06/05/2003 16h10 – Atualizado em 06/05/2003 16h10
Sem um nome familiar, como Nokia ou Motorola, a fabricante taiwanesa de telefones Dbtel adotou uma estratégia diferente para tentar sobreviver no saturado mercado mundial de celulares: tornar o aparelho um acessório de luxo. A empresa lançou modelos com pedras de diamantes encravadas. O telefone mais caro da linha custa nada menos que US$ 28,7 mil. O aparelho é dourado e traz um detalhe com pedras de diamante em seu flip. Já o modelo mais econômico da coleção sai por US$ 861. Os aparelhos da Dbtel são compatíveis com o padrão GSM (Global System for Mobile Communications). O sistema é operado no Brasil por empresas como a TIM e a Oi.
Nada de novo:
Esta não é a primeira tentativa de transformar telefones celulares em símbolos de status. A fabricante finlandesa de telefones Nokia criou uma subsidiária chamada Vertu em janeiro para ingressar no mercado da moda. A Vertu vende telefones personalizados, que também têm adornos de pedras e metais preciosos. Um modelo em particular, decorado com rubis e safiras custa US$ 30 mil. Além delas, a Siemens ingressou no mercado da moda com o lançamento do Xelibri, uma série de telefones celulares “vestíveis”, que podem ser usados como pingente e são vendidos em lojas de departamentos. A Dbtel se recusou a dizer quantos telefones com diamantes já foram vendidos, mas os analistas acreditam tratar-se apenas de uma estratégia de marketing para promover o nome.





