31/10/2002 16h08 – Atualizado em 31/10/2002 16h08
Líder do prefeito diz que problema começou em junho
O líder da oposição na Câmara de Três Lagoas, Gilmar Garcia Tosta (PPS), diz que chegou a advertir em, sessões ordinárias, sobre uma possível crise econômica do município. O vereador diz que é contra as demissões, mas que nesse caso elas são necessárias.
“Há mais de três anos eu venho colocando em pronunciamento na câmara o alto document.write Chr(39)empreguismodocument.write Chr(39) gerado pelo município e que ele acarretaria em uma crise financeira”, explica Tosta.
Segundo o vereador, a alegação de dívidas anteriores não pode ser encarada como crucial, pois “vários precatórios foram feitos nesta administração”.
Tosta, apesar de ser contra demissões, acredita que somente com elas é que se pode cortar gastos, “não tem como economizar R$300 mil sem demitir”, enfatiza.
Assim como o outro vereador da oposição, Tosta quer que assim o nepotismo possa ser combatido e que o prefeito “tome as rédeas da administração”.
LÍDER DO PREFEITO
Para o líder do prefeito na Câmara, Antônio Realino (PL), a crise no município se deve ao fato da diminuição da arrecadação: “o erro foi se basear na arrecadação do começo do ano sem prever essa queda”, afirma.
Segundo o vereador, a crise não tem relação com o período eleitoral “e notamos o problema em junho”, enfatiza.
Com relação do “empreguismo” citado pela oposição, Realino diz que “eles exploram a questão de contratações sem concurso, mas não se atentam para o fato de que elas são feitas por conta de projetos, que são pagos por Recursos Federais”.
Realino, que conversou com Issam Fares sobre o problema, que somente pessoas com altos salários serão mandados embora. “Pois além de os trabalhadores ganharem menos, eles se esforçam mais”, finalizou.




