28/11/2014 14h21 – Atualizado em 28/11/2014 14h21

Em palestra a representantes da Famasul, Fecomércio, Faems e Sebrae, o presidente da Fiems, Sérgio Longen, reforçou a importância da integração

Assessoria

Como parte da programação de comemoração dos 35 anos da Fiems, os representantes das federações da indústria, do comércio, da agricultura e pecuária e das associações empresariais e do Sebrae/MS destacaram a força do Sistema S no apoio ao setor produtivo de Mato Grosso do Sul durante palestra realizada nesta sexta-feira (28), no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS). Na abertura da palestra “A Força do Sistema S”, o presidente da Fiems, Sérgio Longen, reforçou a importância da integração do setor produtivo de Mato Grosso do Sul. “Vejo que cada vez mais o Sistema S tem trabalhado em conjunto e que essa integração é que faz a diferença e tem contribuído para o desenvolvimento do Estado”, declarou.

Sérgio Longen defendeu o aumento da competitividade do setor produtivo e não trabalhar com aquele Brasil do passado, aquele Brasil que já foi superado. “Hoje, o Brasil enfrenta uma situação negativa em todos os aspectos, os números estão ai e não podem mais ser disfarçados, é uma realidade. O Governo Federal precisa fazer a lição de casa, discutindo a situação do Bolsa Família e do seguro desemprego. Deve-se trabalhar com crédito, débito e saldo, isso serve para empresa, para o Governo, para a dona de casa, para todo mundo. É neste tipo de governo que nós acreditamos, um governo que só gasta aquilo que ele ganha e é nesse sentido que nós vamos defender nossa bandeira”, pontuou.

Nesse sentido, o presidente reforçou que o Sistema Fiems conta com unidades fixas em todas as regiões de Mato Grosso do Sul, além de 100 containers salas de aula, 23 unidades móveis do Sesi e 13 unidades móveis do Senai. “Nos últimos sete anos, investimos mais de R$ 240,4 milhões em 69 obras de construção, ampliação e modernização das nossas unidades do Sesi e Senai. Além disso, também edificamos o Instituto Senai de Tecnologia Alimentos, em Dourados, e vamos iniciar ainda neste ano a construção do Instituto Senai de Inovação Biomassa, em Três Lagoas, pois entendemos que o Senai não pode se limitar apenas à qualificação profissional, também precisa voltar suas forças para a inovação e a tecnologia, contribuindo para aumentar a competitividade do setor industrial”, declarou.

OBJETIVOS COMUNS

Já o superintendente do Sebrae/MS, Cláudio Mendonça, destacou que o trabalho em conjunto, de apoio, com objetivos comuns e cada um exercendo seu papel tem gerado resultado. “Em 2014, os números do Sebrae foram positivos, com o atendimento de 31 mil empresas, 3.130 pequenos negócios e 15 mil micro empreendedores individuais. Também contribuímos para que 40 municípios implementasse a Lei Geral”, comentou. O presidente da Famasul, Eduardo Ridel, ressaltou a história de sucesso do setor agropecuário.

“De 2002 para cá houve uma forte transformação no nosso setor e que virou referência de cadeia produtiva, de negócio, com um ambiente bastante competitivo e o Brasil virou a grande fazenda do mundo”, disse Eduardo Riedel, salientando que foram mais de 3 mil cursos em 2014 e 72 mil participantes, sendo que os cursos mais demandados foram NR 31, informática básica, fabricação caseira de derivados de leite, manejo básico de bovino de leite, produção de pães e bolos, produção artesanal de alimentos.

DESENVOLVIMENTO ESTADUAL

Para o presidente da Fecomércio, Edison Araújo, a missão das federações representativas do setor produtivo é promover condições favoráveis para gerar resultados positivos para os empresários e, consequentemente, o desenvolvimento do Estado. “O setor terciário ocupa 63% do PIB do Estado, mostrando sua importância, também alcança a marca de 70% de quantidade de empresas em comércio e serviços, bem como possui 47% dos empregos”, revelou.

O presidente da Faems, Alfredo Zamlutti, destacou que Mato Grosso do Sul dá exemplo para o Brasil. “Em nenhum outro Estado se vê uma união de federações e resultados como é visto aqui. A nossa atuação não se limita a resolver problemas de comércio, mas trabalhar com o social, com a transformação. São os projetos, só o trabalho é que produz riqueza e, por isso, esse trabalho conjunto é tão significativo”, pontuou.

(*) Com Unicom Fiems

O presidente da Fiems, Sergio Longen, durante a palestra, falou sobre a importância do trabalho conjunto do Sistema S (Foto: Divulgação)

O evento contou com a presença de representantes da Famasul, Fecomércio, Faems e Sebrae (Foto: Divulgação)

Edison Araújo destacou que a missão das federações é promover condições favoráveis para gerar resultados positivos para os empresários e desenvolver o Estado (Foto: Divulgação)

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