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quinta-feira, 2 de dezembro, 2021
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Três Lagoas investe em ações para reduzir a mortalidade materna e infantil

O secretário Geraldo Resende explica que o desafio de reduzir os índices de mortalidade materna e infantil não é exclusividade de Mato Grosso do Sul

O Município de Três Lagoas aderiu ao Programa “Bem Nascer MS” do Governo do Estado. Na manhã desta segunda-feira, (22), o Prefeito Angelo Guerreiro recebeu das mãos do Secretário de Saúde do Estado, Geraldo Resende, equipamento de ultrassom para implementar o serviço que visam reduzir os casos de mortalidade materna e infantil, que, devido à pandemia, elevou os índices em 2021 registrando 45 óbitos maternos e 313 óbitos infantis até setembro.

Conforme Guerreiro, em todo o país, as principais vítimas são de famílias pobres e que encontram dificuldades no atendimento.  “Em Três Lagoas, estamos mudando esta estatística investindo nas unidades de saúde, no atendimento humanizado e facilitando, aproximando o atendimento e a assistência à saúde”, disse.

Geraldo Resende explica que o desafio de reduzir os índices de mortalidade materna e infantil não é exclusividade de Mato Grosso do Sul, o Brasil precisa atingir, até 2030, metas de redução da mortalidade materna e infantil, conforme pactuação definida nos ‘Objetivos do Desenvolvimento Sustentável’ (ODS), considerando morte materna como todos os óbitos que ocorrem durante a gravidez ou até os 42 dias seguintes ao parto, para cumprir acordos firmados com a ONU. Assim, a meta é reduzir até 2030, a razão de mortalidade materna para menos de 30 por 100 mil nascidos vivos e para um único dígito a redução da mortalidade infantil.

O Município de Três Lagoas aderiu ao Programa “Bem Nascer MS” do Governo do Estado. Na manhã desta segunda-feira, (22), o Prefeito Angelo Guerreiro recebeu das mãos do Secretário de Saúde do Estado, Geraldo Resende, equipamento de ultrassom para implementar o serviço que visam reduzir os casos de mortalidade materna e infantil, que, devido à pandemia, elevou os índices em 2021 registrando 45 óbitos maternos e 313 óbitos infantis até setembro.

Conforme Guerreiro, em todo o país, as principais vítimas são de famílias pobres e que encontram dificuldades no atendimento.  “Em Três Lagoas, estamos mudando esta estatística investindo nas unidades de saúde, no atendimento humanizado e facilitando, aproximando o atendimento e a assistência à saúde”, disse.

Geraldo Resende explica que o desafio de reduzir os índices de mortalidade materna e infantil não é exclusividade de Mato Grosso do Sul, o Brasil precisa atingir, até 2030, metas de redução da mortalidade materna e infantil, conforme pactuação definida nos ‘Objetivos do Desenvolvimento Sustentável’ (ODS), considerando morte materna como todos os óbitos que ocorrem durante a gravidez ou até os 42 dias seguintes ao parto, para cumprir acordos firmados com a ONU. Assim, a meta é reduzir até 2030, a razão de mortalidade materna para menos de 30 por 100 mil nascidos vivos e para um único dígito a redução da mortalidade infantil.

(*) Assessoria de Comunicação

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