01/04/2003 16h06 – Atualizado em 01/04/2003 16h06
A decisão da Câmara Municipal de Campo Grande, de não prorrogar o mandato dos representantes de 9 entidades que compõe o Conselho Municipal de Meio Ambiente, paralisou as atividades do órgão. De acordo com vice-presidente do conselho, Rubens Pires dos Santos, um dos projetos cuja análise está prejudicada é a implantação da usina de tratamento de lixo, que depende da aprovação do conselho, que é deliberativo. “Se o conselho não aprovar, não existe”, explicou.
Das entidades que compõe o Conselho, 90% já estão em segundo mandato. O assunto já foi levado ao Fórum Estadual do Meio Ambiente, que promove a eleição, mas não houve solução.
Para Rubens Pires, os vereadores não entenderam a proposta encaminhada pela Prefeitura, que não visava a prorrogação dos mandatos dos conselheiros, e sim das entidades.
Por enquanto, o que está aprovado para Campo Grande é a implantação de um aterro sanitário, mais adequado à realidade da cidade, segundo Rubens Pires. Ele afirma que o custo ambiental de uma usina de queima de lixo é muito grande, mas diz que uma análise profunda pelo Conselho poderá definir o posicionamento do órgão.






