04/07/2019 08h09

Como consta no referido Boletim, Três Lagoas registrou 45 novos casos notificados suspeitos de Dengue, em uma semana, representando queda em relação à semana anterior, quando foram notificados 56 novos casos suspeitos da doença

Redação

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Três Lagoas, por meio da equipe do Setor de Vigilância Epidemiológica da Diretoria de Vigilância em Saúde e Saneamento, divulgou nesta terça-feira (02) o Boletim de Monitoramento da Dengue e da Leishmaniose, referente à 26ª semana epidemiológica de 2019.

Como consta no referido Boletim, Três Lagoas registrou 45 novos casos notificados suspeitos de Dengue, em uma semana, representando queda em relação à semana anterior, quando foram notificados 56 novos casos suspeitos da doença. O total acumulado do ano, incluindo a 26ª Semana Epidemiológica, é de 5.014 casos notificados de Dengue, sendo 1.249 em janeiro, fevereiro (793), março (1.066), abril (977), maio (620) e 264 casos notificados suspeitos em junho.

Do total acumulado de 5.014 casos notificados suspeitos, 3.190 foram confirmados positivos e 1.526 foram descartados como sendo casos negativos. Esses resultados positivos ou negativos são de exames de laboratório ou de exames clínicos.

LEISHMANIOSE

Quanto ao monitoramento semanal da Leishmaniose, divulgado também pela SMS, houve alterações nesta semana. Três Lagoas tem registro de 106 casos notificados suspeitos, no acumulado de 2019.

Desse total, 103 casos foram descartados como negativos e três casos confirmados como positivos, entre eles a morte de uma criança de um ano, ocorrida em março. O segundo caso positivo se refere a um homem de 50 anos, residente no Bairro Santa Rita. Ele passou por tratamento e obteve alta no dia 17 de junho.

O terceiro caso confirmado no atual boletim, se trata de uma bebê de 1 ano de idade, residente no Bairro Jardim Brasília. A paciente segue internada.

AÇÕES

A Administração Municipal vem realizando ações constantes de controle e combate da leishmaniose com a instalação de armadilhas para o monitoramento do flebotomíneo, coleta de cães para exame de leishmaniose, promoção da saúde conscientização social, manejo ambiental e bloqueio na localidade onde são registrados casos.

Foto/ Divulgação

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