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sábado, 9 de maio de 2026

Preços do feijão são até 65% maiores que 2002

17/01/2003 14h14 – Atualizado em 17/01/2003 14h14

Ainda mais no caso do feijão carioca: o Paraná, maior produtor nacional do grão, responde por 35% do total colhido no país na safra das águas. Por isso a movimentação no mercado atacadista não reflete a calmaria dos números do governo. E os preços parecem comprovar esta teoria. A saca de 60 quilos do feijão carioca extra nota 9, ou seja, de boa qualidade – o melhor, o nota 10, praticamente não é ofertado há semanas – está sendo negociado no atacado paulista por R$ 110,00. Este valor é pouco maior que o registrado em dezembro e cerca de 60% maior que há exatamente um ano, quando a saca do produto valia R$ 69,00. E mesmo os produtos ditos comerciais, de qualidade inferior, estão muito valorizados.

O nota 7, que é vendido hoje a R$ 96,00, está 65% mais caro que no mesmo período de 2001. Lüders diz que as informações desencontradas podem causar prejuízos à cadeia do feijão. “Se a safra for realmente de 470 mil toneladas, como afirma o Deral, o certo seria o produtor aproveitar os preços atuais e vender imediatamente o que tem em estoque, antes que os preços caiam”, explica. “Agora, se não for, o cenário é completamente diferente, e o certo seria vender uma parte e armazenar outra para comercializar nos próximos meses”, continua.

Fonte: Gazeta do Povo

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