15/01/2003 13h33 – Atualizado em 15/01/2003 13h33
Lembrando que o Brasil importa da Califórnia material genético (pintos de um dia e/ou ovos férteis) para reprodução de galinhas e perus, João Cavallero, diretor do DDA – Departamento de Defesa Animal do MAPA, que adotou a medida, esclarece que as importações da Califórnia somente serão retomadas após o surto corrente ter sido totalmente controlado.
A exemplo do Brasil, vários outros países também vêm suspendendo as importações de aves da Califórnia. Entre eles, Rússia, Canadá, México, Tailândia e Guiana. Porém, o embargo determinado pelos dois últimos países tem aspectos no mínimo pitorescos. A Tailândia, por exemplo, estendeu sua proibição às rações e ingredientes “que contenham subprodutos de frangos produzidos na Califórnia”. Excesso de zelo? Se essa for a justificativa, então o governo da Guiana (ex-colônia britânica na América do Sul) exagerou.
Pois, no início da semana passada, alegando a “necessidade de defender sua avicultura do surto de Newcastle que grassa nos EUA”, o país determinou a suspensão das importações de aves e produtos avícolas provenientes da Califórnia e da Georgia, “os dois Estados norte-americanos afetados pela doença”. Só no final da semana as autoridades sanitárias guianenses se deram conta de estarem cometendo um equívoco, explicado como “precipitação frente a notícias desencontradas”. O embargo em relação à Georgia (cuja avicultura não registra nenhum problema sanitário) foi suspenso, mantendo-se apenas o relativo à Califórnia.
Fonte: Avisite





