07/01/2013 14h19 – Atualizado em 07/01/2013 14h19

Prefeitura mantém em dia repasses ao Hospital Auxiliadora

Governo do Estado viabiliza liberação de R$ 600 mil, já empenhados para repasse ao Hospital, que deverá colocar em dia folha de pagamento dos médicos

Da Redação

A Prefeitura de Três Lagoas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, mantém em dia os repasses da contratualização dos serviços prestados pelo Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, através do Sistema Único de Saúde (SUS).

O mais recente repasse, no valor de R$ 400 mil, ocorreu na última sexta-feira (4), referente ao pagamento do teto de média e alta complexidade, como informou a secretária de Saúde, Eliane Brilhante.

A direção do Auxiliadora aguarda também a liberação de R$ 600 mil, provenientes do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Saúde. Com a liberação de mais esses recursos, a Folha de Pagamento dos médicos deverá ser quitada e o impasse da paralisação temporária da classe deverá ser solucionado.

“Esses recursos estão garantidos e deverão ser liberados a qualquer momento, conforme telefonema da secretária de Estado da Saúde, Beatriz Dobashi, na manhã desta segunda-feira (7)”, informou o secretário de Assuntos Governamentais, Walmir Marques Arantes.

“A prefeita Márcia Moura e a secretária Brilhante acreditam que a paralisação dos médicos do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora será logo solucionada, para que a nossa população não seja prejudicada”, observou Walmir Arantes.

O contrato de Gestão Compartilhada, recentemente assinado, começa a vigorar a partir desta terça-feira (8). Uma das primeiras medidas será a indicação de novo diretor técnico do Hospital Auxiliadora.

“A qualidade de atendimento à saúde da população é nossa prioridade. Atendendo à determinação da nossa prefeita Marcia Moura, estamos trabalhando para que não seja prejudicado esse atendimento a que todas as pessoas têm direito”, observou Eliane Brilhante.

(*)Informações da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Três Lagoas

Prefeita já havia garantido anteriormente que não deixaria a população sem atendimento médico. Foto: Arquivo/Perfil

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