22/06/2015 08h41 – Atualizado em 22/06/2015 08h41

O PSDB deu seu pontapé inicial no sábado visando às eleições municipais do ano que vem ao reconduzir o deputado federal e atual secretário de Fazenda, Márcio Monteiro, no seu comando estadual.

Além disso, a filiação do peemedebista Marçal Filho, de Dourados, coroa essa primeira investida tucana em nomes representativos de outros partidos. Prefeitos também devem reforçar o ninho tucano nos próximos dias a convite do governador.

ESTILINGUE

Aliás, Reinaldo Azambuja aproveitou a convenção do PSDB para estocar o antecessor, lembrando que de nada adiantou ele tentar engessar sua gestão que as coisas estão caminhando.

“Embora tenham deixado cascas de banana pelo caminho para que escorregássemos e não conseguíssemos cumprir nosso mandato, ainda sim estamos colocando em prática as promessas de campanha, porque é assim que um governo deve agir”.

VIDENTE

Ninguém ainda conseguiu decifrar a premonição do deputado federal Zeca do PT com relação a uma possível vitória de Ruiter Cunha sobre Paulo Duarte nas eleições do ano que vem em Corumbá. A dúvida sobre tal afirmação recai sobre uma possível torcida por Ruiter ou se realmente ele não acredita no cacife de Duarte, introduzido por ele na política quando fora governador.

Pelo jeito, a briga pelo comando da Cidade Branca será acirrada entre os outrora correligionários. A população conhece os dois muito bem.

PESQUISAS

Segundo analistas, as primeiras pesquisas para consumo interno dos partidos já começam a tirar o sono de muita gente interessada em comandar a prefeitura da Capital. Tem grande partido que está com a aceitação tão em baixa que, dificilmente, vai conseguir emplacar candidatura.

Enquanto isso, nome preterido em grande sigla aparece isolado na preferência dos eleitores. Com isso, ele busca, com calma, abrigo em legenda que lhe garanta estrutura para se lançar na disputa.

PÁ DE CAL

A deputada estadual Mara Caseiro (PTdoB) lamentou a rejeição, pela Câmara dos Deputados, de emenda da bancada feminina à reforma política garantindo um percentual de vagas para as mulheres no Legislativo.

“É uma pena, porque até em países do Oriente Médio, onde as mulheres têm menos direitos que os homens, há mais espaços para nós na política. O Brasil ocupa a posição 115 entre 190 países que integram o ranking de participação de mulheres na política. Entendo isso como um retrocesso”, esbravejou.

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