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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Com raiva e perplexidade, soldados britânicos descrevem como foram atacados por piloto americano

31/03/2003 14h22 – Atualizado em 31/03/2003 14h22

IRAQUE – document.write Chr(39)O iaque abriu fogo. Ele não teve qualquer consideração pela vida humana. Ele era um caubói se divertindodocument.write Chr(39). A declaração não é de um iraquiano, mas de um dos três soldados da Grã-Bretanha que sobreviveram ao bombardeio de um avião dos EUA contra uma coluna de cinco tanques e veículos de transporte de tropas britânicos, no norte de Barsa, no domingo. Pelo menos um soldado britânico morreu e outro ficou gravemente ferido.

O ataque foi o mais recente episódio de vítimas de document.write Chr(39)fogo amigodocument.write Chr(39) entre EUA e Grã-Bretanha desde o início dos ataques conjuntos ao Iraque, há 12 dias.

Em entrevista ao jornal britânico “The Timesdocument.write Chr(39), um sobrevivente britânico criticou o piloto americano por não mostrar document.write Chr(39)consideração pela vida humanadocument.write Chr(39). Outro militar britânico descreveu como, após o primeiro bombardeio, ele saiu cambaleando das ferragens do veículo blindado em que estava e acenou dramaticamente para o piloto, que voava a baixa altitude e se aproximava para novo ataque, em uma tentativa de mostrar que o alvo eram tropas aliadas.

Feridos no ataque, os tenentes britânicos Alex MacEwen, de 25 anos, Steven Gerrard, de 33 anos e Chris Finney, de 18, foram transportados de avião de volta para a Grã-Bretanha. Antes de embarcarem, sem esconder a raiva e a revolta, eles contaram que, apesar de estar voando a baixa altitude, o piloto americano do A10 aparentemente não foi capaz de reconhecer os sinais de identificação de tropas da aliadas dos EUA fixados nos taques britânicos.

  • Todo este kit (de identificação) foi fornecido pelos americanos. Eles disseram que se você os usasse não seria atingido – disse Gerrard.

  • Nós podemos identificar um veículo amigo a 1.500 metros de distância, mas você tem um avião A10, com tecnologia avançada, e ele (o piloto) não usa o sistema para identificar se um tanque é amigo ou inimigo. Isso é ridículo – criticou.

  • Eu fui treinado para combates. Eu posso comandar meu veículo e evitar que ele seja atacado. Mas eu não fui treinado para ter que olhar por sobre o meu ombro e checar se um americano está atirando em mim – disse ele.

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