07/10/2019 08h42

Homem teria recebido prints de conversas que indicariam um relacionamento entre a esposa e um corretor de imóveis; pai do policial ainda tentou impedir o assassinato, mas a mulher morreu na frente do filho do casal.

Gisele Berto

Na noite do último sábado, 5. o policial militar ambiental Lúcio Roberto Queiroz Silva assassinou a mulher, Regianni Araujo, e o corretor de imóveis Fernando Enrique Freitas, 31, em Paranaíba.

De acordo com a Polícia Civil, ele cometeu o duplo homicídio após receber “prints” de conversas entre a mulher e o corretor de imóveis, indicando um suposto relacionamento entre os dois. Eles não tiveram tempo para se defender, de acordo com a delegada responsável pelo caso, Eva Maira Cogo.

Em entrevista ao G1 a delegada afirmou que “testemunhas disseram que o Lúcio chegou na casa do Fernando armado perguntando sobre ele e foi direto para dentro da casa. Lá ele teria dito: ‘está conversando com minha esposa’, e na sequência, pediu para ver o celular do Fernando. Mas isso não ocorreu porque o Lúcio já atirou e pelo menos três tiros atingiram a vítima”.

O policial agiu de forma semelhante ao matar a esposa. Lúcio chegou na casa da família, foi em direção a mulher e efetuou os disparos. Ele chegou a ser contido pelo pai, mas continuou e terminou de cometer o crime. O policial ambiental fugiu do local e está sendo procurado.

O corretor de imóveis Fernando Enrique Freitas e Regianni Araujo, de 32, assassinados pelo policial Lúcio Roberto Queiroz Silva — Foto: Facebook / Reprodução

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