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terça-feira, 21 de abril de 2026

Suzane que participou da morte dos pais se diz document.write Chr(39)

09/11/2002 16h33 – Atualizado em 09/11/2002 16h33

A estudante Suzane Louise von Richthofen, que, de acordo com a polícia, confessou ter participado do assassinato dos pais, pediu para que o irmão Andreas, 15, fosse avisado de que ela está “arrependida” do crime, segundo a advogada Cláudia Bernasconi.

O recado foi passado à própria advogada, que esteve no 89º DP na tarde deste sábado. Cláudia é amiga da família Richthofen e, até a confissão de Suzane, estava acompanhado o caso a pedido da família. Cláudia, entretanto, não sabe qual será o rumo adotado pela família a partir de agora. Por enquanto, Suzane está sem advogado constituído em seu nome. Andreas está sob a guarda do tio Miguel Abdala, numa casa no Brooklin.

De acordo com Cláudia, Suzane disse que, se pudesse, voltaria no tempo para evitar o que fez. A estudante aparenta muita tristeza e chorou muito neste sábado. A advogada ficou por cerca de 10 minutos com Suzane, que pediu cigarros a ela. Segundo Cláudia, a estudante não perguntou pelo namorado, Daniel Cravinhos de Paula e Silva, que também participou do assassinato.

A advogada não conhecia Suzane pessoalmente, mas disse ter ficado surpresa com a revelação de que a estudante participou do assassinato. Suzane está dividindo a cela de número 3 do 89º DP, no Morumbi, zona sul da cidade, com uma funcionária pública acusada de roubar um taxista. O 89º DP tem quatro celas que estão ocupadas por 11 presas. Não há homens no distrito.

Ela foi levada para o local na sexta-feira, após a polícia desvendar o assassinato do casal Manfred Albert e Marísia von Richthofen, no dia 31 de outubro.

Suzane acordou por volta das 8h30 deste sábado. Ela chorou na cela e estava abatida. No almoço, ela comeu arroz, feijão e hambúrguer.

Na sexta-feira à tarde, ela recebeu a visita de dois colegas da faculdade de direito. Suzane também recebeu uma carta de um programa de TV, mas não respondeu.

O procurador jurídico da Dersa, Denivaldo Barni, também esteve no DP neste sábado, mas não deu mais detalhes sobre sua presença. Ele apenas disse ter ido ao local “em solidariedade ao ser humano”. O pai de Suzane era funcionário da Dersa.

Fonte: Último Segundo

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