10/11/2015 10h14 – Atualizado em 10/11/2015 10h14

SES registra aumento de casos de febre chikungunya no Estado

Em três meses foram registrado no Estado de Mato Grosso do Sul seis novos casos de pacientes que foram infectados com o vírus, sendo quatro do município de Corumbá

Da Redação

Mato Grosso do Sul possui sete casos confirmados da febre Chikungunya, até ontem (9), em 2015, conforme boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira, pela SES (Secretaria Estadual de Saúde). Dos sete casos confirmados, quatro são de Corumbá e dois são importados da Bolívia. Seis dos sete registros foram confirmados de setembro até agora.

O caso registrado em Campo Grande foi de um residente da cidade, mas que se contaminou na Colômbia em novembro de 2014.

O número de registros confirmados teve forte alta em poucos meses, levando em consideração que de janeiro até o início de setembro, apenas um caso havia sido confirmado. O primeiro registro do ano foi em julho deste ano, de um feirante de 47 anos, em Corumbá.

ALERTA

A Secretaria de Saúde alerta para a possibilidade de novos casos, visto que já se tem evidenciado a circulação do vírus da Chikungunya na Bolívia e em Corumbá.

Os sintomas da febre Chikungunya são: febre de início súbito maior que 38,5°C e dor intensa nas articulações de início agudo, acompanhada ou não de inchaço, não explicado por outras condições. Se a pessoa for residente ou visitou áreas onde estejam ocorrendo casos suspeitos até duas semanas antes do início dos sintomas ou que tenha vínculo com algum caso confirmado, deve procurar uma unidade de saúde.

Secretaria Estadual de Saúde

De acordo com a SES o indivíduo que apresentar sintomas da febre Chikungunya deve manter repouso, tomar muito líquido, suco de frutas, soro caseiro, chás, água de coco e sopas. No caso de lactante, manter a amamentação. É necessário procurar uma unidade de saúde mais próxima.

(*) Campo Grande News

O primeiro registro desse ano foi  de um feirante de 47 anos em Corumbá-MS (Foto: Divulgação)

SES (Secretaria do Estado de Saúde) alerta aumento de seis casos em apenas três meses (Foto: Divulgação)

Sintomas (Foto: Divulgação)

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