07/05/2018 14h21

Encontro de representantes de 26 municípios foi em Campo Grande e promovido pela Secretaria Estadual de Saúde

Redação

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Três Lagoas, por meio do Setor de Endemias da Diretoria de Vigilância em Saúde e Saneamento, participou de Reunião Técnica para Avaliação da Metodologia, utilizada no Programa de Controle de Leishmaniose Visceral em Mato Grosso do Sul.

O encontro foi em Campo Grande, na semana passada (03 e 04 de maio) e promovido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Mato Grosso do Sul, com representantes de 26 municípios com alta e média taxa de transmissão da doença.

Representando a SMS de Três Lagoas, esteve presente o coordenador do Setor de Endemias, Alcides Ferreira Divino.

O objetivo do encontro foi “fortalecer o controle de vetores e reservatórios da Leishmaniose visceral nas cidades de transmissão intensa em Mato Grosso do Sul”, resumiu Alcides.

Por dois dias, foram debatidos os planos de controle da doença e as metas pactuadas pelos municípios, além da situação epidemiológica da Leishmaniose no estado de Mato Grosso do Sul.

DOENÇA

Como explicam os profissionais da Saúde, a Leishmaniose Visceral é uma doença infecciosa sistêmica, caracterizada por febre de longa duração, aumento do fígado e baço, perda de peso, fraqueza, redução da força muscular, anemia e outras manifestações.

Pessoas residentes em áreas onde ocorrem casos de Leishmaniose Visceral, ao apresentarem esses sintomas, devem procurar o serviço de saúde mais próximo e o quanto antes, pois o diagnóstico e o tratamento precoce evitam o agravamento da doença, que pode ser fatal se não for tratada.

A doença é transmitida ao homem pela picada de fêmeas do inseto vetor infectado. Nas cidades, os cães são a principal fonte de infecção para o vetor. Em Três Lagoas, conforme dados da SMS, em 2018, tivemos um caso positivo de Leishmaniose visceral e um óbito.

(*) Assessoria de Comunicação

O objetivo do encontro foi “fortalecer o controle de vetores e reservatórios da Leishmaniose visceral nas cidades de transmissão intensa em Mato Grosso do Sul” (Foto/Assessoria)

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