20/07/2017 09h11

Praticidade aliada à tecnologia: Fibria utiliza placas pré-moldadas para construir tanques da maior Estação de Tratamento de Efluentes do país

Todos os tanques foram construídos com placas pré-moldadas, atingindo um total de 2000 placas/peças pré-moldadas, que consumiram 4.594m³ de concreto

Redação

A Fibria, empresa brasileira líder mundial na produção de celulose de eucalipto, utilizou conceitos tecnológicos inéditos na construção dos tanques da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) do projeto Horizonte 2, sua segunda linha de produção de celulose de eucalipto em Três Lagoas (MS). Todos os tanques foram construídos com placas pré-moldadas, atingindo um total de 2000 placas/peças pré-moldadas, que consumiram 4.594m³ de concreto.

6.900 m³ de efluente tratado por hora

Com a construção desses tanques, a Fibria terá a capacidade de volume de tratamento de efluente de 6.900 m³ por hora, sendo configurada como a maior do país. É nessa área onde todo o efluente do processo produtivo é tratado para voltar as condições igual ou melhor do que da água que foi captada no rio.

Você sabia?

Um dado curioso diz respeito ao peso das placas/peças pré-moldadas, cerca de 25 toneladas cada uma. Só para se ter uma ideia, esse é o peso do Monumento às Bandeiras, localizado no Ibirapuera em São Paulo. Com essas ações o volume de tratamento da ETE passa a ser de 6.900 m³ por hora configurando-a como maior do país.

(*) Assessoria Fibria

Um dado curioso diz respeito ao peso das placas/peças pré-moldadas, cerca de 25 toneladas cada uma (Foto/Assessoria)

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