15/09/2017 11h17

Tentação

Meio que acuado, o ex-governador André Puccinelli voltou a dar entrevistas. Esta semana, visitou a FM Capital e o site Pagina Brazil, onde falou da possibilidade de disputar o governo de MS em 2018. Disse que a insistência é grande de correligionários que defendem sua candidatura. No entanto, ainda está cético quanto a isso, até porque não sabe o que virá pela frente diante de acusações que enfrenta desde que deixou o poder.

Aspirantes

Um novo cenário político se desenha com vistas às eleições de 2018. Personalidades políticas que antes atuavam nos bastidores em apoio a agentes públicos de renome se movimentam desta vez a fim de postular cargos eletivos dos mais cobiçados em MS. São os casos do prefeito de Costa Rica, Waldeli dos Santos Rosa (PR), que já coordenou campanha de André Puccinelli, e do delegado federal da Delegacia Federal da Agricultura Familiar, Dorival Betini, então coordenador nas campanhas dos deputados Londres Machado (PR) e Geraldo Resende (PMDB). O primeiro pensa em tentar o governo, enquanto o segundo o Senado.

Via Internet

Waldeli e Betini, inclusive, têm usado seus espaços nas mídias sociais para consultar as bases eleitorais na tentativa de medir a dimensão eleitoral, além de questionar amigos e simpatizantes sobre a idéia de disputar o governo e o Senado no próximo ano. O prefeito de Costa Rica aparece bem posicionado no mais recente levantamento estatístico divulgado pelo Ipems (Instituto de Pesquisa de Mato Grosso do Sul).

Novos ares

Os integrantes da bancada do PT na Assembleia Legislativa de MS devem enfrentar, além das dificuldades naturais no processo de eleição, mais um grande desafio em 2018. É que o correligionário Vander Loubet estaria disposto a trocar os ares de Brasília pelo de Campo Grande. Com isso, a reeleição de Amarildo Cruz, Cabo Almi, João Grandão e Pedro Kemp pode ficar mais difícil diante da situação crítica do partido nos tempos atuais.

Sem risco

Além de reconhecer a dificuldade em se reeleger para mais quatro anos de mandato na Câmara dos Deputados, Vander teria justificado, segundo fontes palacianas, que a ideia é deixar o espaço livre para o tio Zeca do PT, que embora sonhe acordado com o Senado, deve mesmo é tentar a reeleição em 2018.

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