29/04/2003 15h11 – Atualizado em 29/04/2003 15h11
Desde fevereiro a população é obrigada a pagar a taxa de iluminação pública, serviço, que na maioria das vezes, não dispõe na via que utiliza diariamente ou mesmo nas imediações de onde mora. O poder público, no entanto, abusa do desperdício. Um exemplo está na Avenida Marquês de Pombal, no Bairro Tiradentes, em Campo Grande.
Lá, segundo os moradores, algumas luminárias ficam acessas durante todo o dia. O desperdício já virou rotina na cidade. Na Rua dos Advogados, no conjunto Arnaldo Estevão de Figueiredo, há mais de 1 ano que a lâmpada não é desligada.
Enquanto isso, na periferia, a escuridão é a principal reclamação dos moradores. A queixa já chegou na Câmara de Vereadores, mas não parece ter surtido efeito imediato. A prefeitura diz que a iluminação será feita “paulatinamente”, como define o secretário de Obras, Edson Girotto.
Depois de “briga” pela taxação de iluminação pública, a Prefeitura diz que só terá condições de ampliar a rede em 2004. Até lá, o máximo que vai fazer, avisa, é trocar as lâmpadas queimadas, “maquiando” a rede já implantada.




