04/05/2015 09h12 – Atualizado em 04/05/2015 09h12

A proposta de reforma política, além de ser aguardada com muita expectativa, está amarrando muita gente com interesse nos próximos pleitos, sobretudo, que pensa em novos ares, ou seja, trocar de partido. É o caso do deputado estadual Marquinhos Trad, que sonha em disputar a prefeitura de Campo Grande por outro partido que não seja o PMDB, do qual é dissidente.

NAFTALINA

Quem começa a semana triste é o deputado federal Zeca do PT com a derrota do seu Glorioso Botafogo na decisão do Campeonato Carioca de futebol, domingo no Maracanã, num jogo que bateu recorde nacional de público, mais de 66 mil pessoas. Contentes com a conquista da competição depois de 12 anos sem título, os vascaínos, enfim, puderam tirar as camisetas da gaveta. O ex-deputado Walter Carneiro (PTB), por exemplo, está sorrindo à toa.

VIA-SACRA

Os prefeitos se preparam para mais uma mobilização visando pressionar o Congresso e o Palácio do Planalto em torno de novas conquistas. A Assomasul deseja levar o maior número deles para a “XVIII Marcha à Brasília em Defesa dos Municípios”, que ocorrerá de 25 a 28 deste mês. Entre as principais reivindicações destaca-se a aprovação do chamado ‘pacto federativo’, incluindo um novo modelo de distribuição de verbas entre as três esferas de governo.

FUSÃO

O PSB e o PPS informaram na última quarta-feira (29) que decidiram se fundir. O anúncio foi feito pelos presidentes das siglas, Carlos Siqueira, do PSB, e Roberto Freire, do PPS, durante entrevista coletiva na Câmara dos Deputados. Pesou na decisão o fator ideológico dos dois grupos de esquerda. Em Mato Grosso do Sul, a fusão foi aprovada pelas lideranças regionais. A vereadora de Campo Grande, Luíza Ribeiro (PPS), é uma das mais entusiasmadas.

BANCADA

As conversas sobre a fusão das legendas tiveram início em 2014, entre Eduardo Campos (PE), que era do PSB, e Roberto Freire. O processo de aproximação ficou claro quando o PPS participou da coligação que lançou a candidatura do ex-governador pernambucano à Presidência e apoiou a candidatura de Marina Silva. Com a união dos partidos, a nova legenda terá 7 senadores, 45 deputados federais e três governadores, segundo dados dos partidos.

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