03/02/2003 15h05 – Atualizado em 03/02/2003 15h05
Testes de perícia da Polícia de São Paulo mostraram que a dona-de-casa Maria do Carmo Alves foi esquartejada pelo médico Farah Jorge Farah, no consultório do cirurgião plástico, em São Paulo, ainda com vida. De acordo com as informações do jornal Agora São Paulo, há manchas de sangue no teto da sala onde Farah começou a esquartejar Maria do Carmo.
Conforme o delegado-titular do 13º DP (Casa Verde ), Ítalo Miranda Júnior, o sangue no teto sugere que o coração da vítima ainda estava batendo quando foram dados os primeiros golpes. “Se ela já estivesse morta, o sangue não espirraria com tamanha intensidade e, consequentemente, não mancharia o teto da clínica”, disse o delegado.
A polícia ainda não descobriu o que aconteceu com as vísceras de Maria do Carmo. A polícia acredita que ele tenha picotado os órgãos e jogado fora em seguida.
Ontem, a reconstituição do crime foi suspensa por uma liminar. Marcada para as 13h de hoje, a reconstituição foi impedida por decisão do plantão judiciário, em favor de Farah, autor confesso do crime.
A liminar foi concedida pelo juiz Ivo de Almeida a pedido do advogado de Farah, Roberto Podval. Para o advogado, a presença de Farah na reconstituição é desnecessária porque o médico diz não se lembrar de como matou Maria do Carmo. Farah está preso desde o último dia 27.
Fonte: Terra




