Lei vale também para fiscal eleitoral, mesário e delegado de partido
A partir do próximo sábado (15), e até 48 horas após o pleito marcado para o dia 30 deste mês, nenhum dos candidatos que disputam o segundo turno das eleições poderá ser preso, a não ser que seja pego em flagrante delito.
A outra exceção é se pesar condenação por crime inafiançável, caso no qual a polícia poderá cumprir a ordem de prisão determinada pela Justiça.
Também pode ser preso quem descumprir o salvo-conduto dos candidatos.
A regra que veda a prisão de candidatos nos 15 dias antes das eleições vale também para fiscais eleitorais, mesários e delegados de partidos.
A norma também se aplica a eleitores, porém, com intervalo menor, de cinco dias antes até 48 horas após o pleito.
Dispositivo
A norma e as exceções constam do Artigo 236 do Código Eleitoral (Lei 4.737/1965). A lógica do dispositivo, herdado de normas eleitorais mais antigas, é impedir que alguma autoridade utilize o seu poder de prisão para interferir no resultado das eleições.
No caso de prisão de algum candidato, a partir do próximo sábado, a previsão é que o detido seja levado à presença de um juiz para que seja verificada a legalidade do ato.
Caso seja constatada alguma ilegalidade, o responsável pela prisão pode ser responsabilizado.
A pena prevista é de quatro anos de reclusão.
Neste ano, participarão do segundo turno das eleições gerais os candidatos a presidente da República, Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, além de 24 candidatos que disputam os governos de 12 estados.
Prejuízo estimado aos criminosos chega a R$ 6,7 bilhões
O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJ) contabilizou, no âmbito da Operação Hórus, um total de 71,5 toneladas de drogas e produtos de contrabando apreendidos no mês de setembro em todo o país.
Desde abril de 2019, quando teve início a operação, já foi apreendido mais de 1,67 mil toneladas de drogas e contrabando.
O prejuízo total estimado aos criminosos chega a R$ 6,7 bilhões.
A Operação Hórus tem como foco combater práticas criminosas ao longo dos 16,8 mil quilômetros (km) de fronteira terrestre no Brasil.
Mais de 800 profissionais de segurança pública estaduais e federais participam das ações que abrangem 14 estados.
De acordo com o balanço referente a setembro, o estado em que foi feita a maior quantidade de apreensões foi Mato Grosso do Sul (36,8 toneladas), seguido do Paraná (22,8 toneladas).
“Juntos, eles causaram um prejuízo estimado de R$ 198 milhões ao crime nas fronteiras brasileiras: Mato Grosso do Sul com R$ 124,2 milhões e Paraná com R$ 73,8 milhões”, detalhou o MJ.
Bolsa é para estudante que ganha medalha em competição acadêmica
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) divulgou, 9 meses após o governo federal instituir o Programa Auxílio Brasil, os critérios para o credenciamento de competições acadêmicas e científicas aptas a identificar estudantes oriundos de famílias que recebem o benefício social e que, por seu desempenho, têm direito a uma bolsa de iniciação científica júnior.
A bolsa é um dos mecanismos de “incentivo ao esforço individual e à emancipação” previstos na Lei nº 14.284, que substituiu o antigo Bolsa Família pelo Auxílio Brasil.
A lei, de dezembro de 2021, estabeleceu que a bolsa será concedida a estudantes do ensino Fundamental ou Médio, integrantes de famílias beneficiárias do programa de transferência de renda para famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza, que se destacarem em competições acadêmicas e científicas nacionais, vinculadas a temas relativos à educação básica.
Conforme o texto da lei, todo estudante que conquistar uma medalha de ouro, prata ou bronze, ou mesmo uma menção honrosa, em uma competição acadêmica e científica lançada entre janeiro e dezembro será considerado elegível a receber, no ano seguinte, a Bolsa de Iniciação Científica.
Aos contemplados serão pagas 12 parcelas mensais de R$ 100, mais uma parcela única de R$ 1 mil destinada à sua família, totalizando R$ 2,2 mil
A Portaria nº 6.410 tornam mais claros e objetivos os critérios para o credenciamento junto à pasta dos eventos nacionais acadêmicos que podem servir para encontrar talentos em diversas áreas do conhecimento e que mereçam o incentivo financeiro para se aplicar aos estudos.
Segundo a portaria ministerial, podem se credenciar as competições acadêmicas e científicas, de abrangência nacional, apoiadas institucionalmente ou organizadas pelo próprio MCTI, e realizadas para popularizar a ciência e a tecnologia entre os estudantes do ensino básico, tais como as olimpíadas científicas.
Os organizadores dos eventos também deverão enviar ao MCTI os resultados das premiações a fim de possibilitar à pasta cruzar as informações sobre os estudantes com as do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), o que será feito em conjunto com o Ministério da Cidadania, responsável por gerenciar os benefícios do Auxílio Brasil.
Os pagamentos da Bolsa de Iniciação Científica Júnior, contudo, serão operacionalizados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
No âmbito do Programa Auxílio Brasil, as bolsas de Iniciação Cientificas Júnior serão distribuídas da seguinte forma: metade (50%) para os estudantes da faixa do Ensino Médio e metade para alunos devidamente matriculados no Ensino Fundamental.
Caso não haja, em uma das competições credenciadas, estudantes aptos a receber as bolsas, estas serão redistribuídas sequencialmente e igualmente pelas outras competições, obedecendo o critério de ordem do envio do banco de dados ao MCTI.
A mesma lógica se aplicará às faixas em que os estudantes são agrupados (Fundamental e Médio). Cada estudante fará jus a apenas uma bolsa, mesmo que obtendo bons resultados em mais de uma competição.
Baixas taxas de vacinação levam autoridades a alertar população
Em pouco menos de um ano, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) completa meia década de existência.
Considerado uma das políticas públicas em saúde mais bem-sucedidas do país, o programa, em seus quase 50 anos, foi marcado pela erradicação de doenças como a poliomielite, a rubéola, o tétano materno e neonatal e a varíola.
Ao longo dos últimos anos, entretanto, algumas doenças voltaram a assustar o país em meio a baixas taxas de vacinação.
A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma das que mais preocupam as autoridades sanitárias.
Trata-se de uma doença contagiosa aguda causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, e que pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes e secreções eliminadas pela boca de pacientes.
Nos casos graves, em que acontecem as paralisias musculares, os membros inferiores são os mais atingidos.
Diante das taxas de cobertura vacinal em queda, o Ministério da Saúde realizou, entre 8 de agosto e 30 de setembro, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite.
A campanha chegou a ser prorrogada por causa da baixa adesão.
A meta é vacinar 95% de um universo de 14,3 milhões de crianças menores de 5 anos no Brasil.
Atualmente, a taxa de cobertura vacinal contra a pólio está em torno de 60%.
Transmissão
A transmissão ocorre pelo contato direto com uma pessoa infectada, pela via fecal-oral (objetos, alimentos e água contaminados com fezes de pacientes) ou pela via oral-oral (gotículas de secreção ao falar, tossir ou espirrar.
A falta de saneamento, as más condições habitacionais e hábitos de higiene pessoal precários são fatores que favorecem a transmissão do poliovírus.
Sintomas
De acordo com o ministério, os sintomas mais frequentes da doença são febre, mal-estar, dor de cabeça, dor de garganta e dor no corpo, além de vômitos, diarreia, constipação (prisão de ventre), espasmos, rigidez na nuca e até mesmo meningite.
Nas formas mais graves, instala-se a flacidez muscular que afeta, em regra, membros inferiores.
Tratamento
Segundo a pasta, não existe tratamento específico para a pólio.
Todos as pessoas infectadas devem ser hospitalizadas e recebem tratamento para os sintomas manifestados, de acordo com o quadro clínico do paciente.
Sequelas
As sequelas da doença estão relacionadas com a infecção da medula e do cérebro pelo poliovírus. Normalmente, são sequelas motoras e que não têm cura.
As principais são: problemas nas articulações; pé torto; crescimento diferente das pernas; osteoporose; paralisia de uma das pernas; paralisia dos músculos da fala e da deglutição; dificuldade para falar; atrofia muscular e hipersensibilidade ao toque.
Prevenção
O ministério lembra que a vacinação é a única forma de prevenção da pólio.
Todas as crianças menores de 5 anos devem ser imunizadas conforme esquema de vacinação de rotina e também por meio das campanhas anuais.
O esquema vacinal consiste em três doses da vacina injetável (aos 2, 4 e 6 meses de vida) e duas doses de reforço com a vacina oral bivalente, conhecida como gotinha.
Alerta
Em nota, o ministério destacou que o Brasil é referência mundial em imunização e conta com um dos maiores programas de vacinação do mundo.
Anualmente, o PNI aplica cerca de 100 milhões de doses de diferentes vacinas, enquanto o Sistema Único de Saúde (SUS) tem capacidade para vacinar até 1 milhão de pessoas por dia.
“Toda a população com menos de 5 anos precisa ser vacinada para evitar a reintrodução do vírus que causa a paralisia infantil”, alertou a pasta.
De acordo com o ministério, doenças já eliminadas graças à vacinação correm o risco de reintrodução no país devido às baixas coberturas vacinais, voltando a constituir um problema de saúde pública.
“Levem seus filhos às salas de vacinação”, reforçou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na semana passada.
Principais fatos
Dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), representação da Organização Mundial da Saúde (OMS) nas Américas, mostram que uma em cada 200 infecções pelo poliovírus resultam em paralisia irreversível (geralmente das pernas).
Entre as pessoas acometidas pela doença, de 5% a 10% morrem por paralisia dos músculos respiratórios.
Segundo a entidade, os casos da doença diminuíram mais de 99% nos últimos anos, passando de 350 mil casos estimados em 1988 para 29 casos notificados em 2018.
A maioria dos casos, atualmente, se concentra no Afeganistão e no Paquistão, onde a doença é considerada endêmica. Em 2022, dois casos foram contabilizados em Israel e nos Estados Unidos.
“Enquanto houver uma criança infectada, crianças de todos os países correm o risco de contrair a poliomielite. Se a doença não for erradicada, podem ocorrer até 200 mil casos no mundo a cada ano, dentro do período de uma década”, informou a Opas.
O Brasil recebeu o certificado de eliminação da pólio em 1994. Entretanto, a Opas alerta que, até que a doença seja erradicada no mundo, há risco de casos importados e, consequentemente, de o vírus voltar a circular em território brasileiro.
“Para evitar isso, é importante manter as taxas de cobertura vacinal altas e fazer vigilância constante”, acrescentou.
Esta é a agenda dos candidatos que estão no segundo turno da disputa presidencial. Segundo turno da eleição será no dia 30 de outubro.
Jair Bolsonaro (PL): Às 14h30, o candidato à reeleição tem um encontro com sertanejos em Brasília.
Lula (PT): O candidato concederá entrevista à Super Rádio Tupi FM 96.5 logo cedo, às 7h45. Depois, às 15h, se reúne com representantes da sociedade civil em São Paulo.
Bem-estar emocional das pessoas se agravou durante pandemia
Nesta segunda dia (10) é comemorado em todo o planeta o Dia Mundial da Saúde Mental. Nesses tempos de quase pós-pandemia de covid-19, a doença continua afetando a saúde mental de grande número de pessoas em todo o mundo.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pandemia criou uma crise global para a saúde mental, alimentando estresses em curto e longo prazo, e minando o bem-estar emocional de milhares de pessoas ao redor do mundo.
Nesse contexto, de acordo com especialistas, a manifestação dos efeitos da doença pode se tornar permanente tanto para pacientes e suas famílias, quanto para profissionais da área da saúde.
Para o especialista em terceira idade e saúde mental Davi Fiuza Diniz, o papel das associações de pacientes e familiares nesse processo de reabilitação é muito importante. Ele cita o trabalho da Associação em Defesa da Saúde Mental (ADSM) – organização não governamental (ONG) cearense –, que busca dar apoio aos pacientes por meio de terapias de grupo e de atendimento com familiares e cuidadores, e de uma equipe multidisciplinar formada por profissionais de saúde e de outras áreas.
Diniz, que trabalha na ADMS, afirmou que muitos dos problemas mentais dos assistidos pela associação se agravaram durante a pandemia.
Ele mesmo sentiu esse problema por ter na família duas pessoas com transtornos mentais. “Eu sei o que é essa dor”, afirmou.
Hoje, seus parentes estão estabilizados depois de participar de terapias de grupo na ONG.
“A gente busca mostrar para pessoas e familiares que tenham alguém na família com problema emocional que, quando saírem do psiquiatra ou do psicólogo, eles têm suporte. Existe toda uma conduta para dar equilíbrio emocional. A Associação tem vários serviços com essa finalidade: dar suporte para as pessoas que apresentam algum problema e, também, para os familiares que estão acompanhando, porque também precisam de apoio”, disse Diniz.
Agravamento
Em entrevista à Agência Brasil, o psiquiatra e membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) Luiz Carlos Coronel afirmou que a pandemia desencadeou algo que estava latente ou agravou o que já existia.
No caso do Brasil, segundo ele, ocorreram as duas coisas, mas agravou especialmente as grandes necessidades de saúde mental da população que já existiam.
Luiz Carlos Coronel lembrou que o país, de acordo com a pesquisa Vigitel 2021 do Ministério da Saúde, é campeão na América Latina de casos de depressão, envolvendo 11,3% da população.
“É campeão de transtornos de ansiedade e por aí vai”, disse. Segundo o especialista, isso ficou agravado pela pandemia, pelas restrições e por tudo que acompanhou o processo epidêmico de ameaça à vida.
Em função da restrição de circulação, aumentaram também as patologias ligadas ao consumo de substâncias psicoativas.
“O pessoal passou a usar mais álcool e outras drogas e isso ocasionou também um agravamento das situações conflitivas. Então, aumentou muito o número de violência doméstica, devido à restrição de circular, de conviver com outras pessoas”.
Coronel ressaltou que como resultado de tudo isso estão os efeitos da infecção pela covid-19 que ainda vão se manifestando ao longo do tempo, inclusive formas que não são graves, mas moderadas, e que apresentam manifestações cerebrais, clínicas.
“Essas viroses têm essas capacidades que a gente não conhece bem. São os efeitos a longo prazo”.
Outro fator é que o Brasil cresceu muito nos últimos 30 a 40 anos em termos populacionais, e a estrutura de atendimento e assistência à saúde não acompanhou esse crescimento, afirmou o psiquiatra.
“A rede de atendimento à saúde continua precária, apesar dos esforços do Ministério da Saúde. E da saúde mental é mais precária ainda”, complementou.
Covid longa
Luiz Carlos Coronel avaliou que a pandemia deixou uma “covid longa”.
Ou seja, seus efeitos já estão sendo sentidos e vão continuar aparecendo por longo período.
“Indefinido tempo ainda. Nenhum pesquisador tem ideia de quanto vai durar a produção desses efeitos secundários da doença, principalmente afetando a saúde mental da pessoa”.
“Todo mundo ficou restrito, ficou com menos recursos de convivência, acarretando grandes índices de depressão, de ansiedade, de uso e abuso de substâncias psicoativas e de drogas. Tudo isso ficou aumentado”, disse.
Das 18h às 22h, haverá brinquedos para uso das crianças, com animação de personagens infantis, Peppa Pig e Homem Aranha
Nesta quarta-feira (12), feriado nacional da Padroeira do Brasil, Dia de Nossa Senhora Aparecida, a Feira Central funcionará com horário estendido, das 08h às 22h. E para celebrar o Dia das Crianças haverá atrações para os baixinhos.
A ideia surgiu com a empresária Katia Anffe e deu origem ao Projeto “Despertar o Brilho”, que é coordenado pela Know How Club e realizado em parceria com mais de 10 empresários sul-mato-grossenses
Um grupo de empresários percebeu que poderia ir além da busca por resultados financeiros e resolveu utilizar o próprio negócio para estimular o empoderamento feminino e transformar a realidade de mulheres que vivem em situação de vulnerabilidade emocional e socioeconômica.
A ideia surgiu com a empresária Katia Anffe e deu origem ao Projeto “Despertar o Brilho”, que é coordenado pela Know How Club e realizado em parceria com mais de 10 empresários sul-mato-grossenses.
“Descobrimos que tem muita gente que quer ajudar, mas não sabe como. E esse projeto nos proporcionou essa oportunidade, de exercer a solidariedade não apenas com o dinheiro em si, mas com o nosso tempo, o nosso serviço, que muitas vezes, pode valer muito mais para quem recebe essa ajuda”, destaca a empresária Katia Anffe.
A iniciativa oferece acesso gratuito a produtos e serviços de diversas áreas para resgatar a autoestima das mulheres e estimular o empoderamento feminino como ferramenta de transformação econômica e social.
“O projeto reúne pessoas com o mesmo propósito, que é utilizar seu negócio para transformar a realidade de quem precisa. É uma iniciativa que fortalece a cultura das empresas, porque reforça a ideia de que os empresários precisam solucionar os problemas da sociedade e atuar com responsabilidade social”, explica o consultor empresarial da Know How Club, Arthur Maximilliano.
A auxiliar de limpeza, Juliana dos Santos, de 38 anos, é a beneficiada da primeira edição do Projeto “Despertar o Brilho”, que começou em setembro e deve ser concluída em novembro.
As etapas incluem atendimento odontológico, procedimentos estéticos como limpeza de pele e cabeleireiro, doação de roupas, acessórios e sapatos, serviços relacionados à saúde da mulher e orientação psicológica.
“Nosso objetivo é promover uma transformação de fora para dentro. Acreditamos que o acesso a esses produtos e serviços pode despertar o ‘brilho’ das mulheres, a intenção é dar o suporte estético e psicológico, para que elas possam superar barreiras e mudar a própria trajetória de vida”, relata a empresária Katia Anffe, fundadora do projeto.
Parceiros
O Projeto “Despertar o Brilho” é coordenado pela Know How, que é um clube de empreendedores com cerca de 200 associados de todo o país.
Entre os parceiros do projeto estão Katia Anffe Acessórios e Semijoias, GTDI Marketing Digital, Empresa Cocriar, Katia Jara Dentista, Clínica Aretha Flores, Consultora de Imagem Marcela Fabrício, Shoes Antunes, Labclin, Slims Tecnologia em Estética, Shizen Beauty Center, Leonardo Chamorro Cabeleireiro e Orgânica Farmácia de Manipulação.
A prova de 15 quilômetros reuniu cerca de 2 mil corredores, entre brasileiros e estrangeiros
A Corrida do Pantanal, realizada neste domingo (09/10), consolidou-se como a maior prova de rua do Centro-Oeste brasileiro em termos de participantes, estrutura por metro quadrado e premiação.
Mais de 15 mil atletas amadores e profissionais coloriram as ruas e avenidas de Campo Grande para uma celebração ao esporte e à boa saúde.
A prova de 15 quilômetros reuniu cerca de 2 mil corredores, entre brasileiros e estrangeiros. Os cinco primeiros colocados nas categorias elite, indústria e PcD (pessoas com deficiência) ganharam troféus e premiação em dinheiro.
Na categoria elite feminina, a prova foi vencida pela atleta Yadeny Alemayehu Weltej, da Etiópia, com o tempo de 43 minutos e 56 segundos. Já na categoria elite masculina, o queniano Vestus Cheboi Chemjor cruzou a linha de chegada em primeiro lugar, com o tempo de 46 minutos e 4 segundos. Vestus falou sobre a participação na Corrida do Pantanal.
“Estou feliz, me senti bem sobre a competição. O clima hoje estava bom, não muito ensolarado. Ontem estava bastante quente, mas hoje o clima estava ameno. Foi uma boa corrida”, disse o queniano.
Entre os competidores com deficiência, venceu o corredor Alcides Luiz de Campos, de 63 anos, acompanhado do atleta-guia Altair Ferreira Dias, de 52 anos. Alcides descreveu a sensação de ter cruzado a linha de chegada. “É muito bom conseguir essa vitória na idade que eu estou. É muita alegria. Tomara que repita mais vezes”, contou.
O atleta-guia aproveitou para elogiar a organização da prova. “Queria aproveitar a oportunidade para agradecer a organização por lembrar dos deficientes visuais. Além dele, existem outras pessoas que precisam ser motivadas para praticar esporte”, completou Alcides.
Welliton Luiz Baptista, de 34 anos, venceu na categoria indústria masculina. Ele divide o tempo entre as provas de rua e o trabalho em uma indústria em Ibiporã (PR).
Em sua primeira corrida em Campo Grande, Welliton subiu ao topo do pódio. “Achei a prova interessante, principalmente por reconhecer e valorizar o trabalhador. Não é fácil trabalhar e treinar. É um evento sensacional, grandioso e bem organizado, gostei demais. O percurso exige resistência física, e a gente treina para isso. No ano que vem quero estar aqui novamente”, finalizou.
O tributo ao empreendedor na área de suinocultura foi realizada pela Prefeitura, Câmara Municipal e Movimento Mulheres Empreendedoras
O Estádio Municipal Joaquim Cândido da Silva foi palco para as homenagens à família do Dr. Arthur José Höfig Júnior, filho do fundador do Município de Brasilândia, Dr. Arthur Hoffig.
Passaram pelo palco a vereadora Patricia Jardim, na qual falou sobre a autoria do seu projeto de lei, sendo aprovado por unanimidade por todos os parlamentares, na criação do Dia do Suinocultor: 10 de outubro.
A parlamentar justificou que a data foi a assinatura da primeira parceria entre a empresa de suinocultura e a família Franzin.
Depois, a empresária Tânia Cardoso, do Movimento Mulheres Empreendedoras falou da criação da entidade, que foi durante a Pandemia e o grupo de empresárias brasilandenses realizou diversas ações para movimentar a economia local.
E sendo uma delas, a criação desta festa no mês de outubro.
A presidente da Câmara Municipal, Néia Halsback, representando todos os parlamentares, falou sobre a satisfação de aprovar Projetos de Leis em prol da realização de atividades que promovam fomento do comércio local.
E além disso, reafirmou o compromisso de continuar apoiando ações como essas.
Já o prefeito Dr. Antonio Thiago parabenizou a toda família Hofig pelo trabalho desenvolvido em Brasilândia, bem como o Movimento Mulheres Empreendedoras pela iniciativa em realizar o evento.
Logo em seguida, um vídeo contando a história da família Hofig foi exibido, onde contou sobre a história de Arthur José Hofig Júnior.
E por fim, Dr. Hélder Höfig, filho primogênito do homenageado e Dr. Fábio Barros, esposo da Sandra Höffig de Barros e filha do homenageado receberam uma placa do Movimento Mulheres Empreendedoras pelo o empreendedorismo exercido por toda família em Brasilândia.
Logo após as homenagens, a equipe da Associação de Voluntários de Combate ao Câncer e Hospital Júlio Maia serviram um almoço e a tarde foi de muita cantoria com os cantores locais: Paulo Vini e Diego, Isabela Germano, Pâmela Estevam, Hillary Fernandes e Isabelly Noronha.
A Administração de Três Lagoas presta as mais sinceras condolências aos familiares e amigos
A Prefeitura Municipal de Três Lagoas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), lamenta imensamente o falecimento do médico Thiago Fernando Eloy de França de 36 anos.
Thiago trabalhou em diversas Unidades de Saúde de Três Lagoas, inclusive na Unidade de Pronto Atendimento (UPA24h), prestando um serviço de excelência.
Assessoria de Comunicação Prefeitura de Três Lagoas
Candidato participou da abertura do evento, que reuniu atletas profissionais e amadores de todo Estado
Eduardo Riedel, candidato ao Governo pela Coligação Trabalhando por um Novo Futuro, prestigiou neste domingo (09) a abertura da Corrida do Pantanal, que reuniu 15 mil atletas profissionais e amadores em Campo Grande. O evento promovido pelo Sesi e TV Morena teve largada nos altos da Avenida Afonso Pena.
O candidato do PSDB aproveitou a oportunidade para conversar com eleitores e defender suas propostas. “É mais uma oportunidade de conversar com as pessoas, ouvir o que ela esperam para o nosso Estado nos próximos quatro anos”, descreveu.
Riedel destacou que na campanha conseguiu ter este contato direto com a população e assin apresentar seu projeto de desenvolvimento do Estado. “Nos preparamos para este momento, pois é preciso ter capacidade e conhecimento para conduzir o Estado com políticas públicas importantes em todos os setores”.
Ao lado sua esposa, Mônica Riedel, que correu a prova dos 7 km, Riedel acompanhou a largada do evento, que teve boa presença de público e competidores.
A Corrida do Pantanal ocupa o lugar da tradicional “Volta das Nações”, que foi realizada em Campo Grande de 2009 até 2014. Nesta edição a competição dispõe de provas de 15 km (corrida) e 7 km (corrida), além de uma caminhada de 5 km. O ponto de partida e chegada ocorreu em frente ao Bioaparque Pantanal. Já o percurso contornou o Parque das Nações Indígenas.
Um grande público para um dos maiores festivais de cultura, arte, diversidade e cidadania de Mato Grosso do Sul – o Campão Cultural – foi oficialmente aberto na noite de sábado (9), na Esplanada Ferroviária, com a presença do secretário estadual de Cidadania e Cultura, Eduardo Romero, representando o governador Reinaldo Azambuja.
Mais de 10 mil pessoas participaram dos primeiros eventos realizados no local onde, até a década de 1990, funcionou a estação ferroviária de Campo Grande, fundada no início do século XX. A concentração das pessoas começou tímida, por volta de 19h, mas surpreendeu os organizados com ocupação de toda a área cortada por trilhos uma hora depois.
O primeiro dia do festival brindou o campo-grandense com os shows do grupo Top Samba e do cantor paulista Péricles, um dos grandes nomes do pagode brasileiro.
Homenagens
Na abertura, o Campão prestou homenagens a cinco personalidades culturais marcantes do Estado, as quais expressam a riqueza e a diversidade da cultura sul-mato-grossenses e suas múltiplas influências. São elas: Lais Dória, atriz, artista social, professora, pesquisadora e diretora teatral. Há 26 anos dirige a OSCIP Casa de Ensaio, que proporciona a adolescentes e jovens de Campo Grande o aprendizado da música, teatro e literatura.
Artesã Indiana Marques, por mais de 20 anos desenvolve um trabalho já reconhecido nacionalmente e premiado de arte popular, principalmente da cultura indígena e negra, mostrando seus costumes e história por meio de esculturas em cerâmica.
Com o tema bovinocultura, onde expressa o retrato sarcástico da sociedade do boi, símbolo de riqueza do Estado, o artista visual Humberto Espindola levou sua arte para outros cantos do Brasil e do mundo, tendo participado da 6ª Bienal de Paris, em 1969, e de uma infinidade de exposições individuais e coletivas.
Formado em 1998, o grupo de rap Falange da Rima, de Campo Grande, atua essencialmente na periferia, mas já participou de vários festivais e dividiu o palco com grandes artistas, tais como Racionais MCs, Thayde e DJ Hum, MV Bill e Facção Central. O grupo é pioneiro do rap sul-mato-grossense, com letras que falam sobre a realidade das periferias, discutindo temas como o crime, a pobreza, preconceito social e racial, drogas e consciência política.
Com um dos maiores acervos do Estado, o fotógrafo Roberto Higa é um dos expoentes da imagem jornalística e documental, com mais de 50 anos de carreira. Deu seus primeiros cliques no extinto jornal Diário da Serra, de Campo Grande, no final dos anos de 1960, e notabilizou-se ao retratar o cotidiano e os momentos marcantes da política regional.
Caldeirão cultural
Ao abrir a cerimônia de abertura da segunda edição do Campão Cultural, o diretor-presidente da Fundação de Cultura, Gustavo de Arruda Castelo (Cegonha), destacou o legado cultural de um Estado que completa 45 anos de criação, expressando que o evento ganha uma dimensão maior e valoriza e divulga a cultura e a história de Mato Grosso do Sul.
“Uma oportunidade para a população conhecer a nossa arte e nossa história, dar visibilidade aos nossos artistas e contribuir na formação de plateias. O Campão traz à tona a nossa produção cultural, onde pulsam todas as influências fronteiriças e regionais”, disse. Ao destacar a importância do Campão, que coloca definitivamente o Estado no circuito dos principais festivais do Brasil, o secretário de Cidadania e Cultura, Eduardo Romero, lembrou que o evento reunirá, em oito dias, mais de 120 atrações em todas as vertentes das artes. “O Governo do Estado tem muito orgulho em promover esse festival, onde contamos com a parceria da prefeitura de Campo Grande”, comentou. Presente ao ato a secretaria-adjunta de Cultura e Turismo de Campo Grande, Clarice Benites.
O Campão Cultural é uma realização do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Cidadania e Cultura de MS (SECIC) e Fundação de Cultura de MS (FCMS), com apoio da Secretaria de Municipal de Cultura e Turismo (SECTUR).
Hábitos de vida saudáveis contribuem para a prevenção da doença
A fisioterapeuta Roberta Perez, especializada na área cardiorrespiratória, tinha a vida profissional com que sonhou, mas às custas do abandono da saúde e do autocuidado, como ela conta.
“Estava há anos sem ir ao médico, só me consultava quando caía gripada entre um plantão e outro. Vivia um estresse constante, me alimentava super mal e tinha péssimos hábitos”.
Mas, ao ler uma publicação na internet, de uma conhecida contando que estava com câncer de mama aos 26 anos, ela ficou assustada.
“Decidi que marcaria alguns médicos. Enrolei muito e fazia o autoexame como forma de me sentir menos culpada, mas esse gesto fez toda a diferença na minha vida.”
Um dia ela sentiu um nódulo. “Na mesma hora acendeu o alerta. Procurei um mastologista que, na avaliação, por eu ser jovem e sem histórico familiar, não se preocupou tanto com o caso, mas levou em consideração a minha angústia e pediu uma biópsia. Foi assim que descobri um câncer de mama aos 27 anos.”
Durante o tratamento de quimioterapia, em 2016, ela decidiu que mudaria de hábitos. “Comecei a caminhar na quinta sessão e terminei a 16ª sessão com corrida de 8 quilômetros. Descobri na atividade física uma maneira de me empoderar como paciente e de esquecer um pouco dos problemas.”
Ela fez a mastectomia bilateral e três cirurgias nas mamas. Também teve um tumor benigno no ovário, que resultou na perda do órgão e de uma trompa.
“Tive depressão pós-tratamento, porque me sentia perdida e não me encaixava mais na vida que eu tinha. Compreendi que o maior desafio que já enfrentei era o propósito da minha vida e, em 2018, fiz uma transição de carreira e comecei a trabalhar na causa do câncer”.
Hoje, aos 33 anos, ela é empreendedora na causa do câncer e fundadora do Portal Vai por mim, que oferece acolhimento e informação aos pacientes de câncer.
Roberta Baraçal Peres teve a filha Helena após ter se curado de um câncer de mama. – Rovena Rosa/Agência Brasil
Roberta conta que, como não queria ter filhos, optou por não congelar óvulos. Além disso, e por conta do tratamento e com os problemas ginecológicos, os médicos a alertaram, em 2020, que ela não teria condições de engravidar.
“Não sei se me impressionei com a notícia, mas sonhei que tinha uma filha chamada Helena. Três meses depois desse sonho, tentando evitar uma gravidez, engravidei de forma natural. Optamos por descobrir o sexo apenas no parto, e no dia 12 de setembro de 2021 meu sonho virou realidade e dei à luz a minha sorridente Helena.”
Sintomas
O nódulo, como o que a Roberta encontrou no autoexame, é um dos sintomas do câncer de mama.
Qualquer alteração notada na palpação ou autoexame das mamas como nódulos e áreas endurecidas são sinais que devem ser investigados.
Outros sintomas são: alterações no formato da mama como abaulamentos, inversão do mamilo e retração de pele.
Saída de secreção transparente ou com sangue pelo mamilo, já as secreções amareladas, esverdeadas ou amarronzadas tendem a ser benignas.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células anormais da mama, que forma um tumor com potencial de invadir outros órgãos.
Há vários tipos de câncer de mama. Enquanto alguns tipos têm desenvolvimento rápido, outros crescem lentamente.
O câncer de mama apresenta vários estágios da doença, que variam desde tumor inicial microscópico, tumores acometendo toda a mama, e tumores que invadem outros órgãos, como tecido linfático, fígado, pulmão e ossos.
O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença.
A maioria dos casos, quando tratados adequadamente e precocemente, apresentam boa evolução, mas cada um deve ser avaliado individualmente.
“O tratamento do câncer de mama apresenta diversas etapas, o objetivo é destruir o tumor atual, evitar que células tumorais se espalharem para outros órgãos e reduzir as chances do tumor voltar no futuro. O tratamento inicia-se pela quimioterapia ou pela cirurgia; algumas caraterísticas tumorais irão guiar o mastologista nessa decisão”, explica a mastologista e ginecologista Laura Penteado, também obstetra e diretora clínica da Theia, clínica centrada na saúde da gestante, que utiliza tecnologia para revolucionar a saúde da mulher.
Mamografia
A detecção precoce, que pode ser feita por meio da mamografia, é o principal exame para rastrear pacientes sem sintomas aparentes, explica a médica especialista em radiologia mamária, Maria Helena Louveira, também professora da Escola Brasileira de Medicina.
“O exame de mamografia é o principal e o único eficaz nos rastreamentos do câncer em pacientes assintomáticas. Embora tenhamos muitos estudos em desenvolvimento e novas tecnologias na busca pelo câncer, ainda assim, a mamografia é o principal método. Sabemos que existe um certo desconforto em relação à compressão das mamas no equipamento, porém, é um desconforto rápido, que dura em torno a três segundos, algo bem tolerável”.
A especialista reforça que o benefício supera o incômodo.
“Mesmo com esse incômodo momentâneo, pois a mama é um órgão sensível mesmo, o benefício é infinitamente maior ao fazer o exame e, eventualmente, detectar um câncer e, com isso, salvar vidas. A dica é nunca deixar de fazer o exame e buscar sempre a prevenção precoce, pois ela salva”.
Quando diagnosticado no início, a taxa de cura do câncer de mama é alta.
“Se diagnosticado precocemente, o câncer de mama apresenta uma alta taxa de cura, mais de 90% em cinco anos”, completa a mastologista Laura Penteado. Iniciado logo após o diagnóstico, o tratamento aumenta a sobrevida e as chances de cura da paciente.
A Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda a mamografia de rastreamento anual a partir dos 40 anos para mulheres de risco habitual e a partir dos 30 anos para mulheres de alto risco.
O Ministério da Saúde recomenda mamografia de rastreamento a partir dos 50 anos e anual a partir dos 35 anos para mulheres de alto risco.
Mas, a mamografia diagnóstica, aquela que é solicitada para elucidação de alterações palpáveis, deve ser realizada em qualquer idade sempre que necessário.
Em casos específicos, porém, o mastologista pode recomendar outros exames além da mamografia.
“Atualmente, com os avanços da tecnologia, alguns centros oferecem a tomossintese, um exame 3D que apresenta maior sensibilidade e deve ser realizado em conjunto com a mamografia – exame 2D – sempre que possível. Para as mulheres que apresentam alto risco para a doença, também realiza-se a ressonância magnética das mamas como exame de rotina. O ultrassom é indicado como rastreamento somente em alguns casos específicos, como o de mamas muito densas”, completa a mastologista Laura Penteado.
Histórico familiar
Dois ou mais parentes de primeiro grau (pais, irmãs ou filhas) ou de segundo grau (neta, avó, tia, sobrinha, meio-irmão) com câncer de mama e/ou de ovário já indicam alto risco para câncer de mama. Ou seja, o histórico familiar é um indicativo para começar a prevenção o quanto antes.
É o caso da Ana Clara Vereda, modelo e influenciadora digital, de 30 anos. Em 2010, a mãe dela teve câncer na faixa dos 40 anos, e na mesma época ela havia descoberto dois nódulos chamados tumor filoide. A mãe se tratou e ela fazia os exames anualmente. “A cada ano um nódulo novo aparecia, totalizando oito nódulos benignos e devidamente acompanhados. Não quis tirar pois sempre tive medo de cirurgias”.
Ana Clara Todero Vereda fala sobre a vitória sobre o câncer de mama. – Rovena Rosa/Agência Brasil
Apesar da vida regrada e de praticar esportes desde 2019, a rotina da modelo ficou paralisada com o início da pandemia.
“Em maio de 2020 eu havia engordado 10 quilos e resolvi voltar a minha rotina de esportes e dietas. Procurei uma clínica de medicina do esporte e fiz uma série de exames. Na hora de realizar o ultrassom, avisei ao médico que havia oito nódulos que eram acompanhados pela minha mastologista. E aí ele achou o nono, disse que era diferente dos outros e que era para eu acompanhar. Como já tinha o caminho das pedras, peguei o atalho e fui direto fazer a biópsia”, conta.
“Com 28 anos fui diagnosticada com carcinoma invasivo do tipo não especial (Luminal B). Origem completamente hormonal pela produção exacerbada de estrogênio. Descobri tão no início que não precisei de quimioterapia e nem radioterapia. Após a cirurgia, fui direto para o Tamoxifeno, que é um tratamento complementar via oral. Graças ao diagnóstico precoce, as chances de cura aumentam até 90%! Meu nódulo não era palpável, somente os exames de rotina poderiam detectá-lo”.
Diagnosticada no primeiro ano da pandemia, ela conta como foi se tratar na época.
“Todo o processo até a cirurgia foi muito delicado, pois eu não poderia me contaminar em hipótese alguma devido a minha imunidade baixíssima. Mas, fiz todo o processo, operei e dois dias depois fui pra casa”.
Ana fez a adenomastectomia bilateral com reconstrução imediata das mamas, cirurgia para mulheres que necessitam de mastectomia, mas que possuem a pele livre para a realização de uma reconstrução mamária imediata.
“Mulheres com histórico familiar de câncer de mama são consideradas pacientes de alto risco para desenvolver o tumor e por isso necessitam de um acompanhamento e de uma investigação mais detalhada. Recomenda-se que essa mulher realize ressonância magnética anual após os 25 anos e mamografia após os 30 anos. Geralmente, em famílias com mutações genéticas que favorecem o aparecimento do câncer de mama (por exemplo, mutação BRCA 1 e 2) o tumor tende a surgir em idade mais precoce do que nas gerações anteriores”, alertou a mastologista.
Ana Clara Todero Vereda, com o filho Marco Antônio e o marido Antônio Carlos Cirillo, após a cura de um câncer de mama. – Rovena Rosa/Agência Brasil
Prevenção
Para o câncer de mama existe a prevenção primária, ou seja, reduzir os riscos de surgimento da doença, a qual está muito correlacionada com os fatores hormonais da mulher.
“Ter filhos, amamentar, não usar anticoncepcional hormonal, não realizar terapia de reposição hormonal são fatores protetores para as mulheres”, explica a mastologista.
Já a prevenção secundária são exames de rastreamento para detecção precoce da doença.
Ela explica como se dá o fator protetivo da amamentação.
“Quando você tem filhos e amamenta, estimula o desenvolvimento das glândulas mamárias e pela alteração hormonal da gestação, o que acaba protegendo a mama contra alterações celulares cancerígenas”.
“Quanto à reposição hormonal na menopausa, outro fator que predispõe ao câncer de mama, ela aconselha a usar com muita parcimônia. “Em alguns casos a mulher tem muita sintomatologia e realmente necessita de uma reposição hormonal, mas os casos tem que ser individualizados, porque está correlacionado com o aumento de câncer de mama. Principalmente as mulheres que têm alto risco familiar para desenvolvimento de câncer de mama, precisa ser muito bem ponderado o uso da reposição hormonal”.
Para as mulheres que optam por não ter filhos, ela recomenda a prevenção secundária, mas alerta. “Realizar mamografia todo ano não vai impedir que a doença apareça, mas aumenta a chance de detectar tumores em estágios precoces, o que aumenta a cura”.
Hábitos saudáveis são protetores
Os hábitos saudáveis também são protetores e auxiliam a reduzir o risco do câncer de mama, assim como de outras doenças.
“A ingesta de bebida alcoólica, o sobrepeso e a obesidade, o sedentarismo e a exposição à radiação ionizante são fatores correlacionados a aumento de taxas da doença. Assim, reduzir a ingestão de álcool, praticar atividade física e ter uma alimentação saudável para manter-se em um IMC [índice de massa corpórea] adequado são hábitos recomendados para evitar a doença”.
A médica explica como a obesidade está correlacionada a um aumento do câncer de mama. “As células de gordura produzem estrogênio. Então a mulher obesa tem mais estrogênio circulante e a gente sabe que alguns tipos de tumores de câncer de mama se alimentam desses hormônios. Então quanto maior o nível, maior a predisposição aos surgimentos de câncer de mama”.
Manter atividade física regular e a alimentação saudável reduzem os riscos de aparecimento de cânceres e diminui também outras doenças como hipertensão, diabetes e tumores.
Por isso, desde o surgimento do câncer de mama, a fisioterapeuta Roberta Perez não se descuidou mais.
“Embora biologicamente eu esteja curada, uma vez que você descobre a doença, nunca mais sua vida será igual. E quanto mais jovem você descobre, mais chance você tem de desenvolver o câncer de novo. Hoje, faço acompanhamento anual. Mudei péssimos hábitos que tinha e, quando vou à academia vejo como parte do tratamento. Quando me alimento bem e, de forma saudável, faz parte do meu cuidado. Sempre temos uma atenção especial quando se descobre uma doença como essa. Agora, vou fazer uma renovação dos meus exames genéticos, pois está muito avançada a pesquisa genética, para ver se tenho alguma mutação e, assim ajudar meus familiares de primeiro grau, mãe e irmã”.
Impacto da pandemia
A Revista Brasileira de Cancerologiade julho de 2022, apontou dados em relação à falta de busca das mulheres pela mamografia durante a pandemia.
O Data SUS, que é o sistema de informação dos exames realizados pelo sistema único de saúde, revelou um déficit de mais de 1,7 milhões de mulheres que deixaram de fazer o exame em 2020 com relação a 2019.
Essa queda significa quase 40% no número de exames realizados em pacientes assintomáticas (mamografias de rastreamento) em 2020 em comparação a 2019, enquanto, em pacientes sintomáticas, ou seja, com alguma queixa clínica relativa às mamas, a redução foi em torno de 20% nesse mesmo ano.
“Além do aumento na incidência, é preciso dizer que o câncer de mama é uma doença evolutiva. A falta de diagnóstico e de tratamento precoce reflete em menores chances de cura e em tratamento mais complexo e agressivo. E aquele grupo de mulheres que apresentou sintomas suspeitos de câncer mamário durante a pandemia, e que tiveram seu atendimento e diagnóstico atrasados, provavelmente sofreram com o avanço da doença, que pode ter alterado seu estadiamento) processo para determinar a localização e a extensão do câncer presente no corpo de uma pessoa) e, eventualmente, também sua expectativa de vida”, lamenta a especialista em radiologia mamária Maria Helena Louveira.
Conselhos
A modelo Ana Clara ainda dá o seu conselho para as mulheres jovens.
“Mulheres, se toquem! Conheçam seu próprio corpo. Não tenham medo de investigar algo incomum por conta do resultado. Sua vida, sua saúde estão a um toque de distância! O diagnóstico precoce aumenta em 90% das chances de cura! Idade não é regra e autocuidado nunca sai de moda”.
A fisioterapeuta Roberta Perez também tem seu conselho.
“Quanto mais jovem, temos em nosso subconsciente que vamos morrer velhinhos, e isso dá uma margem para certas prioridades, como colocar trabalho na frente de saúde, lazer na frente de autocuidado, e isso não pode. Aos 27 anos, era muito imatura, workaholic [alguém que trabalha muito], e sei que, parte do meu câncer ter sido diagnosticado em fase avançada se deve a isso. Estava há quatro anos sem ir ao médico e acabei negligenciando meu cuidado. Mulheres, a dica que dou, eu que passei por isso é, revejam suas prioridades, olhem com carinho para você emocionalmente e fisicamente. Olhar para a finitude pode levar à reflexão de como estamos vivemos e sempre é hora de mudar”.
Para a especialista em radiologia mamária, Maria Helena Louveira, as campanhas de conscientização, como as relacionadas ao Outubro Rosa, têm contribuído de forma significativa para difundir informações verdadeiras acerca do câncer de mama, e têm influenciado positivamente as mulheres na busca do exames de mamografia.
“Temos que incentivar a busca pelos exames de detecção, mas, antes disso, fortalecer os vínculos entre as mulheres, para que olhem para suas companheiras – tias, mães, irmãs que estão desassistidas – e insistam para que falem o que sentem, se percebem algo suspeito em suas mamas, algum nódulo palpável que passou despercebido, para que procurarem o atendimento médico o quanto antes”, aconselha.
Alto risco para câncer de mama
– Dois ou mais parentes de primeiro grau (pais, irmãs ou filhas) ou de segundo grau (neta, avó, tia, sobrinha, meio-irmão) com câncer de mama e/ou de ovário;
– Câncer de mama antes dos 50 anos (pré-menopausa) em um parente de primeiro grau;
– História familiar de câncer de mama e de ovário;
– Um ou mais parentes com dois tumores (de mama e de ovário ou dois tumores mamários independentes);
O Concurso 2.527 da Mega-Sena, que será sorteado hoje dia (08) à noite em São Paulo, deverá pagar R$ 8 milhões a quem acertar as seis dezenas.
O sorteio das seis dezenas será feito às 20h no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê.
O concurso de quarta-feira dia (05) não teve acertadores e o prêmio ficou acumulado para hoje. Foram sorteadas as dezenas 02 – 16 – 24 – 38 – 43 e 59.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.
Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio.
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Para receber, contribuinte terá de retificar declarações desde 2018
Os contribuintes que, nos últimos cinco anos, de 2018 a 2022, incluíram pensão alimentícia como rendimento tributável devem retificar as declarações de Imposto de Renda Pessoa Física.
A Receita Federal emitiu um esclarecimento sobre a não incidência do imposto após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que esses rendimentos são isentos de tributos.
Em 23 de agosto, o STF publicou a decisão que afastou a incidência de Imposto de Renda sobre valores decorrentes de direito de família.
Como as pensões alimentares se encaixam nessa categoria, também deixaram de pagar o Imposto de Renda.
O contribuinte terá de retificar a declaração para cada exercício de recolhimento ou de retenção indevidos de Imposto de Renda sobre pensão alimentícia.
Para isso, basta informar o número do recibo de entrega da declaração que será retificada e manter o modelo de dedução escolhido no envio da declaração.
A Receita aconselha aos contribuintes que guardem todos os comprovantes referentes aos valores informados que podem ser pedidos para conferência até que os créditos tributários (devolução do imposto pago) prescrevam.
Preenchimento
O valor de pensão alimentícia declarado como imposto tributável deve ser excluído e informado no campo “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis/Outros”, especificando pensão alimentícia.
As demais informações sobre o imposto pago ou retido na fonte devem ser mantidas.
O declarante que deixou de inserir um dependente que tenha recebido rendimentos de pensão alimentícia poderá incluí-lo, assim como as despesas relacionadas a ele.
Nesse caso, é necessário ter optado pela declaração tradicional em vez da simplificada na declaração original.
Além disso, o dependente não pode ser titular da própria declaração.
Acerto de contas
Após a retificação o contribuinte poderá se ver em duas situações: com imposto a restituir ou com imposto pago a maior.
No primeiro caso, o contribuinte terá direito a uma restituição maior que a da declaração original.
A Receita pagará automaticamente a diferença na conta informada na declaração do Imposto de Renda, conforme cronograma de lotes e de prioridades legais.
No segundo caso, em que o contribuinte pagou Imposto de Renda, mas teve o saldo reduzido após a retificação, será necessário pedir o dinheiro de volta por meio de pedido eletrônico de restituição (Perdcomp).
A compensação do imposto pago a mais deverá ser solicitada por meio do programa Perdcomp Web, disponível no Portal e-CAC.
Em alguns casos, o contribuinte poderá baixar o programa PGD Perdcomp, na página da Receita Federal na internet.
Segundo a Receita Federal, estão sendo analisadas opções para acelerar a análise das declarações retificadoras e dos lançamentos de ofício de declarações com rendimentos de pensão alimentícia.
A publicação está disponível no Diário Oficial da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (ASSOMASUL), na edição nº 3193, com data de 07 de outubro
Nesta sexta-feira (07), a Prefeitura de Três Lagoas, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (SEMEC), publicou resolução nº 023/SEMAD/2022 convocando professores classificados e aprovados no Concurso Público, em caráter de temporário para realização dos exames admissionais e atribuição de aulas, no dia 14 (sexta-feira).
Os professores convocados são para as disciplinas de arte, educação infantil, Educação Física, Língua Estrangeira Inglês, Português, Matemática e Ensino Fundamental, conforme previsto no art. 100 da Lei nº 1.609/2000.
Todas as informações referentes ao agendamento dos exames e a atribuição estão disponíveis no site da Prefeitura, na opção Diário.
Em caso de dúvidas, o candidato deve entrar em contato pelo telefone (67) 3929 1130, (67) 99155 4263 e (67) 99276 4933.
Os próximos locais que vão receber as caçambas a partir do dia 17 (segunda-feira) são Santa Terezinha e Jardim das Oliveiras
Na próxima semana, as caçambas do “Mutirão de Limpeza” ação da Prefeitura de Três Lagoas, por meio do Setor de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em parceria com a Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Trânsito (SEINTRA) permanecerá nos bairros Jardim Rodrigues e Violetas.
O Mutirão tem como objetivo oferecer aos moradores destes bairros, locais apropriados para o descarte de materiais e resíduos que possam vir a ser criadouros propícios à proliferação do mosquito Aedes aegypti (Dengue, Chikungunya e Zika), Flebótomo (Leishmaniose) e escorpiões, nas caçambas que estão instaladas em pontos estratégicos.
De acordo com o setor de endemias da SMS, por conta do feriado de 12 de outubro e por não ter expediente dos setores envolvidos no Mutirão, a campanha será estendida por mais uma semana nesses bairros.
Os próximos locais que vão receber as caçambas a partir do dia 17 (segunda-feira) são Santa Terezinha e Jardim das Oliveiras.
CONFIRA ONDE DESCARTAR SEU LIXO
As caçambas da PMTL estarão disponíveis nas seguintes ruas, dos bairros Jardim Rodrigues e Violetas:
Rua Santa Branca c/ R. Sergio R. Ribeiro
Rua Santa Branca c/ R. Josefa Ferreira
Rua R. Josefa Ferreira c/ Rua B
Rua Francisco S. Queiroz
Rua Maria Queiroz Moreira c/ R. Sergio R. Ribeiro
Rua Joaquim G. Leal (Tupi) c/ R. Mário G. Cervis
Rua Januário Garcia Leal
Rua Antonio Pinelli
Rua Bandeirantes
Rua João A. Freitas c/ R. Mário G. Cervis
Rua Januário Garcia Leal
Rua Joaquim Garcia Leal (Tupi)
Rua Manoel Faria Duque c/ R. Rogaciano Moreira
Rua C c/ R. Maria Queiroz Moreira
Rua Rogaciano Moreira c/ Rua Radialista
Rua do Cantor c/ Rua do Repórter
Rua Manoel Faria Duque c/ Rua do Cantor
Rua Manoel Faria Duque c/ Rua do Compositor
Rua do Compositor c/ R. do Radialista
Rua Sergio R. Ribeiro c/ R. do Escultor
Rua Rogaciano Moreira c/ R. do Comerciante
Rua do Cantor c/ R. do Trabalhador
Rua do Compositor c/ R. do Professor
Rua do Compositor c/ R. do Empresário
Rua do Jornalista c/ R. do Compositor
Rua do Escultor c/ R. do Professor
Rua do Escultor c/ R. do Trabalhador
Rua da Constituição c/ R. do Trabalhador
Rua do Pintor c/ R. do Comerciante
Rua do Pintor c/ R. do Empresário
Rua do Jornalista c/ R. do Pintor
Rua do Jornalista c/ R. do Escultor
Rua do Pintor c/ R. do Radialista
Rua do Repórter c/ R. do Artista
Rua do Repórter c/ R. do Pintor
Rua Manoel Faria Duque c/ R. do Pintor
Rua Manoel Faria Duque c/ R. do Artista
Rua do Radialista c/ R. do Artista
Rua Podeus c/ R. do Empresário
Rua da Constituição c/ R. do Professor
Assessoria de Comunicação Prefeitura de Três Lagoas
Serão promovidas diversas ações, sendo a maior parte para celebrar o Dia da Criança
A Prefeitura Municipal de Três Lagoas divulga a programação de eventos culturais realizados pelas secretarias da Administração Municipal, dos dias 08 a 12.
Confira abaixo a programação:
DIA 08 (SÁBADO)
Festa da Crianças
Horário: Das 08 às 11h
Local: Na praça do bairro Novo Oeste
Encontro de Rosas do Deserto, Suculentas e Artesanato
Horário: Das 09h às 17h
Local: Casa do Artesão – Av. Aldair Rosa de Oliveira Rosa, nº 470 – localizada na orla da lagoa, ao lado do Shopping Popular
Espetáculo “Chapeuzinho Vermelho”
Horário: 17h
Local: Ginásio Municipal Cacilda Acre Rocha – R. Manoel de Oliveira Gomes – Santos Dumont
DIA 09 (DOMINGO)
Festa da Crianças
Horário: Das 08 às 11h
Local: Esplanada NOB
Abertura Campeonato Sul-mato-grossense de Futebol Amador Feminino – Edição 2022
Horário: 10h
Local: Estádio Municipal “Benedito Soares da Mota – Madrugadão”
Espetáculo “Chapeuzinho Vermelho”
Horário: 17h
Local: Ginásio Municipal Cacilda Acre Rocha – R. Manoel de Oliveira Gomes – Santos Dumont
DIA 10 (SEGUNDA)
Espetáculo Patrulha Canina
Horário: Das 19h às 21h
Horário funcionamento da Feira: Das 16h às 22h
Local: Feira Central
DIA 12 (QUARTA-FEIRA)
Dia das Crianças na Feira Central
Horário: Das 08h às 22
Horário funcionamento da Feira: Das 08h às 22h
Local: Feira Central
Assessoria de Comunicação Prefeitura de Três Lagoas
A prata e o bronze conquistados pelas alunas do Sesi foram as únicas medalhas trazidas pela delegação sul-mato-grossense da competição
As alunas-atletas Milena Demarco e Maria Júlia Moreira subiram ao pódio no Campeonato Brasileiro Sub-21 de Judô, disputado no Rio de Janeiro, no último fim de semana.
Estudantes da Escola Sesi Campo Grande, Milena faturou a prata na categoria leve (até 57 kg), e Maria Júlia levou bronze no meio-médio (até 63 kg).
Com o resultado, Milena Demarco saltou para o segundo lugar no ranking brasileiro sub-21 da categoria leve, com 525 pontos.
Maria Júlia é a sétima colocada nacional entre as meio-médios.
O evento reuniu quase 300 judocas de todas as cinco regiões do Brasil.
Após dois anos de restrições devido à pandemia do coronavírus, a competição voltou com o calor e apoio da torcida, na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro.
Na premiação geral, os grandes campeões foram o Rio de Janeiro, no feminino, com dois ouros e quatro bronzes, e o Rio Grande do Sul, no masculino, com três ouros e um bronze. Ao todo, 25 estados, mais o Distrito Federal, tiveram atletas representantes.