28/01/2019 10h11

A tecnologia israelense consegue localizar corpos em até três metros de profundidade. A profundidade da lama chega até 15 metros.

CAROLINA LINHARES / FOLHAPRESS

Os 136 militares israelenses que ajudarão nas buscas em Brumadinho irão se concentrar em localizar vítimas, vivas ou mortas.

Segundo o coronel Golan Vach, a equipe trabalhará com radares para identificar sinais de aparelhos celulares. Com o passar do tempo, porém, é mais provável que os celulares já estejam apagados.

Outra tecnologia que será utilizada depende de análise de uma amostra da lama da barragem. Para localizar seres humanos, os radares identificarão elementos de composição diferente da lama.

A tecnologia israelense consegue localizar corpos em até três metros de profundidade. A profundidade da lama chega até 15 metros.

O comandante dos israelenses se reuniu nesta manhã em Brumadinho com o governador Romeu Zema e o comando das forças de segurança.

Houve videoconferência com equipes em Israel para ajustar os equipamentos à realidade da tragédia.

Segundo Golan, o comando israelense já pesquisou o local para traçar estratégias. Já a tropa com os 136 militares ainda se desloca por terra para Brumadinho. Eles desembarcaram no domingo à noite em BH e estão a caminho do Córrego do Feijão, base das operações de resgate.

Golan afirmou ainda que os bombeiros têm feito um bom trabalho até aqui.

São 280 militares. Os bombeiros também utilizam tecnologias como georreferenciamento para determinar locais onde havia mais pessoas, como o refeitório e a pousada. Usam ainda imagens de satélite para identificar onde havia imóveis.

Forças de Defesa de Israel/Redes Sociais

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