05/03/2012 08h18 – Atualizado em 05/03/2012 08h18

Para os próximos 6 meses, os empresários projetam boas expectativas para a demanda, contratações, aquisições de matérias-primas e exportações

Sistema Fiems

Sondagem Industrial realizada em fevereiro deste ano pelo Radar Industrial da Fiems junto às empresas sul-mato-grossenses confirma a manutenção do otimismo da indústria estadual para os próximos seis meses com boas expectativas em relação à demanda por seus produtos, contratações, compras de matérias-primas e aumento das exportações. A melhor marca dos indicadores dos industriais do Estado foi registrada nas vendas de produtos industrializados para o mercado externo com índice de 62,5 pontos.

Logo em seguida aparece as compras de matérias-primas com índice de 60 pontos, sendo que comportamentos similares foram verificados quanto ao número de empregados a serem contratados, com índice de 57,1 pontos, e demanda por seus prontos, com 56,8 pontos. “Os quatro casos apresentaram indicadores acima dos 50 pontos, o que significa a ocorrência de expectativas positivas para os próximos seis meses deste ano em todo o setor industrial de Mato Grosso do Sul”, traz avaliação do Radar da Fiems.

ICEI

Além disso, o Índice de Confiança do Empresário Industrial em Mato Grosso do Sul (ICEI/MS) alcançou em fevereiro o equivalente a 55,9 pontos. O destaque ficou por conta da manutenção da elevada confiança dos empresários industriais em relação às expectativas para a economia sul-mato-grossense, bem como pelo desempenho positivo esperado para a própria empresa, que apresentaram índices equivalentes a 57,8 e 63 pontos, respectivamente.

Para os próximos seis meses, 43,4% dos respondentes mostram-se confiantes em relação à economia brasileira, enquanto no caso da economia estadual, na mesma comparação, os que disseram estar confiantes alcançou a marca de 47,8%. Por fim, com relação ao desempenho da própria empresa, considerando os próximos seis meses, 59,1% dos respondentes mostraram-se confiantes, sendo que 47,8%, 47,8% e 36,4% disseram que, no mesmo período, não deve haver alterações em relação à economia brasileira, estadual e no desempenho da própria empresa, respectivamente.

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