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sábado, 18 de abril de 2026

EUA dizem que terrorismo não está descartado em assassinato de diplomata na Jordânia

28/10/2002 17h03 – Atualizado em 28/10/2002 17h03

AMÃ – O governo do presidente George W. Bush afirmou que está investigando o assassinato de um alto diplomata americano nesta segunda-feira na capital da Jordânia, Amã, e que não foi descartada a hipótese de terrorismo. O porta-voz da Casa Branca, Ari Fleischer, disse que Bush “lamentava profundamente” a morte do americano, identificado como Lawrence Foley, de 62 anos, funcionário da Agência dos EUA para Desenvolvimento Internacional (USAID).

  • As circunstâncias de seu assassinato estão sob investigação – disse Fleischer, a repórteres que viajavam com Bush para o Novo México. Ele disse que as autoridades da Jordânia estavam sendo “muito cooperativas” na investigação. Nenhum grupo assumiu responsabilidade pelo assassinato, que ocorreu em uma área nobre da capital jordaniana.

Foley foi morto com três tiros no peito na frente de sua casa em Amã, no primeiro assassinato de um diplomata ocidental no país. Um homem desconhecido atirou no oficial, que se encaminhava para a embaixada dos EUA, por volta das 7h.

O assassinato do diplomata, de 62 anos, ocorreu em meio ao aumento do sentimento anti-americano na região do Oriente Médio, devido ao apoio do governo de Washington a Israel e à ameaça de uma invasão militar ao Iraque.

Um mês antes, a embaixada dos EUA na Jordânia – um forte aliado americano na região – alertou cidadãos americanos de um relato sobre os planos de um integrante da rede terrorista Al-Qaeda para seqüestrar americanos no país.

Fonte: Reuters

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