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segunda-feira, 20 de abril de 2026

Exército vai reforçar a barreira contra a aftosa

01/11/2002 09h25 – Atualizado em 01/11/2002 09h25

Relatório confirma caso da doença em gado do Paraguai.

No dia em que foi lançada no Paraná a segunda etapa da campanha de vacinação de gado contra a febre aftosa, o Ministério da Agricultura anunciou que foi confirmado registro da doença no Paraguai, e que o Exército brasileiro irá reforçar a fiscalização para impedir a entrada de boi e vaca no Brasil. Ontem, o ministro Pratini de Moraes divulgou um relatório da Panaftosa, da Organização Panamericana de Saúde, que detectou dois animais contaminados com o vírus tipo “O”.

Segundo o ministro, os técnicos do ministério e as Forças Armadas dobrarão a atenção na fronteira paraguaia com o Paraná, mas é no Mato Grosso do Sul que a atuação do exército será mais intensa. Isso porque, explica o delegado federal do ministério no Paraná, Gil Bueno Magalhães, a contaminação de gado com aftosa foi confirmada em uma fazenda na Província de Canindeyu, que fica mais perto do Mato Grosso do Sul do que da fronteira com o Paraná. “Além disso, a fronteira com o Mato Grosso do Sul é seca (não há rio, como existe o Rio Paraná separando o estado do país vizinho)”, complementa.

Há pouco mais de um mês, o governo brasileiro havia sido notificado da suspeita de aftosa no lado paraguaio. Desde então, vaca, boi, queijo, leite e carne, entre outros produtos vindos do Paraguai, foram proibidos de entrarem no Brasil.

Fonte: Gazeta do Povo

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