Valor total pago na cidade é de mais de R$ 720 milhões; média por família é de R$ 162,84. Bolsa Família atende famílias em condições de extrema pobreza, com renda mensal de até R$ 89 por pessoa

O pagamento do Bolsa Família, programa que contribui para o combate à pobreza e à desigualdade, começou ontem, 12. Ao todo, 115.208 famílias do Mato Grosso do Sul irão receber R$ 21 milhões do governo federal. O valor médio do benefício no Estado, de R$ 182,40, é fundamental para a subsistência da população mais vulnerável, já que o complemento da renda – um dos eixos do programa – garante o alívio mais imediato da pobreza.

Em Três Lagoas, 4444 famílias recebem o benefício. O Governo Federal destina um total de R$ 723.648 para as famílias três-lagoenses que precisa. O pagamento médio para cada família é de R$ 162,84.

“Em fevereiro, o benefício do Bolsa Família irá chegar a cerca de 45 milhões de brasileiros que precisam ser protegidos pela vulnerabilidade de renda em que se encontram”, afirmou o secretário do Desenvolvimento Social do Ministério da Cidadania, Lelo Coimbra. “Então, o Bolsa Família cumpre com o seu papel mensal de garantir aos mais pobres e aos mais vulneráveis do país uma renda mínima mensal, oferecendo a possibilidade de alimentação básica para essas famílias”, completou o secretário.

Pagamento escalonado

O pagamento do benefício segue um calendário escalonado. Para saber o dia do pagamento, o beneficiário deve conferir o Número de Identificação Social (NIS) impresso no cartão do programa. Os que terminam com final 1 podem sacar o dinheiro no primeiro dia do pagamento. Os com final 2, no segundo dia — e assim por diante. Este mês, o pagamento vai até o dia 28. Em função do feriado do Carnaval, os pagamentos serão interrompidos entre os dias 22 e 26 — e retomados no dia 27.

Os recursos ficam disponíveis para saque por um período de três meses. Para saber a data exata do pagamento, clique aqui ou acesse: facebook.com/bolsafamilia.

Sobre o Bolsa Família

O Bolsa Família é um programa do governo federal que atende famílias em condições de extrema pobreza, com renda mensal de até R$ 89 por pessoa; ou cuja renda per capita esteja entre R$ 89,01 e R$ 178, desde que tenham crianças ou adolescentes de 0 a 17 anos.

Além do complemento de renda, o programa trabalha sob os eixos de “Acesso a direitos” — as famílias devem cumprir compromissos que reforçam o acesso à educação, à saúde e à assistência social — e de “Articulação com outras ações” — os gestores integram e articulam várias políticas sociais, estimulando o desenvolvimento das famílias e contribuindo para a superação das situações de vulnerabilidade e pobreza.

Para integrar o programa, o responsável pela família deve procurar um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ou um posto de atendimento do Bolsa Família no município. É necessário levar documentos de identificação pessoal, como carteira de identidade ou carteira de motorista e certidão de nascimento de todas as pessoas que vivem na residência. Para mais informações, acesse o portal do Ministério da Cidadania.

As informações são do Ministério da Cidadania.

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