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sábado, 25 de junho, 2022
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Rotação por estações previne tríplice epidemia na EE Fernando Corrêa, em Três Lagoas

Estudantes analisam o ciclo do mosquito vetor que se desenvolve em cerca de dez dias, sendo que a fêmea pode produzir de 150 a 200 ovos

 A Escola Estadual Fernando Corrêa, de Três Lagoas, realiza, através do Itinerário de aprofundamento em Ciências da Natureza, ações de prevenção à tríplice epidemia (Dengue, Zika vírus e febre Chikungunya), através da rotação por estações, tendo em vista o aumento de casos de pessoas adoecidas sobretudo por dengue, de forma que o tema deve ser abordado para que a população mantenha os procedimentos de prevenção.

Sob a orientação do professor mestre Rodrigo Satoro Mizobe, os estudantes desenvolvem estudos em laboratório, com réplicas gigantes do mosquito transmissor da classe taxonômica Aedes Aegypti, em suas quatro fases de seu desenvolvimento – ovo, estágios larvários, pupa e adulta. Os estudantes analisam o ciclo do mosquito vetor que se desenvolve em cerca de dez dias, sendo que a fêmea pode produzir de 150 a 200 ovos.

Ciclos de reprodução

Nesses estudos propedêuticos, a escola traz a realidade do entorno e da comunidade escolar, cujas informações são também de utilidade pública ao destacar claramente que a prevenção está pautada na eliminação dos criadouros, sendo quaisquer recipientes contendo água limpa e parada.

Durante as aulas práticas no laboratório, os grupos de estudos analisam os ciclos de reprodução dos mosquitos, estudam a anatomia dos exemplares gigantes dos ovos, larvas e pupas, e em seguida comparam com o exemplar real através de microscópio.  Durante as explanações, os estudantes fazem suas anotações e passam para o estágio seguinte.

“A metodologia de ensino adotada pelo professor Rodrigo propicia que os estudantes se apropriem do conhecimento, desenvolvendo as habilidades voltadas à pesquisa científica, com práticas dinâmicas que tornam a aula bastante produtiva”, afirma a coordenadora do programa global Escolas2030. Para a diretora Sonia Maria Terezinha Barbosa, “os estudantes demonstram o prazer em estudar com as aulas práticas de laboratório e o tema é muito importante para que cada um faça a sua parte no combate à dengue”, finaliza gestora.

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