11/06/2019 14h32

Não deixe para a última hora: prazo para se cadastrar vai até 8 de outubro; eleitores que não cadastrarem a biometria terão o título cancelado

Gisele Berto

Começou em junho a terceira etapa da revisão eleitoral e o cadastramento biométrico obrigatório no estado.

Desta vez, é a vez dos eleitores de Três Lagoas, Aral Moreira, Corumbá, Ladário, Dourados e Itaporã serem chamados para cadastrar suas digitais. O não comparecimento acarreta o cancelamento do título de eleitor.

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) o cadastramento biométrico precisa ser feito até dia 8 de outubro. Para realizar a revisão de dados biométricos, o eleitor deverá comparecer à Sede do Fórum Eleitoral de Três Lagoas, na Rua Alfredo Justino, 1.100, no centro, de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h.

A revisão eleitoral abrangerá 67.233 eleitores no município, e, deste montante, 48.783 (72,56%) deverão procurar o Cartório Eleitoral até o término do prazo.

Para serem atendidos, os eleitores deverão levar um documento oficial de identificação com foto e comprovante de residência atualizado. Homens maiores de 18 anos, que irão tirar o título pela primeira vez, também devem levar o comprovante de quitação militar. Aqueles que desejarem agendar o atendimento, basta acessar o link: https://apps.tre-ms.jus.br/AgendaBiometria/publico/index.jsp.

O Cartório Eleitoral de Três Lagoas fica na Rua Alfredo Justino, 1110. Os atendimentos 12h às 18h, pelo horário de MS.

Para mais informações, os telefones são 3522-1076 / 3521-7761.

Em 2019, as cidades que já passaram pelo cadastramento biométrico obrigatório foram Ponta Porã, Selvíria, Alcinópolis, Anaurilândia e Aparecida do Taboado. Todas já finalizaram os atendimentos e estão em processo de homologação.

De acordo com o cronograma do TRE-MS, até abril de 2020, outras 17 cidades devem passar pela revisão eleitoral. A expectativa é que os mais de 400 mil eleitores sejam cadastrados biometricamente.

BIOMETRIA

A biometria é uma tecnologia que dá ainda mais segurança à identificação do eleitor no momento da votação. O leitor biométrico acoplado à urna eletrônica confirma a identidade de cada eleitor, comparando o dado fornecido (impressões digitais) com todo o banco de dados disponível. A medida torna praticamente inviável a tentativa de fraude na identificação do votante, uma vez que cada pessoa tem impressões digitais únicas.

Foto: Divulgação

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