Multas totalizaram R$ 45 mil; em Três Lagoas foram duas ocorrências, resultando em uma pessoa presa

A Polícia Militar Ambiental prendeu e autuou 32 pescadores em dois meses de piracema no estado – quase o triplo de presos em relação à operação passada. As multas totalizaram R$ 45 mil.

Quase 370kg de peixes foram apreendidos – a grande maioria (311kg) durante o mês de dezembro. O valor é quase quatro vezes o apreendido no ano passado (95kg).

Multas

Foram aplicadas multas de R$ 45.352, um acréscimo de 930,72% em relação ao ano passado, em que as multas somaram R$ 4.400. Os valores elevados de pescado apreendido e das multas nesta operação deram-se em razão da quantidade de ocorrências de prisões e autuações administrativas, tendo em vista que as multas também aumentam relativamente conforme a quantidade de pescado apreendida.

Equipamentos proibidos no Rio Paraná

Segundo a Polícia Militar Ambiental, em relação aos equipamentos de uso proibido foram recolhidas 95 redes de pesca nesse período, contra nove no mesmo período do ano passado. A maior parte deste tipo de petrecho foi retirada armada no lago da Usina de Sérgio Motta, no rio Paraná, local onde o pescador profissional pode utilizar redes de malha 14 centímetros em período de pesca aberta, estando devidamente identificadas. Dessa forma, tanto pescadores profissionais e amadores armam os petrechos sem identificação em período noturno e voltam para retirar os peixes no mesmo período.

Em Três Lagoas foi efetuada a prisão de um homem que pescava de arpão nas margens da usina de Jupiá. Também foi aqui a maior apreensão de petrechos proibidos: 55 redes foram desmontadas na Usina Sérgio Motta.

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