07/05/2015 08h36 – Atualizado em 07/05/2015 08h36

E a política continua a produzir escândalos que envergonham até mesmo aqueles que nada têm a ver com as mazelas protagonizadas por esses desqualificados. E o exemplo da vez vem de solo sul-mato-grossense, mais precisamente de Ribas do Rio Pardo, onde dois vereadores foram cassados pela farra que fizeram com o dinheiro público. A verba era diluída em ‘diárias fantasmas’ e canalizados para o bolso deles. Dizem que se espremer mais um pouco, mais gente pega o mesmo bonde.

FUMAÇA

Dizem que os fatos ocorridos nas Câmaras de Vereadores de Naviraí e Ribas do Rio Pardo podem ser práticas comuns em muitas delas aqui no Estado. Algumas, inclusive, já estariam sob investigação do Ministério Público Estadual. A farra com diárias, no entanto, parece que foi a fórmula encontrada pelo pessoal para deixar o mínimo de vestígio possível. Como todo mal feito é sempre descoberto, a casa acabou caindo e sepultando a carreira política dos espertinhos. O tempo de enganação acabou.

SEPULCRAL

O silêncio em torno da auditoria feita nas contas da gestão passada de Mato Grosso do Sul chega a ser ensurdecedor. Ninguém até agora se pronunciou sobre os números que a empresa PricewaterhouseCoopers produziu durante o pente fino que fez. Tudo foi devidamente divulgado e até com riqueza de detalhes. Os órgãos fiscalizadores, por certo, estão debruçados nesses papéis para verificar se existe algo de errado. Como tudo nessa vida tem seu tempo, o jeito é aguardar.

RH

A Assembleia Legislativa deu prazo até o dia 15 de fevereiro do ano que vem para os “barnabés” antigos possam aderir ao PAI (Programa de Aposentadoria Incentivada), um jeito que a Mesa Diretora encontrou para enxugar a folha de pagamento da Casa. A ideia lá na frente é promover o tão sonhado concurso público. Nesse caso, os servidores devem fazer uma verdadeira romaria até a Diretoria Geral de Recursos Humanos para assinar o termo de adesão.

DNA

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) remeteu à Assembleia, na terça-feira, projeto de lei que institui a identificação visual oficial do Estado de Mato Grosso do Sul e os logotipos das respectivas secretarias estaduais. Se aprovada, a nova lei pretende impedir que a cada troca de mandato, os eleitos modifiquem a identificação do governo.

Comentários