12/11/2015 07h52 – Atualizado em 12/11/2015 07h52

A auditoria feita pela PricewaterhouseCoopers nas contas do governo a pedido de Reinaldo Azambuja (PSDB) assim que ele assumiu o governo começa a render bons frutos. Foi por meio dela que o Ministério Público Estadual pediu a prisão de nove pessoas envolvidas em falcatruas. Mas as coisas, dizem, não param por aí. Mais irregularidades cometidas estão vindo à tona e podem provocar novos pedidos de prisão. E será assim, sucessivamente, até que tudo seja posto às claras. Isso sem contar os crimes ligados à esfera federal.

RELÂMPAGO

O ex-secretário de Obras do Estado e ex-deputado federal, Edson Giroto (PR), saiu da cadeia por volta das 00h de ontem, após conseguir o alvará de soltura expedido pelo Poder Judiciário. O estranho é que a previsão era de que ele ficasse ao menos uns cinco dias no xilindró, frustrando assim o desejo de muitos adversários políticos. O republicano planejava ser candidato a prefeito de Campo Grande nas eleições municipais do ano que vem, mas seu sonho caiu por terra diante dos últimos episódios.

O CASO

Segundo o Ministério Público do Estado, denúncia que motivou ação de força-tarefa contra o ex-secretário de Obras, Edson Giroto, o empreiteiro João Amorim, e outras sete pessoas teria sido feita pelo secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo Miglioli em relação a contrato de R$ 6,8 milhões. Os prejuízos aos cofres públicos foram de pelo menos R$ 2,9 milhões, conforme o órgão público.

AGONIA

Quem deve estar sorrindo de orelha a orelha é o deputado federal Zeca do PT com a ascensão de seu Botafogo a Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol. Igualmente torcedor doente do Glorioso de Marechal Severiano, o também deputado federal Vander Loubet (PT) comemora o retorno de seu time do coração à elite do futebol brasileiro. Em situação oposta encontra-se o ex-deputado estadual Walter Carneiro (PTB), que anda triste com a possibilidade de seu Vasco voltar a Série B em 2016.

SERENO

O presidente afastado da Câmara de Vereadores da Capital, Mário César (PMDB), sofreu mais uma derrota na Justiça. Com isso, ele terá que se contentar em ficar longe do prédio onde funciona o Poder Legislativo até posterior deliberação do Gaeco, que foi quem pediu seu afastamento. Nada a ver, mais esse caso se parece muito com quem consegue medida protetiva, onde a pessoa fica impedida de aproximar de outra. Assim vive o peemedebista desde que decidiram tirá-lo do comando da Casa de Leis.

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