Material dura o dobro de máscaras descartáveis convencionais e é mais barato.

Além de ser usada como matéria-prima para produção de materiais hospitalares, a celulose, por si própria, já vem sendo usada como máscara descartável para prevenção à contaminação por Covid-19.

Desde quinta-feira passada (23), quando o uso de máscaras se tornou obrigatório na cidade do Rio de Janeiro, a Prefeitura começou a distribuir o EPI em pontos estratégicos para ajudar a população a conter a infecção pelo novo coronavírus.

Mas as máscaras entregues em lugares de grande circulação de pessoas, como no terminal de barcas ou no BRT, são diferentes das habituais de pano ou TNT: elas são feitas de celulose, material aprovado pela Anvisa e que permite o uso por quatro horas seguidas — ou o dobro do modelo descartável mais comum.

Segundo o secretário de Ordem Pública e chefe do gabinete de crise, Gutemberg Fonseca serão distribuídas 1 milhão de unidades, inclusive em comunidades carentes. O custo unitário é de R$ 0,90, contra R$ 1,20 das feitas com TNT.

Dentro de cada uma vem escrito que o material é gratuito e não pode ser vendido. Além disso, o alerta: não são para o uso hospitalar ou por profissionais de saúde, que precisam de equipamentos específicos.

As informações são do Extra.

Comentários