03/01/2003 09h31 – Atualizado em 03/01/2003 09h31
O fim de um relacionamento e o pesadelo que isso pode virar na vida de inúmeros casais é o tema do filme “Separações”, do dramaturgo e cineasta Domingos de Oliveira, que entra em cartaz nesta sexta-feira.
Essa comédia existencialista filmada com câmera digital é inspirada na peça homônima de Oliveira e não esconde seu lado confessional e autobiográfico.
“Esse negócio de artista é uma coisa que eu inventei para não ter de acordar cedo”, diz o personagem, interpretado pelo diretor-ator.
A obra é mesmo uma extensão de “Amores” (1998), seu filme anterior, que também teve roteiro co-assinado por Priscilla Rozenbaum, atriz e mulher do cineasta.
Também como “Amores”, “Separações” compartilha o otimismo e os costumeiros trocadilhos que tornam suas obras peculiares.
Cabral (Oliveira) é um diretor teatral casado com a atriz Glorinha (Rozenbaum), 25 anos mais nova. Depois de frenéticas discussões, o casal resolve dar uma pausa na relação e, nesse meio-tempo, Glorinha se apaixona pelo arquiteto Diogo.
O filme, então, se divide em quatro partes: negação, negociação, revolta e aceitação.
Fonte: Yahoo!




