul sediar um encontro dessa magnitude. “Ter a oportunidade de receber aqui todos os colegas é muito gratificante para mim. Poder mostrar um pouco do nosso Estado e daquilo que fizemos, planejamos e executamos. E aquilo que ainda podemos fazer, não só pelo Estado, como pelo país. É uma satisfação pessoal poder realizar com a diretoria da Fiems esse grande momento que vive Mato Grosso do Sul”. 

A reunião mensal é tradicionalmente realizada na sede da confederação em Brasília (DF). O presidente da CNI, Ricardo Alban, autorizou que diretores da Fiems também pudessem participar do encontro. 

Ministro André Mendonça debate segurança jurídica e regulação no país 

O ministro André Mendonça falou sobre segurança jurídica e regulação no Brasil. Durante a palestra, o magistrado apresentou dados comparativos de governança internacional usados para medir aspectos como participação social, estabilidade política, efetividade das políticas públicas, qualidade regulatória, Estado de Direito e controle da corrupção. 

A avaliação exposta no evento apontou que, embora o país ainda mantenha algum desempenho em temas ligados à liberdade de imprensa, participação social e controle público, há sinais de estagnação ou retrocesso em áreas sensíveis da governança. Entre os pontos destacados estão a baixa eficiência do aparato estatal, a fragilidade do planejamento público, a burocracia excessiva e a dificuldade de criar um ambiente institucional propício ao crescimento econômico de longo prazo. 

A mensagem central destacada ao longo da palestra é que o avanço da indústria brasileira depende não apenas de medidas pontuais, mas de uma transformação mais ampla na governança pública e na capacidade institucional do país. Para o setor produtivo, a construção de um ambiente mais estável, eficiente e previsível é vista como condição essencial para destravar investimentos, ampliar a produtividade e sustentar o desenvolvimento econômico. 

Flávio César destaca contribuições da sociedade ao Regulamento do IBS 

O presidente do Conselho Superior do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), Flávio César Mendes de Oliveira, falou sobre reforma tributária e impactos para o setor industrial. Flávio César explicou que o CGIBS e a Receita Federal estão recebendo sugestões ao Regulamento do IBS até o dia 15 de junho.

A iniciativa pretende ampliar a participação da sociedade organizada na implantação da reforma tributária no país. “Importante dizer que saímos de um labirinto do sistema atualmente vigente, com um emaranhado de milhares de normas nas esferas federal, estadual e municipal, e tudo isso foi convergido em uma simplificação no novo sistema tributário, onde teremos uma única norma, com regulamento já publicado. Concedemos tempo para que a sociedade organizada pudesse organizar todo o conteúdo desse regulamento e participar desse processo com sugestões e contribuições”. 

Também participou da fala sobre o tema João Pedro Machado Nobre, diretor da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária em 2025. 
Presidentes falam da integração do Sistema Indústria em MS André Rocha, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG): 

“Excelente iniciativa da CNI de fazer reuniões itinerantes, interiorizando a discussão sobre desenvolvimento e reindustrialização do país. É algo importante para motivar os empresários nessas localidades. E também é uma grande iniciativa do presidente Sérgio Longen em trazer essa discussão para Mato Grosso do Sul. Nos últimos anos, a única região do país onde a participação da indústria no PIB tem crescido é o Centro-Oeste. Destaco o papel de Mato Grosso do Sul nesse crescimento. Isso mostra a pujança da economia sul-mato-grossense e a presença muito forte da Fiems no estado, articulando e tratando políticas públicas, e a boa interação com o governo do Estado”. 

Cassiano Pascoal, presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB): “Bonito é uma cidade maravilhosa, espero sair daqui muito feliz e levando à Paraíba os bons frutos dessa nossa convivência e diálogo entre empresários e representantes sindicais. Isso é muito importante para que as regiões estejam unidas em prol de um Brasil de trabalho e futuro”. Ricardo Alban, presidente da CNI: 

“Quando a gente vai até o nosso acionista, que são todas as indústrias do Brasil, consegue ver e ser entendido melhor. Quando nos conhecemos, sabemos o trabalho de cada um e sentimos suas dores. Por isso é tão valiosa essa oportunidade que temos de visitar os estados e fazer nossas reuniões e eventos em locais como Mato Grosso do Sul, esse estado tão pujante com sua agroindústria”.  

Edilson Baldez, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA): “Estamos em um momento de transição, com muitas propostas legislativas e executivas que influenciam diretamente a atuação da nossa indústria no país. Nesse encontro, onde teremos líderes empresariais e governamentais, a gente pode dar encaminhamento nessa situação para poder melhorar as condições de desenvolvimento do país”. 

Franck Almeida, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amapá (FIEAP): “Recebemos o acolhimento muito bom do nosso presidente Sérgio Longen. Esse evento é muito importante porque traz às federações uma outra dinâmica e permite conhecer o estado de Mato Grosso do Sul, suas características, suas indústrias e suas peculiaridades. Estão todos de parabéns. Espero que a troca de conhecimento promova o fortalecimento da indústria de Mato Grosso do Sul e do Brasil”. 
 

Hospital Regional de Ponta Porã promove qualificação gratuita para cuidadores de idosos

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Foto: Divulgação HRPP

Iniciativa capacitou moradores da comunidade externa para atuação qualificada na assistência à pessoa idosa

Com foco na qualificação profissional e no fortalecimento do cuidado humanizado, o Hospital Regional de Ponta Porã realizou, entre os dias 25 e 29 de maio, um curso gratuito de capacitação para cuidadores de idosos.

Promovida pelo setor assistencial e ministrada por enfermeiros da unidade, a formação reuniu 18 participantes da comunidade externa.

Durante a capacitação, os alunos participaram de aulas teóricas e práticas sobre temas essenciais para a assistência à pessoa idosa. A programação abordou o processo de envelhecimento, manejo de doenças e comorbidades, cuidados com higiene, integridade da pele, curativos, mudança de decúbito, manuseio de sondas e realização de exames físicos.

Os participantes também receberam orientações sobre aferição de sinais vitais, identificação de situações de urgência e emergência, primeiros socorros e suporte nutricional.

O enfermeiro Rayan Ribeiro, especialista em Urgência e Emergência, destacou o comprometimento da turma durante as atividades.

“A experiência foi importante. Senti um interesse muito grande dos alunos e uma atenção redobrada às orientações. Ter paciência e atenção são premissas essenciais para quem pretende se dedicar ao cuidado de idosos”, afirmou.

A experiência também foi avaliada de forma positiva pelos participantes. Angelo Gabriel Tobias, aluno do curso, afirmou que se sente preparado após a capacitação e ressaltou que a experiência superou suas expectativas, além de destacar a importância de iniciativas de qualificação voltadas à comunidade.

Além da formação técnica, o curso teve como eixo central a humanização no atendimento, aspecto considerado fundamental na assistência à pessoa idosa.

“Este curso vai muito além da profissionalização; ele apresenta e prepara novos profissionais para atuar em uma área sensível e bonita, assegurando que ingressem no mercado com um olhar humanizado”, pontuou Aniele Pinheiro, analista de humanização da unidade.

A iniciativa reforça o compromisso do Hospital Regional de Ponta Porã com a promoção da saúde, a responsabilidade social e a formação de profissionais preparados para oferecer um atendimento mais acolhedor e qualificado à população.

Comunicação SES, com informações do HRPP (Hospital Regional de Ponta Porã)

Jogos do IFMS 2026 revelam histórias de superação e determinação

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Equipe de basquete do Campus Corumbá tenta o tricampeonato nos JIFMS 2026 (Foto: Ascom/IFMS)

Competição segue até sábado, 30, em Campo Grande; JIFMS classificam para a etapa Centro-Oeste dos Jogos dos Institutos Federais

Entre vitórias, derrotas e expectativas por medalhas, os Jogos do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (JIFMS) 2026 revelam histórias de superação e determinação. Para muitos estudantes, participar da competição é a oportunidade de vencer desafios pessoais, conciliar a rotina de estudos com treinos e transformar o esporte em motivação.

Foi o que se viu na partida de vôlei feminino em que Campo Grande venceu Dourados por 2 sets a 0. Mesmo sendo as  atuais campeãs dos JIFMS e da etapa Centro-Oeste dos Jogos dos Institutos Federais (JIF), e tendo ficado em 3º lugar na etapa nacional dos JIF em 2025, as meninas da capital enfrentaram uma disputa acirrada com o time douradense.

A capitã da equipe de Dourados, Laysla Vitória Oliveira de Carvalho, 19, ficou satisfeita com o resultado.

“O esporte ensina que nem sempre a gente ganha, e que é preciso confiar em si mesmo e na equipe. No vôlei, por exemplo, a gente tem que se comunicar o tempo inteiro e ter uma visão mais ampla do jogo, então o esporte de alguma forma nos ensina a viver em sociedade”, destaca a estudante do curso superior de tecnologia em Jogos Digitais, que também disputa provas de atletismo nos JIFMS 2026.

Laysa conta que, por ser asmática, nunca acreditou que um dia seria esportista. Pensamento que mudou em 2022, quando – ainda no curso técnico integrado em Informática do IFMS – foi estimulada a praticar esportes.

“Antes, uma simples caminhada me dava exaustão e falta de ar, e quando cheguei ao IFMS eu tinha zero vontade de fazer esporte, porque na minha cabeça eu não ia conseguir. Só que o Jack [professor de Educação Física] quis, e eu confiei nele e, principalmente, em mim mesma. Sou muito grata ao Jack, o esporte tem ajudado muito na minha vida”, ressalta.

Na partida de futsal feminino em que Aquidauana venceu Corumbá por 7 a 0, mais uma história de superação. A protagonista, no caso, é a artilheira do jogo com três gols, Ana Júlia Ozório Duarte Saraiva, 14, que começou a estudar no IFMS este ano.

“No começo tive uma pouco de dificuldade porque eu moro em Miranda, e aí pra fazer esporte no IFMS eu teria que pegar um ônibus que volta para Aquidauana às 11 horas da noite. Mas, conversei com minha mãe e ela deixou”, relata a estudante.

Matriculada no 1º semestre do curso técnico integrado em Informática e treinando futsal e vôlei, essa é a primeira vez que Ana Júlia sai da cidade onde mora para competir. Saber que a instituição promove os JIFMS aualmente estimulou a estudante a fazer esportes.

“Quando eu entrei no IFMS, comecei a treinar vôlei, aí fiquei sabendo dos JIFMS e isso me influenciou bastante. Hoje eu treino vôlei segunda, terça e sexta, e futsal às quartas-feiras”, conta.

No caso do basquete masculino de Corumbá, que venceu Naviraí por 42 a 38, o sentimento é de determinação e garra. A equipe, campeã nos JIFMS de 2024 e 2025 e vice-campeã na etapa Centro-Oeste dos JIF do ano passado, tenta o tricampeonato, e para isso a rotina de treinos é intensa, como conta o capitão Abner Ferreira Batista, 18.

“Durante a semana, a gente treina à noite porque alguns atletas estudam de manhã e outros à tarde. E aos sábados, o treinamento vai das 7h às 10h, às vezes até o meio dia”, relata.

Para o estudante do curso técnico integrado em Informática, o aprendizado do esporte vai muito além da quadra.

“O esporte pode levar a pessoa até onde ela nunca foi, eu mesmo conheci Brasília no ano passado. E quero conhecer outros lugares, quem sabe pegar uma prainha numa etapa nacional”, brinca Abner.

Paradesporto 

Na tarde de quarta-feira, 27, uma oficina de goalball realizada no ginásio do Centro Poliesportivo Dom Bosco, em Campo Grande, despertou o interesse de estudantes de vários campi.

Nesse esporte paralímpico criado exclusivamente para pessoas com deficiência visual, todos os jogadores usam vendas nos olhos e a bola tem um guizo interno para emitir som. É uma modalidade de ataque e defesa em que o objetivo das equipes é arremessar a bola com as mãos para fazer o gol. Os adversários devem fazer a defesa utilizando todo o corpo.

A oficina foi proposta pela professora de Educação Física do Campus Corumbá, Ianamary Monteiro Marcondes, que atua em prol da inclusão do paradesporto nos campi do IFMS.

“Em 2024, nos JIFMS do Campus Corumbá, nós já havíamos oferecido oficinas de bocha paralímpica e de basquete em cadeira de rodas. Essa iniciativa chamou a atenção da coordenadora dos JIFMS 2026, professora Mariana, que me convidou para trazer oficinas aqui para Campo Grande, e aí optamos pelo goalball e pelo paraciclismo para pessoas com deficiência visual, que é praticado com a cadeira dupla”, explica Ianamary.

E, pela primeira vez, estudantes atendidos pelo Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (Napne) do Instituto Federal participam dos JIFMS. Além de quatro alunos e de um professor de apoio do Campus Corumbá, que receberam auxílio para o custeio das despesas com a viagem, alunos atendidos pelo Napne em Campo Grande também vivenciaram a experiência de estar na principal competição esportiva da instituição.

Um desses estudantes é Luan da Silva Carrelo, 22, que cursa o técnico integrado em Informática em Corumbá e é craque no goalball.

“Achei ‘maior da hora’ estudantes aqui de Campo Grande que não conheciam o goalball fazerem a oficina, até competimos juntos. Deveriam trazer outras modalidades do paradesporto para os JIFMS, é importante por conta da inclusão no esporte”, comenta o jovem.

A docente Ianamary, que fez doutorado na área do paradesporto, defende a inclusão de modalidades paradesportivas nos JIFMS.

“O IFMS é uma instituição que trabalha a inclusão, que tem núcleos voltados a esse atendimento aos estudantes com necessidades educacionais específicas, por isso é muito importante que as modalidades paradesportivas também estejam nos JIFMS. Nós sabemos das limitações, como a falta de formação dos professores, por exemplo, mas quem sabe no ano que vem seja possível colocarmos paratletas nas provas de atletismo, de tênis de mesa, que são modalidades já trabalhadas em alguns campi”, sugere a professora.

Abertura 

A edição 2026 dos Jogos do IFMS foi aberta na noite de terça-feira, 26, no ginásio do Centro Poliesportivo Dom Bosco, em Campo Grande. A cerimônia contou com o desfile das delegações dos dez campi, juramento dos atletas e a tradicional tocha olímpica, que abriu oficialmente a competição esportiva.

A reitora Elaine Cassiano estava presente e ressaltou a importância do esporte para a formação dos estudantes no IFMS.

“O esporte tem um papel fundamental na formação dos nossos estudantes, porque ensina valores que vão muito além das competições, como disciplina, respeito, trabalho em equipe e superação. Os Jogos do IFMS representam justamente esse espírito de integração entre os campi e de valorização do protagonismo estudantil. É um momento de celebrar o talento, a dedicação e o esforço de cada estudante-atleta que está aqui”, destaca.

Essa é quarta vez que o campus da capital recebe os JIFMS. As outras edições foram realizadas em 2014, 2015 e 2016. Para o diretor-geral, Dejahyr Lopes Júnior, voltar a sediar a competição esportiva depois de uma década é motivo de alegria e celebração.

“O esporte no IFMS se constitui em uma importante ferramenta pedagógica na formação, fortalecendo vínculos, convivência e estímulo ao pertencimento institucional. Esperamos que nossos estudantes vivam dias especiais, marcados pela integração, pelo respeito, pela superação e pelo reconhecimento de tudo o que foi preparado com dedicação para recebê-los”, comenta o diretor-geral.

comissão geral e as subcomissões organizadoras dos JIFMS 2026 são formadas por docentes e técnicos de diferentes campi e da reitoria, sob a coordenação da professora de Educação Física do Campus Campo Grande, Mariana de Oliveira.

JIFMS 2026 

Esta edição dos Jogos do IFMS tem a participação de 341 estudantes, que competem em nove modalidades esportivas, nas categorias feminina e masculina: Atletismo; Basquete; Futsal; Judô; Natação; Tênis de mesa; Vôlei; Vôlei de praia e Xadrez

Foram definidos três locais para a realização das partidas/provas:

  • Centro Olímpico da Vila Nasser (atletismo);
  • Praça Esportiva Belmar Fidalgo (vôlei de praia); e
  • Centro Poliesportivo Dom Bosco (demais modalidades). 

As premiações das modalidades coletivas e do judô serão realizadas nesta sexta-feira, 29, às 17h30, no Centro Poliesportivo Dom Bosco. No sábado, 30, os prêmios serão entregues nos próprios locais de competição, após as finais.

Os JIFMS 2026 classificarão estudantes do IFMS para a etapa Centro-Oeste do Jogos dos Institutos Federais (JIF), que será realizada em Barra do Garças (MT), sob organização do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).

Jogos do IFMS 

São realizados desde 2014 e Já foram sediados pelos campi Corumbá, Coxim, Dourados, Ponta Porã e Três Lagoas. O histórico das edições pode ser consultado na página Jogos do IFMS do site institucional.

Em 2017, o Campus Campo Grande sediou a etapa Centro-Oeste dos Jogos dos Institutos Federais (JIF), que reuniu mais de 700 estudantes dos institutos federais de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Goiano e de Brasília.

Mais informações e fotos da competição estão disponíveis no hotsite dos JIFMS 2026.

Polícia Civil prende suspeito de furto em flagrante Ribas do Rio Pardo

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Foto: PC-MS

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul por meio do Setor de Investigações Gerais (SIG) da Delegacia de Ribas do Rio Pardo, prendeu L.F.P.S., de 22 anos, em flagrante nesta sexta-feira (29), pelo furto de uma bicicleta elétrica no município.

O crime ocorreu após o veículo ter sido deixado estacionado em frente à residência de um familiar da vítima, com a chave no contato, ocasião em que o autor subtraiu o bem.

Ao tomar conhecimento dos fatos, o SIG iniciou diligências e durante as investigações recebeu informações sobre a possível autoria e o local onde a bicicleta elétrica estaria escondida. Os policiais localizaram o veículo em um alojamento da cidade, onde também estava o suspeito.

Durante a abordagem, o autor confessou o furto, alegando arrependimento e afirmando que pretendia devolver o bem à vítima. A bicicleta elétrica foi recuperada e restituída e o homem foi conduzido à Delegacia de Polícia, onde foi autuado em flagrante.

Governo une esforços com órgãos públicos em Pacto pela Sustentabilidade dos municípios de MS

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Foto: Álvaro Rezende

Mato Grosso do Sul vem transformando sustentabilidade em estratégia de desenvolvimento econômico, atração de investimentos e modernização da gestão pública. Com foco nesse cenário, o Governo do Estado participou, nesta quinta-feira (29), do 1º Seminário “Construindo a Sustentabilidade na Gestão Pública”, promovido pelo TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul).

O evento, realizado no plenário da Corte de Contas, contou com presença maciça de prefeitos, prefeitas, vereadores e representantes de instituições públicas de diferentes regiões do Estado. O encontro teve a presença do secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Artur Falcette, e reuniu ainda gestores municipais para discutir políticas públicas sustentáveis, mudanças climáticas, governança ambiental e estratégias de adaptação climática.

Durante o seminário, foi assinado o “Pacto pela Sustentabilidade e pela Resiliência Climática dos Municípios de Mato Grosso do Sul”, iniciativa que reúne TCE-MS, Governo do Estado, Ministério Público de Mato Grosso do Sul, AGEMS, Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) e UCVMS (União das Câmaras de Vereadores de Mato Grosso do Sul) em torno de ações voltadas ao desenvolvimento sustentável e à adaptação climática nos municípios sul-mato-grossenses.

Presente ao evento, o governador Eduardo Riedel afirmou que Mato Grosso do Sul vem consolidando um modelo de desenvolvimento baseado em sustentabilidade, agroindustrialização e infraestrutura. “Estamos conduzindo o desenvolvimento dos municípios, das áreas urbanas e da agroindustrialização de maneira sustentável, e Mato Grosso do Sul caminha para ser exemplo para o Brasil”, declarou.

Riedel ressaltou que o Estado converteu, nos últimos dez anos, cerca de 5 milhões de hectares de pastagens degradadas em atividades de alto potencial de absorção de carbono. Segundo ele, a expansão da floresta plantada também reforça o protagonismo ambiental sul-mato-grossense. “Só em floresta plantada, saímos de 300 mil hectares para 2 milhões de hectares. Uma floresta plantada é uma usina de captura de carbono e que depois não é liberada de volta à atmosfera. Ela fica retida no processo industrial dentro dessas empresas de transformação em celulose e segue gerando energia limpa”, afirmou.

O governador também destacou o avanço da bioenergia no Estado. Atualmente, Mato Grosso do Sul possui 2.450 megawatts de produção de bioenergia, ocupando a segunda posição nacional em volume de produção de energia limpa.

Governo une esforços com órgãos públicos em Pacto pela Sustentabilidade dos municípios de MS
Foto: Álvaro Rezende

Segundo Riedel, a estratégia estadual alia desenvolvimento econômico, sustentabilidade ambiental e inserção competitiva no cenário internacional. “Nós vamos chegar a 2030 como o primeiro estado carbono neutro do Brasil. Isso é um ativo ambiental e econômico, porque está sendo colocado no mercado internacional e vale muito. Queremos compartilhar isso com comunidades indígenas, ribeirinhas, produtores rurais e com a preservação da biodiversidade”, observou.

O governador também utilizou exemplos de obras de infraestrutura para demonstrar como a pauta ambiental passou a integrar de forma definitiva os investimentos públicos.

Ao citar a construção do anel rodoviário de Bonito, Riedel explicou que a obra recebeu investimentos adicionais para atender exigências ambientais relacionadas à preservação da fauna e à drenagem do bioma local. “Hoje não dá mais para fazer investimentos sem esse olhar ambiental. A infraestrutura também é sinônimo de resiliência climática”, pontuou.

Riedel ainda destacou o crescimento da geração de energia renovável no Estado, com projetos de energia solar e atração de empreendimentos ligados à economia verde e à tecnologia. “Hoje, 94% da energia gerada em Mato Grosso do Sul tem origem sustentável, seja biomassa, solar ou eólica. O primeiro grande data center do Estado será implantado aqui justamente por causa da energia renovável”, afirmou.

Ao encerrar a participação no seminário, o governador ressaltou que o conceito de desenvolvimento sustentável deixou de ser apenas uma pauta ambiental e passou a representar uma estratégia econômica para atração de investimentos e geração de empregos. “Estamos atraindo negócios e desenvolvimento a partir do conceito de desenvolvimento sustentável, sem romantismo, encarando isso como responsabilidade, oportunidade econômica e geração de riqueza”, concluiu.

Pacto pela Sustentabilidade e Iniciativas Governamentais

O pacto firmado durante o evento estabelece atuação conjunta para fortalecer políticas públicas voltadas à sustentabilidade, à gestão de riscos climáticos, à governança e à cultura de prevenção nos municípios sul-mato-grossenses. O documento prevê ainda ações de capacitação, planejamento sustentável, transparência e incentivo à adoção de critérios de sustentabilidade nas contratações públicas.

A programação também contou com palestras sobre o papel dos municípios no desenvolvimento sustentável e a implementação de compras públicas sustentáveis na gestão municipal.

Além dos debates técnicos, o seminário apresentou a experiência imersiva “Travessia dos Elementos: um caminho para o futuro sustentável”, túnel sensorial inspirado nos quatro elementos da natureza: terra, água, vento e fogo.

A experiência utiliza sons, iluminação e estímulos sensoriais para representar os impactos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e da ação humana sobre os recursos naturais. O percurso termina em um ambiente que simboliza equilíbrio ambiental, sustentabilidade e qualidade de vida.

A iniciativa também marca simbolicamente a abertura da Semana do Meio Ambiente, celebrada em junho (dia 5), reforçando o compromisso institucional do TCE-MS com a promoção da sustentabilidade na administração pública.

A atuação conjunta entre Governo do Estado e TCE-MS já possui histórico de resultados na área ambiental. Um dos exemplos é o Sistema de Logística Reversa de Embalagens em Geral, implantado em 2021 em Mato Grosso do Sul por meio de pacto institucional envolvendo Governo do Estado, Imasul, TCE-MS e Ministério Público Estadual.

A iniciativa contribui para a destinação correta de milhares de toneladas de embalagens e fortalece a política estadual de resíduos sólidos.

O pacto também se conecta à modernização das compras públicas estaduais. Em 2025, o Governo do Estado promoveu o 1º Licicomp, Congresso Estadual de Licitações e Compras Públicas, reunindo gestores e especialistas para debater modelos mais inteligentes, transparentes e sustentáveis de contratação pública.

Já em janeiro deste ano, a Secretaria de Estado de Administração informou a implantação de novos módulos do Sistema de Compras Governamentais, integrando transformação digital, sustentabilidade e ferramentas voltadas à governança e à eficiência dos processos de contratação pública.

(*) Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS

EDITAL

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JS EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS LTDA, torna público que requereu da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agronegócio de Três Lagoas, a Autorização Ambiental para CORTE DE ARVORES NATIVAS ISOLADAS EM ÁREAS CONVERTIDAS PARA USO ALTERNATIVO DO SOLO – SOMENTE EM ÁREA URBANA – acima de 20 árvores, em uma área de 3.449,73 m² localizado na Avenida Urias Ribeiro, Lote 122-B1A, Jardim Bela Vista, município de Três Lagoas, MS.

Boletim Epidemiológico: MS registra 6.360 casos confirmados de chikungunya

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Foto: Divulgação/SES

Mato Grosso do Sul já registrou 12.811 casos prováveis de chikungunya, sendo 6.360 confirmados no SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), em 2026. Estes dados foram apresentados no boletim referente à 20ª semana epidemiológica, divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) nesta sexta-feira (29).

Conforme o documento, 21 óbitos pela doença foram confirmados nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna e Itaporã. Entre as vítimas, 12 possuíam algum tipo de comorbidade. O boletim também aponta 80 casos confirmados de chikungunya em gestantes. Dois óbitos estão em investigação.

Dengue

Já em relação à dengue, o Estado contabiliza 5.126 casos prováveis, sendo 1.077 confirmados. Não há nenhum óbito registrado nem em fase de investigação.

Nos últimos 14 dias, Ladário registrou média incidência de casos confirmados de dengue.

Vacinação

Ainda conforme o boletim, 223.322 doses do imunizante contra a dengue já foram aplicadas na população-alvo. Ao todo, Mato Grosso do Sul recebeu do Ministério da Saúde 241.030 doses.

O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A vacinação é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.

A SES reforça que a população deve evitar a automedicação. Em caso de sintomas de dengue ou chikungunya, a orientação é procurar uma unidade de saúde do município.

Confira os boletins:

Boletim Epidemiológico Chikungunya SE 20 – 2026    Boletim Epidemiológico Dengue SE20 – 2026

(*) Kamilla Ratier, Comunicação SES

Rio Paraguai segue estável em MS, mas permanece abaixo da média histórica

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Rio Paraguai em Porto Murtinho, onde está em construção a Ponte da Bioceânica; no município, o nível está abaixo da mediana histórica para o período. (Foto: Toninho Ruiz)

Sem chuva prevista, boletim do SGB indica baixa chance de mudanças expressivas nas cotas

O Rio Paraguai segue com níveis dentro da normalidade em Mato Grosso do Sul, mas ainda abaixo da média histórica esperada para esta época do ano em pontos monitorados no Estado. É o que mostra o mais recente Boletim de Monitoramento Hidrológico da Bacia, divulgado pelo SGB (Serviço Geológico do Brasil), com dados coletados em 27 de maio.

De acordo com o levantamento, os níveis observados no Rio Paraguai entre Ladário e Forte Coimbra, além de Porto Murtinho, permanecem dentro da faixa considerada normal para o período. Ainda assim, quando comparados à média histórica registrada para 27 de maio, os volumes seguem abaixo do padrão historicamente observado nesses trechos.

Em Ladário, o nível do rio estava em 229 centímetros na manhã do dia 27. A previsão hidrológica aponta variação de 5 centímetros nos sete dias seguintes à data da medição e de 14 centímetros em até 14 dias. Mesmo com essa projeção, a cota permanece dentro da faixa de normalidade prevista para o período, que varia entre 196 cm e 558 cm.

Mais ao sul, em Porto Murtinho, também foi observado comportamento de leve elevação no nível do rio. O município registrou 344 centímetros, abaixo da média histórica de 504 centímetros para a data. As projeções indicam possibilidade de variação de 3 centímetros nos sete dias seguintes e de 19 centímetros em até 14 dias.

Nos afluentes, o cenário é semelhante. Cuiabá e Miranda seguem dentro da normalidade, enquanto o rio em Palmeiras apresenta nível acima do intervalo considerado normal.

Outro ponto destacado pelo boletim é o comportamento climático recente da bacia. Nos últimos sete meses, entre outubro de 2025 e abril de 2026, o volume acumulado de chuvas permaneceu dentro da média histórica registrada entre 1998 e 2025. Para os sete dias seguintes à medição, no entanto, a previsão é de ausência de chuva significativa, com acumulado médio estimado em zero milímetro.

Com isso, a tendência hidrológica indicada pelo SGB é de manutenção do comportamento atual do Rio Paraguai, com níveis estáveis ou ligeiramente decrescentes no alto curso e lenta elevação no baixo curso, especialmente no trecho sul-mato-grossense.

Fonte: Campo Grande News

Junho terá temperaturas abaixo de 10ºC, mas média até 1,5ºC maior em MS

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Pedestres agasalhados na Avenida Afonso Pena, em junho do ano passado (Foto: Marcos Maluf/Arquivo)

Frentes frias estão previstas para o mês, mas serão menos intensas em comparação a maio

O mês de junho começa na próxima segunda-feira, traz o inverno no dia 21 e já tem duas frentes frias caminhando para o Centro-Sul do País, que inclui Mato Grosso do Sul.

Em Campo Grande, as temperaturas não devem cair tanto, mas em municípios do sul do Estado, como Ponta Porã, elas poderão ficar abaixo de 10ºC no dia 10. Na Capital, a mínima será de 13ºC no mesmo dia.

O prognóstico é da Climatempo. De acordo com a empresa de meteorologia, a segunda frente fria deixará as temperaturas um pouco mais baixas no Centro-Oeste e Sudeste em comparação à primeira. As mínimas previstas não foram divulgadas.

No geral, o frio deve ser menos persistente do que maio, mês que teve frentes frias mais frequentes.

Por outro lado, grande parte do Estado deve fechar o mês com temperaturas médias até 1,5ºC acima do normal, de acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). Nas áreas não afetadas, os termômetros devem marcar médias esperadas devido a uma combinação da passagem de ar frio de origem polar com excesso de nebulosidade, para a Climatempo.

Chuva 

As chuvas devem ficar abaixo da média histórica em área do sudoeste do Mato Grosso do Sul, mas próximas ao esperado nas demais regiões. Fazem parte dessa região Porto Murtinho, Bonito, Bela Vista e Jardim, por exemplo.

Neste mês, o Estado e todo o Centro-Oeste entrarão de vez na estação seca, marcada por calor persistente, baixa umidade do ar e chuvas mais irregulares.

El Niño

O Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) divulgou na última semana uma nota técnica que aponta o avanço das ondas de calor no país e coloca Mato Grosso do Sul em posição de destaque nacional devido à frequência histórica de eventos extremos de temperatura.

O documento analisa a probabilidade de efeitos associados ao fenômeno El Niño em 2026 e 2027 e prevê um segundo semestre com mais ondas de calor. No Estado, as alterações podem começar a se manifestar já no início deste inverno, de acordo com o Cemaden.

Fonte: Campo Grande News

Governo prepara decreto para enfrentar riscos de super El Niño em MS

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Área queimada em Porto Esperança, Pantanal, em 2024 (Foto: Silas Ismael/WWF Brasil/Arquivo)

Efeitos do fenômeno climático podem se manifestar já neste inverno, segundo o Cemaden

Durante um evento realizado no TCE (Tribunal de Contas do Estado) nesta manhã (29), o secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso do Sul, Artur Falcette, adiantou que o governo prepara um decreto para enfrentar os riscos de um possível super El Niño.

A previsão é que ele seja publicado na próxima semana e declare emergência ambiental em todo o Estado. A mesma medida foi adotada nos últimos anos, só que mais tarde.

Segundo o secretário, a publicação geralmente ocorre no período do inverno, que intensifica a estiagem e aumenta as ocorrências de incêndios florestais, principalmente no Pantanal.

Este ano, ela será feita ainda no outono, respondendo aos alertas internacionais e nacionais da possibilidade de um El Niño forte. “Com essa perspectiva, estamos antecipando e vamos publicar o decreto de emergência ambiental. As ações serão trabalhadas dentro do Centro integrado de Comando junto ao Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Polícia Militar Ambiental e outros órgãos. Vamos adaptar os planos que a gente já tinha o Estado, entendendo que os riscos se modificaram e estão maiores”, detalhou Falcette.

Recursos federais

A expectativa, com o decreto, é obter apoio financeiro do Governo Federal para custear ações de prevenção e enfrentar as possíveis consequências do fenômeno.

“É uma ferramenta jurídica que permite ao Estado algumas ações suplementares e pedir suplementação de recursos e apoio ao Governo Federal em algumas áreas, uma vez que a gente tem um risco maior do que aquele que estava mapeado quando a gente montou o planejamento integrado”, completou o chefe da pasta.

Quanto à vinda de agentes de segurança de outros estados para atuarem como brigadistas em Mato Grosso do Sul, como ocorreu em 2024, ainda não há uma definição. “É muito cedo para falar. Isso acontece quando a gente já tem algum evento extremo ocorrendo. Na fase em que estamos, de planejamento, tentamos nos precaver”, disse.

Super El Niño

O El Niño é um dos principais fenômenos que influenciam o clima global. Ele ocorre devido a mudanças na temperatura das águas do Oceano Pacífico e na circulação atmosférica.

Vem sendo chamado de “super” este ano, devido à intensidade projetada por organismos internacionais e ao alerta do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais).

Os primeiros reflexos podem ser sentidos já neste inverno, de acordo com o Cemaden. O período pode ficar mais quente do que o normal. Para a primavera e verão, mais ondas de calor podem acontecer no Centro-Oeste e Sudeste, elevando as médias de temperaturas em 5ºC ou mais por dias seguidos. As consequências para a saúde da população, para a produção no campo e para a proteção de biomas podem ser bastante sérias.

Fonte: Campo Grande News

Governo de MS reforça desenvolvimento sustentável durante seminário no TCE-MS

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Foto: Álvaro Rezende

Mato Grosso do Sul vem transformando sustentabilidade em estratégia de desenvolvimento econômico, atração de investimentos e modernização da gestão pública. Com foco nesse cenário, o Governo do Estado participou, nesta quinta-feira (29), do 1º Seminário “Construindo a Sustentabilidade na Gestão Pública”, promovido pelo TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul).

O evento, realizado no plenário da Corte de Contas, contou com presença maciça de prefeitos, prefeitas, vereadores e representantes de instituições públicas de diferentes regiões do Estado. O encontro reuniu ainda gestores municipais para discutir políticas públicas sustentáveis, mudanças climáticas, governança ambiental e estratégias de adaptação climática.

Durante o seminário, foi assinado o “Pacto pela Sustentabilidade e pela Resiliência Climática dos Municípios de Mato Grosso do Sul”, iniciativa que reúne TCE-MS, Governo do Estado, Ministério Público de Mato Grosso do Sul, AGEMS, Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) e UCVMS (União das Câmaras de Vereadores de Mato Grosso do Sul) em torno de ações voltadas ao desenvolvimento sustentável e à adaptação climática nos municípios sul-mato-grossenses.

Presente ao evento, o governador Eduardo Riedel afirmou que Mato Grosso do Sul vem consolidando um modelo de desenvolvimento baseado em sustentabilidade, agroindustrialização e infraestrutura.

“Estamos conduzindo o desenvolvimento dos municípios, das áreas urbanas e da agroindustrialização de maneira sustentável, e Mato Grosso do Sul caminha para ser exemplo para o Brasil”, declarou.

Riedel ressaltou que o Estado converteu, nos últimos dez anos, cerca de 5 milhões de hectares de pastagens degradadas em atividades de alto potencial de absorção de carbono. Segundo ele, a expansão da floresta plantada também reforça o protagonismo ambiental sul-mato-grossense.

“Só em floresta plantada, saímos de 300 mil hectares para 2 milhões de hectares. Uma floresta plantada é uma usina de captura de carbono e que depois não é liberada de volta à atmosfera. Ela fica retida no processo industrial dentro dessas empresas de transformação em celulose e segue gerando energia limpa”, afirmou.

O governador também destacou o avanço da bioenergia no Estado. Atualmente, Mato Grosso do Sul possui 2.450 megawatts de produção de bioenergia, ocupando a segunda posição nacional em volume de produção de energia limpa.

Segundo Riedel, a estratégia estadual alia desenvolvimento econômico, sustentabilidade ambiental e inserção competitiva no cenário internacional.

“Nós vamos chegar a 2030 como o primeiro estado carbono neutro do Brasil. Isso é um ativo ambiental e econômico, porque está sendo colocado no mercado internacional e vale muito. Queremos compartilhar isso com comunidades indígenas, ribeirinhas, produtores rurais e com a preservação da biodiversidade”, observou.

O governador também utilizou exemplos de obras de infraestrutura para demonstrar como a pauta ambiental passou a integrar de forma definitiva os investimentos públicos.

Ao citar a construção do anel rodoviário de Bonito, Riedel explicou que a obra recebeu investimentos adicionais para atender exigências ambientais relacionadas à preservação da fauna e à drenagem do bioma local.

“Hoje não dá mais para fazer investimentos sem esse olhar ambiental. A infraestrutura também é sinônimo de resiliência climática”, pontuou.

Riedel ainda destacou o crescimento da geração de energia renovável no Estado, com projetos de energia solar e atração de empreendimentos ligados à economia verde e à tecnologia.

“Hoje, 94% da energia gerada em Mato Grosso do Sul tem origem sustentável, seja biomassa, solar ou eólica. O primeiro grande data center do Estado será implantado aqui justamente por causa da energia renovável”, afirmou.

Ao encerrar a participação no seminário, o governador ressaltou que o conceito de desenvolvimento sustentável deixou de ser apenas uma pauta ambiental e passou a representar uma estratégia econômica para atração de investimentos e geração de empregos.

“Estamos atraindo negócios e desenvolvimento a partir do conceito de desenvolvimento sustentável, sem romantismo, encarando isso como responsabilidade, oportunidade econômica e geração de riqueza”, concluiu.

Pacto pela Sustentabilidade e Iniciativas Governamentais

O pacto firmado durante o evento estabelece atuação conjunta para fortalecer políticas públicas voltadas à sustentabilidade, à gestão de riscos climáticos, à governança e à cultura de prevenção nos municípios sul-mato-grossenses. O documento prevê ainda ações de capacitação, planejamento sustentável, transparência e incentivo à adoção de critérios de sustentabilidade nas contratações públicas.

A programação também contou com palestras sobre o papel dos municípios no desenvolvimento sustentável e a implementação de compras públicas sustentáveis na gestão municipal.

Além dos debates técnicos, o seminário apresentou a experiência imersiva “Travessia dos Elementos: um caminho para o futuro sustentável”, túnel sensorial inspirado nos quatro elementos da natureza: terra, água, vento e fogo.

A experiência utiliza sons, iluminação e estímulos sensoriais para representar os impactos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e da ação humana sobre os recursos naturais. O percurso termina em um ambiente que simboliza equilíbrio ambiental, sustentabilidade e qualidade de vida.

A iniciativa também marca simbolicamente a abertura da Semana do Meio Ambiente, celebrada em junho (dia 5), reforçando o compromisso institucional do TCE-MS com a promoção da sustentabilidade na administração pública.

A atuação conjunta entre Governo do Estado e TCE-MS já possui histórico de resultados na área ambiental. Um dos exemplos é o Sistema de Logística Reversa de Embalagens em Geral, implantado em 2021 em Mato Grosso do Sul por meio de pacto institucional envolvendo Governo do Estado, Imasul, TCE-MS e Ministério Público Estadual.

A iniciativa contribui para a destinação correta de milhares de toneladas de embalagens e fortalece a política estadual de resíduos sólidos.

O pacto também se conecta à modernização das compras públicas estaduais. Em 2025, o Governo do Estado promoveu o 1º Licicomp, Congresso Estadual de Licitações e Compras Públicas, reunindo gestores e especialistas para debater modelos mais inteligentes, transparentes e sustentáveis de contratação pública.

Já em janeiro deste ano, a Secretaria de Estado de Administração informou a implantação de novos módulos do Sistema de Compras Governamentais, integrando transformação digital, sustentabilidade e ferramentas voltadas à governança e à eficiência dos processos de contratação pública.

Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS

Verruck diz que contratações para retomar obra da UFN3 representa novas perspectivas em Três Lagoas

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Foto: Divulgação

O cenário em Três Lagoas já está em transformação com a chegada das empresas que vão retomar as obras da Unidade de Fertilizantes de Nitrogenados (UFN3), uma delas já está contratando mão de obra para reiniciar os trabalhos. “Esta é uma excelente notícia. Ao longo do período em que estive na secretaria, trabalhamos de forma insistente e permanente para que pudéssemos fazer essa retomada”, diz o ex-secretário de Desenvolvimento de Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck, atualmente pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos.

Com a UFN3, serão quatro fábricas da Petrobrás operando e juntas terão capacidade de atender 35% da demanda nacional por fertilizantes. Só a fábrica de Três Lagoas terá capacidade de atender 15% da demanda; a Fábrica de Fertilizantes da Bahia (Fafen BA) – 5%; Fafen SE – 7% e Araucária (PR) 8%.

“A UFN3 consegue produzir 15% da ureia que o Brasil precisa hoje. Então, é uma ureia necessária para a nossa agricultura e que sendo produzida aqui reduz a nossa dependência internacional. O início da contratação de mão de obra, por uma das empresas, mostra que a Petrobrás está avançando rapidamente”, acrescenta Verruck.

Cenário

Para a retomada dos trabalhos, a estatal optou por fatiar as entregas em diferentes lotes, ampliando, assim, a inclusão de fornecedores, a concorrência, reduzindo preços e fortalecendo a estratégia de estímulo às cadeias produtivas locais.

Os lotes contemplam serviços de drenagem, pavimentação e RACI; prédios administrativos, laboratórios e oficinas; seção LT 138 kV e subestação de entrada; interligações; sistemas de águas e efluentes; energia; amônia e estocagem; ureia melt e granulação; estocagem e expedição; sistema de manuseio e pacote de automação. A UFN3 ficou hibernada por quase dez anos.

Eldorado Brasil Celulose fortalece cultura de cuidado com ampliação do Espaço Saúde e Bem-Estar

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Foto: Divulgação

Companhia avança em estrutura voltada à saúde mental, qualidade de vida e segurança psicológica dos colaboradores

Reforçando a cultura de cuidado e valorização de pessoas, a Eldorado Brasil inaugurou nesta semana a ampliação do Espaço Saúde e Bem-Estar, na sede da companhia, em Três Lagoas (MS). Integrado à unidade de saúde do parque fabril, o local foi reestruturado para oferecer mais conforto, acolhimento e qualidade no cuidado físico e mental dos colaboradores. O espaço reúne programas de promoção e prevenção em saúde, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida.

O novo ambiente conta com pré-triagem, sala de emergência, enfermarias, consultórios e uma sala dedicada ao apoio à amamentação. Pensado para colaboradoras que retornam de licença-maternidade, é um espaço privativo, climatizado e aconchegante, proporcionando tranquilidade e segurança para a coleta e o armazenamento do leite materno.

“O cuidado com a saúde e o bem-estar dos colaboradores está diretamente conectado à nossa estratégia e faz parte da essência da Eldorado. É um processo contínuo de evolução. Desde a origem da empresa, sempre contamos com um espaço voltado à saúde das pessoas e, ano após ano, seguimos investindo na qualidade desse ambiente e no aprimoramento das nossas práticas”, destacou o diretor de Recursos Humanos, Sustentabilidade e Comunicação da Eldorado Brasil Celulose, Elcio Trajano Junior.

Programas de Saúde e Bem-estar

A Eldorado Brasil mantém uma série de iniciativas em promoção a saúde e qualidade de vida dos colaboradores. Entre os destaques está o programa Cuidadosamente, focado na prevenção e gestão de riscos psicossociais, reconhecido neste ano com o Selo H, premiação que destaca empresas com as melhores práticas internacionais em saúde mental no trabalho.

Os Programas No Ritmo Certo e Movimente-se incentivam hábitos saudáveis e o cuidado com a saúde física. As iniciativas promovem atividades focadas no bem-estar cardiovascular e metabólico, com resultados positivos entre os participantes, como redução da gordura visceral e corporal, além do aumento da massa muscular. Os programas também estimulam a adoção de práticas saudáveis no dia a dia, como a prática regular de ciclismo e atividades físicas.

Outro destaque é o Programa Gerar, voltado ao acompanhamento de colaboradoras gestantes. A iniciativa oferece orientações sobre pré-natal, pós-parto, estímulo ao parto normal e aleitamento materno, garantindo acolhimento e suporte às mulheres que conciliam maternidade e carreira. O acompanhamento é realizado por uma equipe multidisciplinar e enfermeiras qualificadas, desde a gestação até o primeiro ano de vida do bebê.

Eldorado Brasil Celulose fortalece cultura de cuidado com ampliação do Espaço Saúde e Bem-Estar
Foto: Divulgação

Todas essas ações refletem diretamente na saúde e no bem-estar dos colaboradores com resultados expressivos. Um exemplo disso é a redução de 39% no tempo médio de afastamento de colaboradores e o aumento de 44% na procura espontânea por atendimento psicológico dentro da companhia em um ano. Além disso, foram capacitados mais de 220 profissionais em competências relacionadas à segurança psicológica e 83 líderes foram treinados para identificar sinais de sofrimento emocional entre os colaboradores.

Carreiras construídas no campo mostram a força do setor florestal no Brasil

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André orienta equipes em contratos de silvicultura e colheita de madeira. (Foto: Divulgação)

Em um setor em expansão, trajetórias de profissionais da Reflorestar revelam como o trabalho no campo pode abrir caminhos de aprendizado, permanência e liderança

Para milhões de brasileiros, o campo é muito mais do que um local de trabalho: é espaço de pertencimento, história familiar e construção de futuro. Dentro desse universo, o setor florestal se destaca, ano após ano, pela capacidade de gerar oportunidades e transformar trajetórias, impulsionado pela expansão da silvicultura, da colheita de madeira e pela mecanização das operações.

Esse cenário se reflete nos números mais recentes da pesquisa “Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura”, do IBGE. Em 2024, a economia florestal brasileira movimentou R$ 44,3 bilhões, com a silvicultura respondendo por 84,1% desse valor. No mesmo período, mais de 4,9 mil municípios registraram algum tipo de produção florestal.

No mercado de trabalho, o setor de árvores plantadas foi responsável por 2,8 milhões de empregos diretos e indiretos no país, segundo dados da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) divulgados em 2025.

Mas os números ajudam a contar apenas parte dessa história. Por trás da dimensão econômica, da presença territorial e da tecnologia, há profissionais que começaram em funções operacionais, aprenderam na prática e transformaram oportunidade em trajetórias consistentes no campo.

Na Reflorestar Soluções Florestais, essas histórias refletem uma realidade recorrente: o campo como espaço de aprendizado contínuo, desenvolvimento técnico e crescimento profissional.

Do corte de cana à formação de equipes de manutenção

Quando chegou à Reflorestar Soluções Florestais, em 2012, André Costa de Oliveira já tinha experiência no campo com o corte de cana. Aos 22 anos, buscava uma nova oportunidade e encontrou na vaga de auxiliar de manutenção, o início de uma nova profissão.

O começo exigiu persistência. André precisou aprender desde a identificação das ferramentas até a lógica de funcionamento dos equipamentos usados nas operações florestais. “Na época, eu ainda não tinha familiaridade com algumas ferramentas básicas, como diferentes tipos de chave combinada”, lembra. A dificuldade quase o fez desistir nos primeiros meses, mas também despertou nele o interesse pela manutenção mecânica.

Para evoluir na função, passou a se dedicar ao estudo de catálogos de peças, manuais técnicos e diagramas elétricos. O aprendizado não ficava restrito ao expediente: depois de enfrentar uma dificuldade na operação, buscava entender a causa do problema para retornar com mais preparo. Essa dedicação abriu caminho para novas posições: André tornou-se mecânico, depois mecânico líder e hoje atua como instrutor de manutenção.

Hoje, André orienta equipes em contratos de silvicultura e colheita de madeira nos estados onde a Reflorestar atua, como Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. O campo continua sendo parte essencial do seu dia a dia: ele acompanha frentes operacionais, participa de momentos com as equipes, como o DDS, e apoia procedimentos que garantem a disponibilidade dos equipamentos. “Minha função é desenvolver as equipes e ajudar cada profissional a executar a manutenção da melhor forma possível.”

Presença no campo como forma de liderar

A construção de uma carreira a partir da prática também marca a história de Cláudio Adão de Carvalho, 45 anos. Ainda jovem, deixou Minas Gerais para trabalhar no corte de cana no interior de São Paulo com um objetivo claro: juntar recursos para tirar a habilitação e realizar o sonho de infância de ser motorista.

Depois de conquistar a CNH, iniciou sua atuação no setor florestal com atividades de limpeza de área e transporte de madeira. Em 2009, chegou à Reflorestar como motorista carreteiro. O cuidado com o equipamento, a atenção à operação e a disposição para assumir novos desafios abriram caminho para outras funções.

Com o tempo, passou por diferentes áreas: produção mecanizada de carvão, colheita e gestão de módulos operacionais. Em 2016, recebeu o convite para atuar no Sul da Bahia e ajudar a estruturar uma operação fora de Minas Gerais. A missão, prevista inicialmente para durar três meses, se transformou em uma permanência de quase uma década na região. Desde 2018, ele atua como supervisor de operações florestais.

Sua rotina envolve gestão de pessoas, desenvolvimento de lideranças, acompanhamento da manutenção, da operação e da segurança, além da entrega final ao cliente. Mesmo com responsabilidades administrativas, é no campo que ele diz se sentir mais realizado.

“Quando você está na frente da atividade, as pessoas se sentem amparadas. Estar com a equipe no campo faz diferença para enxergar os gargalos da operação e dar condição para o trabalho acontecer”, destaca.

Da vivência rural à gestão de grandes operações

A valorização da prática também aparece na história de Nilo Neiva, 44 anos, hoje gerente geral de operações da Reflorestar. Criado na zona rural, em Minas Gerais, aprendeu desde cedo a conciliar estudo, responsabilidade e trabalho. “Meu pai insistiu muito em ensinar a gente a trabalhar, a andar com as próprias pernas”, lembra.

Ainda adolescente, Nilo saiu de casa para trabalhar em um supermercado, onde passou por funções como repositor, entregador e caixa. Mais tarde, estudou em uma escola agrotécnica federal, formou-se como técnico em agropecuária e começou a buscar oportunidades no setor florestal.

Carreiras construídas no campo mostram a força do setor florestal no Brasil
Nilo é gerente geral de operações da Reflorestar. (Foto: Divulgação)

A chegada à Reflorestar aconteceu quando a empresa ainda estruturava suas primeiras operações mecanizadas. Nilo entrou como encarregado e acompanhou de perto o início da colheita com máquinas, os treinamentos de operação e manutenção e a expansão dos contratos. À medida que assumia novas responsabilidades, também buscava formação: fez cursos de manutenção e liderança, graduou-se em Administração de Empresas e cursou pós-graduações   em gestão estratégica de pessoas e gestão tática.

Com o crescimento da empresa, Nilo passou por funções de supervisão e gerência de contrato até chegar à gerência geral de operações. Hoje, lidera diretamente oito lideranças e, indiretamente, mais de 400 profissionais. Mesmo em uma posição estratégica, mantém a proximidade com o campo: visita contratos, acompanha indicadores, discute falhas, cobra diagnósticos e busca aproximar planejamento e execução.

Para Nilo, essa presença é indispensável. “Você não transforma aquilo que não conhece. No setor florestal, você precisa estar perto da operação, entender o campo e acompanhar as equipes”, resume.

As trajetórias de André, Cláudio e Nilo mostram que, além dos números e da tecnologia, o setor florestal é construído por pessoas que encontram no campo um caminho de desenvolvimento contínuo.

Em um cenário de expansão e crescente mecanização, essas histórias reforçam o papel do setor como espaço de formação, permanência e construção de futuro, conectando experiência prática, evolução profissional e oportunidades reais em todo o país.

Sobre a Reflorestar

Empresa integrante do Grupo Emília Cordeiro, especializada em soluções florestais, incluindo silvicultura, colheita mecanizada, carregamento de madeira e locação de máquinas. Atualmente com operações em Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Mato Grosso do Sul, ela investe em capacitação técnica e comportamental, gestão integrada e confiabilidade dos equipamentos para oferecer as soluções mais adequadas para cada particularidade dos clientes.

Fundada em 2004 no Vale do Jequitinhonha (sede em Turmalina, MG), originou-se da paixão pelo cuidado com o solo e o meio ambiente. Com 20 anos de atuação, a Reflorestar se consolidou no mercado pela visão inovadora no segmento florestal e pela oferta de serviços de qualidade, atendendo clientes em todo o Brasil.  

Produção de etanol dá salto em MS e cresce 43% no primeiro quadrimestre

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Usina Neomille, em Maracaju, é uma das três do estado que processa etanol a partir do milho. (Foto: Semadec/Divulgação)

Volume produzido no Estado chegou a 1,263 bilhão de litros entre janeiro e abril, puxado pelo avanço do anidro

A produção de etanol em Mato Grosso do Sul cresceu 43,6% no acumulado de janeiro a abril de 2026 ante o mesmo período de 2025, saltando de 879,4 milhões de litros para 1,263 bilhão de litros, segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Conforme a ANP, o aumento mais expressivo ocorreu na produção de etanol anidro, que avançou 101,1%, passando de 155,122 milhões de litros para 311,993 milhões de litros. Esse tipo de biocombustível é misturado à gasolina no país.

Em 2025, o percentual de mistura, que era de 25%, passou para 30% em razão de decisão do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética). O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, já anunciou que em junho deverá ser apreciado pelo conselho um novo aumento do teor, ampliando o percentual do blend de 30% para 32%.

O ministro reiterou que a medida, além de fortalecer a soberania energética do Brasil, possibilitará que o país alcance autossuficiência em gasolina, zerando as importações do combustível.

Esse aumento pode estimular ainda mais a produção de anidro em Mato Grosso do Sul. Em relação ao outro tipo de etanol processado no Estado, o hidratado, vendido diretamente nas bombas dos postos de combustíveis, o volume produzido cresceu 31,3% neste ano, subindo de 724,360 milhões de litros para 951,296 milhões de litros.

Conforme a Biosul (Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul), o Estado conta atualmente com 22 plantas de produção de etanol, sendo três de etanol de milho e 19 de cana. No ciclo 2025/2026, processou 5 bilhões de litros, ocupando a quarta posição no ranking nacional.

Atualmente, o etanol de milho é produzido em três unidades instaladas no Estado: duas da Inpasa, em Dourados e Sidrolândia, e uma da Neomille, em Maracaju. Com esse desempenho, Mato Grosso do Sul ocupa a segunda posição no ranking nacional, atrás apenas de Mato Grosso.

A produção de etanol deve ganhar impulso no Estado com quatro novos projetos industriais utilizando o milho como matéria-prima. São duas unidades de produção integrada da ATVOS, uma em Nova Alvorada do Sul, com capacidade de 273 milhões de litros por ano, e outra em Costa Rica, com capacidade estimada entre 150 milhões e 800 milhões de litros; uma nova planta em Jaraguari, com 200 milhões de litros; além da ampliação da capacidade da Inpasa, em Sidrolândia, com mais 300 milhões de litros.

Considerando as capacidades já confirmadas de três projetos (Nova Alvorada do Sul, Jaraguari e Sidrolândia) e a capacidade mínima projetada para Costa Rica, Mato Grosso do Sul deve registrar incremento de pelo menos 923 milhões de litros de etanol nos próximos anos.

(*) Campo Grande News

Suinocultura de MS acelera e abates crescem 5,5 vezes acima da média nacional

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Carne suína produzida em Mato Grosso do Sul segue ganhando espaço no mercado externo, com crescimento em volume embarcado e receita no primeiro quadrimestre deste ano. (Foto: Arquivo)

No quadrimestre foram 1,3 milhão de animais encaminhados aos frigoríficos, segundo a Iagro/Famasul

A suinocultura de Mato Grosso do Sul está crescendo em ritmo acelerado em 2026. O número de animais abatidos no primeiro quadrimestre do ano, 1,3 milhão de cabeças, foi 23,2% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, 1,07 milhão. O percentual é 5,5 vezes superior ao incremento da média nacional na mesma comparação, que foi de 4,2%.

Segundo dados da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), tabulados pela Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), também foi registrado, no mesmo recorte, um crescimento ainda mais expressivo das exportações, tanto em receita quanto em volume.

Foram embarcadas para o exterior 8 mil toneladas de carne suína produzida no Estado, resultando em um faturamento de US$ 18,5 milhões. O desempenho representou alta de 68,8% em valor frente aos US$ 10,9 milhões registrados na mesma janela de 2025, além de crescimento de 71,8% no volume exportado, que no ano passado totalizou 4,67 mil toneladas.

Também nas exportações, o crescimento sul-mato-grossense ficou acima da média nacional. O Brasil faturou US$ 1,1 bilhão neste ano com essas operações, embarcando 457,4 mil toneladas, o que representou crescimento de 14,5% na receita e alta de 13,7% no volume em relação ao mesmo período do ano passado.

No acumulado de janeiro a abril deste ano, as Filipinas foram o principal destino da carne suína de Mato Grosso do Sul, com 2,2 mil toneladas embarcadas e US$ 5,6 milhões em receita. O país respondeu por 30,7% do faturamento das vendas externas de carne suína in natura do Estado. O segundo lugar no ranking, com 13,5% da receita, foi ocupado pela Argentina, com US$ 2,5 milhões. Hong Kong aparece na sequência, com participação de 10,9% e receita de US$ 2 milhões.

Neste primeiro quadrimestre, Mato Grosso do Sul respondeu por 1,6% da receita brasileira com exportações de carne suína. Com esse desempenho, o Estado ocupou a 6ª posição no ranking nacional entre os principais exportadores brasileiros do produto, atrás apenas de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso e Minas Gerais.

(*) Campo Grande News

Suzano tem 62 vagas abertas entre programas de estágio e contratações efetivas em MS

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Foto: Divulgação
  • Com término das inscrições previsto para a próxima semana, programas de estágio contemplam estudantes dos níveis técnico e superior;
  • Empresa também está com 10 vagas abertas nas áreas industrial, florestal e de manutenção em diferentes cidades do estado.

Estudantes de Mato Grosso do Sul têm até a próxima quarta-feira, 3 de junho, para se inscrever nos programas de estágio Superior e Técnico da Suzano. São 52 vagas distribuídas entre Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo, voltadas tanto para cursos técnicos quanto para graduações. Paralelamente, a empresa também está com 10 processos seletivos abertos para contratação efetiva em cinco municípios do estado.

Estágio Superior

O Programa de Estágio Superior da Suzano oferece 11 vagas para Mato Grosso do Sul, sendo quatro para Ribas do Rio Pardo e sete para Três Lagoas. Podem participar estudantes de qualquer graduação, com formatura prevista entre dezembro de 2027 e dezembro de 2028. As oportunidades são para áreas como Sustentabilidade, Comunicação, Logística, Industrial, Florestal e Pesquisa e Desenvolvimento. As inscrições seguem abertas pelo link: https://estagiosuzano.99jobs.com/.

Estágio Técnico

Já para o Estágio Técnico, são 41 vagas ofertadas, sendo 16 para Ribas do Rio Pardo e 25 para Três Lagoas. As oportunidades são voltadas para estudantes maiores de 18 anos matriculados em cursos técnicos nas áreas de Celulose e Papel, Automação Industrial, Mecânica, Química e Eletrotécnica. O processo seletivo é realizado de forma online, e as inscrições podem ser feitas pelo link: https://estagiotecnicosuzano.99jobs.com/.

10 processos seletivos abertos 

Além das oportunidades de estágio, a Suzano está com 10 processos seletivos abertos com atuação em Água Clara, Bataguassu, Brasilândia, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas. As oportunidades abrangem as áreas florestal, operacional, técnica e de manutenção e estão abertas a todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, idade, origem, deficiência ou orientação sexual, por meio da Plataforma de Oportunidades da Suzano: https://suzano.gupy.io/.

Confira abaixo os processos seletivos em andamento:

Água Clara, Bataguassu e Brasilândia

Ribas do Rio Pardo

Três Lagoas

Mais detalhes sobre os processos seletivos, assim como os benefícios oferecidos pela empresa, estão disponíveis na Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://suzano.gupy.io/). A Suzano reforça que todos os processos seletivos são gratuitos, sem a cobrança de qualquer taxa ou valor de inscrição, e que as vagas oficiais estão abertas a todas as pessoas interessadas. Na página, candidatos e candidatas também poderão acessar todas as vagas abertas no estado e em outras unidades da Suzano no país, além de se cadastrar no Banco de Talentos da empresa.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br.

Soja recorde ajuda país a acelerar e PIB chega a R$ 3,3 trilhões

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Safra recorde de soja ajudou a impulsionar o crescimento da economia brasileira no primeiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados pelo IBGE. (Foto: Campo Grande News)

Economia cresce 1,1% no trimestre com contribuição positiva da agropecuária, indústria e serviços

A economia brasileira começou 2026 em ritmo de crescimento. O Produto Interno Bruto (PIB) do país avançou 1,1% no primeiro trimestre em comparação aos últimos três meses de 2025 e alcançou R$ 3,3 trilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (29) pelo IBGE. O desempenho foi sustentado pela força do agronegócio, pela recuperação dos investimentos e pelo aumento do consumo das famílias.

O resultado foi positivo nos três grandes setores da economia. A agropecuária liderou a expansão, com crescimento de 2%, seguida pela indústria, que avançou 1%, e pelos serviços, com alta de 0,5%. O desempenho do campo teve papel decisivo no trimestre, especialmente por causa da safra recorde de soja, beneficiada pela ampliação da área plantada e pelas condições climáticas favoráveis em grande parte do país.

Segundo o coordenador de Contas Nacionais do IBGE, Ricardo Montes de Moraes, a agropecuária foi o principal motor da economia no período, acompanhada pelo setor de mineração e por atividades de serviços.

Consumo das famílias volta a ganhar força

Pelo lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 1% em relação ao trimestre anterior, sinalizando maior movimentação da economia interna. Como esse componente representa a maior parcela do PIB, teve peso importante para o resultado positivo do período.

Outro destaque foi a retomada dos investimentos. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que mede investimentos em máquinas, equipamentos e construção, avançou 3,5% após uma queda registrada no fim de 2025. O consumo do governo também apresentou crescimento, embora em ritmo mais moderado, de 0,4%.

Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, a economia brasileira cresceu 1,8%, enquanto o acumulado dos últimos quatro trimestres registra expansão de 2%.

Serviços seguem como base da economia

Responsável por cerca de 70% da atividade econômica nacional, o setor de serviços manteve crescimento, embora mais moderado. As maiores altas foram registradas em informação e comunicação (2,4%), atividades imobiliárias (1,2%), comércio (0,6%) e administração pública (0,4%).

Já os segmentos de transporte, armazenagem e correios (-0,7%) e atividades financeiras (-0,6%) apresentaram retração no período.

Na indústria, os destaques positivos foram a extração mineral, com crescimento de 3,6%, impulsionada pela produção de petróleo e gás natural, e a construção civil, que avançou 2,9%.

Soja recorde ajuda a sustentar avanço

O desempenho da agropecuária teve como principal alicerce a soja, cuja produção deve crescer 4,8% em relação ao ano anterior, atingindo o maior volume da série histórica do IBGE. Em contrapartida, culturas importantes como milho (-2,5%) e arroz (-10,6%) registraram queda nas estimativas de produção e produtividade.

Os números reforçam o peso do agronegócio na economia brasileira e mostram que, mesmo diante de juros elevados e de um cenário internacional ainda marcado por incertezas, o setor rural continua sendo um dos principais sustentáculos do crescimento do país.

Fonte: Campo Grande News

Termina domingo prazo para declaração anual do MEI; confira regras

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Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A entrega fora do prazo acarreta em multa

Termina neste domingo (31) o prazo para a entrega da Declaração Anual Simplificada do Microempreendedor Individual (DASN-Simei), referente ao ano-calendário de 2025.

A declaração anual do MEI é obrigatória para todos os empresários individuais que tenham sido optantes pelo SIMEI em qualquer período de 2025, mesmo que não tenham tido faturamento no ano. É o caso, por exemplo, de profissionais que deixam de prestar serviços como MEI para trabalhar com carteira assinada. 

A declaração pode ser enviada pelo App MEI ou pelo Portal do Empreendedor. A Receita Federal orienta que os microempreendedores façam a entrega dentro do prazo para evitar encargos e manter a regularidade do CNPJ. 

Como fazer a declaração 

A DASN-SIMEI é realizada de maneira rápida no Portal do Empreendedor. O MEI deve informar o faturamento anual bruto de sua empresa, incluindo todas as vendas ou prestações de serviços realizadas em 2025.

Pelas regras, o MEI não pode ultrapassar o limite de R$ 81 mil de faturamento anual ou o proporcional mensal. Também é necessário informar se realizou a contratação de funcionário (no máximo um, de acordo com a legislação). o Objetivo da DASN- Simei é comprovar que a empresa está operando dentro dessas regras do regime. 

Multa 

A entrega fora do prazo resulta em multa de 2% ao mês de atraso, limitada a 20% do valor total dos tributos declarados, ou ao valor mínimo de R$ 50. A multa é gerada automaticamente após a transmissão da declaração em atraso. 

Fonte: Agência Brasil

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