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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Libertadores da América: pouco dinheiro nos jogos de 2003

12/12/2002 09h43 – Atualizado em 12/12/2002 09h43

A crise financeira continental reduziu o prêmio dos clubes na Taça Libertadores em 2003. A Confederação Sul-Americana de Futebol vendeu os direitos de transmissão dos jogos por US$ 20 milhões, US$ 9 milhões a menos do que neste ano.

Na primeira fase, cada equipe levará US$ 105 mil por mando de jogo, US$ 45 mil a menos do que em 2002. Nas oitavas-de-final, ganha US$ 140 mil; nas quartas, US$ 180 mil; nas semifinais, US$ 250 mil, e pelo título US$ 600 mil (o finalista leva a metade). Assim, o campeão ganhará, no total, US$ 1,485 milhão (cerca de R$ 5,643 milhões, 30% menos do que neste ano, que foi duro para vários clubes do Peru, Bolívia e Chile, com atletas fazendo greve por não receber os salários.

O sorteio foi na noite de segunda-feira e o técnico do Corinthians, Carlos Alberto Parreira, reclamou, pois jogará contra o forte Cruz Azul (México), o The Strongets (Bolívia), a 3.600 m de altitude e um uruguaio, a ser definido. “Jogar na altitude é um crime, desumano,” disse.” No Paysandu, o técnico Hélio dos Anjos achou seu grupo o mais forte: “A Universidad Católica é campeã chilena, o Cerro Porteño é forte no continente e o Sporting Cristal foi campeão peruano”, resumiu.

Fonte: Jornal de Brasília

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