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terça-feira, 12 de maio de 2026

Greve deixa 2,5 milhões sem transporte em SP

03/02/2003 09h14 – Atualizado em 03/02/2003 09h14

Os motoristas e cobradores de ônibus de 34 empresas de ônibus de São Paulo estão em greve geral. De acordo com a São Paulo Transporte (SPTrans) apenas 5 viações estão funcionando na cidade. Esta paralização deixa cerca de 2,5 milhões de usuários.

Os trabalhadores reivindicam o pagamento de salários atrasados, a entrega de tíquetes-refeição e o depósito de fundo de garantia (FGTS). De acordo com o sindicato da categoria algumas empresas não pagam o FGTS há 4 ou 5 anos.

“Também queremos que tirem as peruas clandestinas das ruas.” disse Geraldo Dinis da Costa, secretário jurídico do Sindicato dos Cobradores e Motoristas de Ônibus. Segundo ele, se as exigências não forem atendidas, a greve continuará por tempo indeterminado.

Às 10h30, haverá uma reunião entre o Sindicato dos Cobradores e Motoristas de Ônibus, a TransUrb (sindicato patronal) e o secretário municipal dos transportes, Jilmar Tatto.

A SP Trans não acionou a operação de substituição de frota, pois além da ameaça de depredação, nenhuma viação teve motoristas para colaborar.

O rodízio municipal de veículos foi suspenso na manhã de hoje. Os veículos com placas finais 1 e 2 foram liberados para circular das 7h às 10h e das 17h às 20h nas áreas delimitadas. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a cidade resgistrava 95 quilômetros de congestinonamento às 10h, o maior do ano pela manhã. A média neste horário, já contando com o aumento de número de carros na rua por causa do final das férias, é de 70 quilômetros.

O número de trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos(CPTM) está maior em função da greve. Os corredores exclusivos de ônibus foram liberados para circulação de outros veículos.

Fonte: Terra

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