17/02/2019 15h06

Famílias de baixa renda podem ter até 65% de desconto na fatura de energia elétrica.

Redação

Beneficiários dos programas sociais do Governo do Estado, como Vale Renda e Rede Solidária, estão aptos a participar da Tarifa Social, um programa que beneficia clientes mais carentes, reduzindo o valor da conta de luz. Muitos dos inscritos em projetos assistenciais desconhecem que podem pagar valores mais baixos pela energia elétrica.

Os descontos na fatura podem chegar a 65%, variando conforme o consumo. Quanto menor o consumo de energia elétrica, maior a dedução.

Pode solicitar a Tarifa Social todas as famílias classificadas como Residencial Baixa Renda. É preciso que a família seja inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, ou seja, ter NIS – Número de Identificação Social, com renda familiar mensal por pessoa menor ou igual a meio salário mínimo nacional, independente de possuir ou não o benefício do Bolsa Família.

Também podem solicitar o desconto as famílias inscritas no Cadastro Único da Prefeitura, com renda familiar mensal de até três salários mínimos, que tenha alguém com doença ou patologia que precise do uso continuado de aparelhos ou equipamentos elétricos, ou que tenha Idoso ou Deficiente que receba o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social – BPC, Lei LOAS, com seu respectivo NB – Número do Benefício.

Também são contempladas pelo programa as famílias do Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC) e famílias indígenas e quilombolas.

Para famílias de baixa renda, as faixas de desconto são:
De 0 a 30 kWh/mês: 65%
Acima de 30 até 100 kWh/mês: 40%
Acima de 100 até 220 kWh/mês: 10%

Para os clientes indígenas ou quilombolas os descontos obedecem aos seguintes percentuais:

De 0 a 30 kWh/mês: 100%
Acima de 30 até 100 kWh/mês: 40%
Acima de 100 até 220 kWh/mês: 10%

Mesmo que o cliente tenha um consumo superior a 220 kWh/mês ele obterá os descontos até a faixa limite.

Para pedir o cadastro é necessário comparecer a uma agência da Elektro.

Foto ilustrativa/Agência Brasil

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