15/05/2003 09h42 – Atualizado em 15/05/2003 09h42
O presidente da Comissão de Indústria e Comércio da Câmara de Vereadores, Edil Albuquerque (sem partido), reforça o veto da prefeitura para a área escolhida pelo governo do Estado para a construção do presídio federal em Campo Grande.
O vereador teme que a construção do presídio, numa área próxima do aeroporto internacional e de núcleos habitacionais, afaste empreendimentos econômicos. Segundo ele, oito empresas, interessadas em se instarem na região, já admitem desistirem do projeto. Juntas, elas representariam 20 mil empresas diretos e indiretos.
Edil Albuquerque não está sozinho no veto da área para o presídio. Na reunião de ontem à noite do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano, que aprovou o veto, o vereador estava representando a Federação das Indústrias do Estado e a Associação Comercial da cidade, de quem é diretor.
O vereador, no entanto, não é contra o presídio em Campo Grande. Pelo contrário, vê o empreendimento como garantia de mais empregos, mas defende que ele seja construído numa área fora do perímetro urbano e até sugere que seja numa região próxima da Embrapa, na saída para Aquidauana.





