29/06/2015 08h48 – Atualizado em 29/06/2015 08h48

PIJAMA

O comentário que circula nas rodinhas políticas é que o prefeito de Dourados, Murilo Zauith (PSB), estaria disposto a adiar seus projetos políticos (leia-se candidatura ao Senado). Verdade ou não, a informação deve deixar as lideranças políticas locais sem fortes opções.

Apenas para recordar, quando tentou o cargo pela última vez, o cacique socialista foi atropelado por um esquema bem-sucedido de André Puccinelli (PMDB), que á época emplacou a dobradinha Moka (PMDB) e Delcídio (PT), deixando a região seu representante.

SILÊNCIO

Para analistas, o motivo do eventual recuou de Murilo Zauith, no entanto, ainda não veio à tona, mas somente ele poderá explicar, digamos assim, sua ‘aposentadoria política precoce’ mesmo à frente do comando do segundo maior colégio eleitoral sul-mato-grossense, onde reina absoluto pelo segundo mandato consecutivo.

O prenúncio da provável desistência, talvez, pode ser explicado quando o prefeito entregou a direção regional do PSB para a deputada federal Tereza Cristina Corrêa da Costa, que, aliás, pouco fala sobre a atuação do partido em MS.

ALVO

Há dias, Simone Tebet (PMDB-MS) participou da reunião dos integrantes da Comissão Especial do Pacto Federativo com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para entregar a lista de 20 projetos relativos ao Pacto Federativo que podem ser votados imediatamente.

Segundo a senadora, que é vice-presidente do colegiado, a ideia é iniciar as votações em julho, com os projetos sendo votados direto pelo Plenário, sem passar por comissões. Os prefeitos agradecem.

PARTIÇÃO

Na expectativa de uma melhor distribuição do bolo tributário nacional, os prefeitos fazem um lobby dos diabos no Congresso Nacional a fim de convencer os parlamentares em torno da aprovação da proposta do pacto federativo.

“A mudança na legislação pode garantir a governadores e prefeitos mais recursos para investir nos serviços públicos e melhorar o atendimento à população”, defende Simone Tebet, que acompanha as discussões sobre o tema.

ARCO E FECHA

O conflito entre fazendeiros e índios na região sul do Estado deve ser discutido nesta segunda-feira, em Campo Grande. Segundo o prefeito de Amambaí, Sérgio Barbosa (PMDB), a ideia é pressionar a bancada federal com objetivo de retomar as negociações com o governo.

Na prática, os prefeitos querem apresentar a situação atual do conflito indígena na região e buscar uma ação em conjunta com os parlamentares para retomar a conversa, iniciada em 2013, com o governo da presidente Dilma.

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