26/03/2003 13h38 – Atualizado em 26/03/2003 13h38
O encontro sobre educação inclusiva no Brasil termina hoje, no Rio de Janeiro, com a elaboração de um relatório retratando as ações desenvolvidas e os desafios a serem vencidos para garantir a participação de todos os alunos, inclusive os portadores de necessidades especiais, em escolas da rede de ensino regular.
Os especialistas de todo o país e representantes dos governos federal, estaduais e municipais reunidos desde segunda-feira no Instituto Helena Antipoff, no Maracanã, apontaram como fundamental o envolvimento da família e da comunidade, de políticas públicas, e de tecnologias assistidas.
A educação especial no Rio de Janeiro é considerada referência para todo o Brasil. Atualmente, sete mil crianças e jovens portadores de deficiências estão matriculados na rede municipal de Educação, que tem 10 escolas específicas, além de turmas especiais e alunos integrados nas escolas regulares. A coordenação do trabalho é feita pelo Instituto Helena Antipoff, órgão da Secretaria Municipal de Educação, responsável, também, pela atualização profissional dos professores envolvidos. O encontro “Educação Inclusiva no Brasil – Diagnóstico atual e desafios para o Futuro”, promovido pela Secretaria Municipal de Educação e pelo Banco Mundial, é o primeiro de uma série para debater o assunto e trocar experiências.
Os próximos encontros, ainda neste ano, reunirão especialistas do Uruguai, Argentina, Paraguai, Chile e Bolívia; e do México e América do Norte.





